Revista de Cinema: “Curitiba Zero Grau” representa o Brasil no Cinesul 2011

Cinesul divulga filmes selecionados para mostras competitivas
Revista de Cinema Online em 02/06/2011

O 18º Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo, que ocorre entre 14 e 26 de junho, no Rio de Janeiro, divulgou a lista de filmes selecionados para as mostras competitivas de longas de ficção, documentário e de curtas e médias de ficção. São 74 filmes. No total, contando as mostras paralelas, serão 230 filmes.

Os filmes selecionados:

Competitiva longas ficção

  • De mayor quiero ser soldado, de Christian Molina- Espanha/Itália
  • El Último Comandante, de Isabel Martínez e Vicente Ferraz – Costa Rica/ Brasil
  • Aballay, el hombre sin miedo, de Fernando Spiner – Argentina
  • Naufrágio, de Pedro Aguilera- Espanha
  • Curitiba Zero Grau, de Eloi Pires Ferreira – Brasil
  • Lisanka, de Daniel Díaz Torres – Cuba
  • Pompeya, de Tamae  Garateguy  – Argentina
  • Los Papeles de Aspern, de Mariana Hellmund – Venezuela/USA
  • Vaho, de Alejandro Gerber Bicecci- México

Competitiva longas documentário

Malditos Cartunistas, de Daniel Paiva e Daniel Garcia – Brasil

  • La deriva dulce de un niño haitiano, de Pedro Ruiz – Canadá/Venezuela
  • Os representantes, de Felipe Lacerda – Brasil
  • Cuidadores, de Oskar Tejedor – Espanha
  • Abuelos, de Carla Valencia Dávila -Equador/Chile
  • Luz Teimosa, de Luís Alves de Matos – Portugal
  • REHJE, de Anais Huerta e Raul Cuesta – México
  • Eso que anda, de Ian Padrón – Cuba
  • Claudia, de Marcel Gonnet Wainmayer -Argentina

Competitiva de curta e média-metragem de ficção

  • Um animal menor, de Pedro Harres e Marcos Contreras – Brasil
  • Homem-Ave, de Rafael Saar  -Brasil
  • Traz outro amigo também, de Frederico Cabral – Brasil
  • A cidade e o desejo nº 5, de Gabriel Bitar – Brasil
  • Vecino, de Argenis Mills – Cuba
  • Cachoeira, de Sergio José de Andrade – Brasil
  • Los minutos, las horas, de Janaina Marques Ribeiro – Cuba/ Brasil
  • Eu não quero voltar sozinho, de Daniel Ribeiro – Brasil
  • Sombras nada más, de Max Valverde – Costa Rica
  • Hidden Soldier, de Alejandro Suárez Lozano – Espanha
  • Lost (Perdido), de Alberto Dorado – Espanha
  • Teclópolis, de Javier Mrad – Argentina
  • Sambatown, de Cadu Macedo – Brasil
  • Como pez en el água, de Jimena Montemayor – México
  • Las ovejas pueden pastar seguras, de Néstor Sampieri – México
  • Tempestade, de Cesar Cabral – Brasil
  • Paraíso Terrenal, de Tomás Welss -  Chile
  • Un Nuevo Baile, de Nicolás Lasnibat – Chile
  • Mosca Volando, de Santiago Quintans – Uruguai
  • Nawuin, de José Márquez Y Miguel Alvarado – Venezuela
  • Nos vamos de este maldito barrio, de Marc Monje – Espanha
  • (Ab)Outtime, de Carmelo Viera – Espanha
  • Ámár, de Isabel Herguer – Espanha
  • Scratch, de Fred Luz – Brasil
  • Copia “A” ,de Gervasio Rodriguez Traverso e Pablo Alberto Díaz – Argentina
  • Bandoneón, de Aldo Plouganou Salazar – México
  • Te Vas?, de Cristina Molino -Espanha

Competitiva de curta e média-metragem de documentário

  • O gigante do papelão, de Barbara Tavares – Brasil
  • 19º Sur, 65º Oeste, de Juan David Soto Taborda – Cuba
  • Retrato de la ausência, de Camila Rodríguez Triana  – Colômbia
  • Fado Vadio, de Pedro Abib – Portugal/Brasil
  • A dama do Peixoto, de Douglas Soares e Allan Ribeiro – Brasil
  • Alumia, de Andrea Ferraz e Carol Vergolino – Brasil
  • Taba, de Marcos Pimentel – Brasil
  • Tierra Fumigada, de Antonio Palomares e Mar Sánchez Pravia – Espanha
  • La madrecita, de Miryam Pedrero de Aristizábal – Espanha
  • Testigos de un etnocidio: memorias de resistência, de Marta Rodríguez -  Colombia
  • Mistura, el poder de la cocina, de Patricia Perez – Peru
  • O vermelho de selarón, de Rafael Bacelar e Rodolfo Gomes – Brasil
  • Babás, de Consuelo Lins – Brasil
  • Angeli 24h, de Beth Formaggini – Brasil
  • Na trilha do bonde, de Virginia Flores – Brasil
  • Kinopoéticas, de Katari Kamina e Pedro Dantas – Bolívia/Brasil
  • Tercer tiempo, de Andres Dunayevich e Claudio Bertinet – Argentina
  • Zé[S], de Piu Gomes – Brasil
  • Sin ti contigo, de Tuki Jencquel – Venezuela
  • Gorditas para el muertito, de Edin Alain Martínez Aguirre – México
  • Puños bravos, la disciplina, de Samuel Muñoz Gómez – México
  • Satélite Bolinha, de Bruno Vianna – Brasil
  • Detrás del muro, de Eleonora Menutti – Argentina
  • Distancias, de Lina Badenes & Violeta Ronzoni- Cuba/Espanha
  • Carinhanha: Um Rio Do Grande Sertão, de Dêniston Diamantino – Brasil
  • Padre Motard, de Neni Glock – Portugal
  • Paquita y todo lo demas, de David Moncasi – Espanha
  • Defensora, de Aitor de Miguel – Espanha/Colômbia
  • Ajila, de Miguel Guédez – Venezuela

Publicação Original: Revista de Cinema Online.

Sobre Marcos Cordiolli
Marcos Cordiolli é graduado em História (UFPr, 1988) e mestre em Educação: história e filosofia da educação (PUC-SP, 1997). É professor universitário de graduação (desde 1994), de especialização latu senso (em mais 20 IES); de mestrado (em uma IES); atua na qualificação docente (desde 1994 e prestou serviços para mais 50 redes públicas e dezenas de escolas particulares em 18 estados); É consultor em gestão do trabalho pedagógico e proposições curriculares na Educação Básica (com serviços prestados para dezenas de instituições) e Superior (com trabalhos prestados para mais de 20 IES); É palestrante e conferencista (atuou em mais 300 eventos); consultor técnico de publicações didáticas (prestou serviços para mais de uma dezena de editoras) e de sistemas de ensino (prestou serviços para a maioria dos grandes empresas do país); É consultor pedagógico na área de Educação Corporativa (prestou serviços para empresas na área de refino de petróleo e montadoras automotivas). Publicou artigos, livros e materiais didáticos (na área de informática e história e geografia para Ensino Fundamental e médio). É cineasta. Produtor Associado do filme O Sal da Terra (Brasil, 2008) de Eloi Pires Ferreira. Diretor de Produção (com Elói Pires Ferreira) de Conexão Japão (Brasil, 2008) de Talício Sirino. Produtor Executivo de Curitiba Zero Grau (Tigre Filmes e Labo), Brichos: a floresta é nossa (Tecnokena) ainda em produção. Trabalhou como consultor técnico na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados (2010). É assessor da diretoria da Agência Nacional do Cinema (Ancine). Contato com a Autor email: marcos.cordiolli@gmail.com fone: 55 (41) 9962 5010 home page: cordiolli.wordpress.com twitter: twitter.com/marcoscordiolli facebook: marcos cordiolli

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