Produção de Cinema
Produção de cinema
Marcos Cordiolli é cineasta. É produtor associado dos filmes O Sal da Terra e Curitiba Zero Grau. Atua também como produtor executivo e com diretor de produção.
Conheça os filmes em que Marcos Cordiolli participou da produção.
O Sal da Terra
Marcos Cordiolli é produtor associado do “O Sal da Terra”. Filme em 35 mm de Eloi Pires Ferreira.
Sinopse
Uma crônica audiovisual que acompanha um padre-caminhoneiro (Edson Rocha) pelas estradas do Brasil e vai descortinando histórias de pessoas que fazem das rodovias sua casa. Um filme sobre a amizade e a fé, num Brasil imenso, mas pouco conhecido. O Sal da Terra é um filme de longa-metragem de Eloi Pires Ferreira, conceituado cineasta paranaense. Brasil, 2008. Direção de Eloi Pires Ferreira, com Edson Rocha, Enéas Lour, Luthero Almeida, Christiane Macedo e Cristina Pereira.
Premiação:
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- Melhor Filme de Longa Metragem – II European Spiritual Film Festival (2009 – Paris)
- Prêmio Margarida de Prata – CNBB – Brasil

O sal da terra na Internet
- A página do filme na Internet: http://www.osaldaterra.com.br
- Teaser do Filme O Sal da Terra no youtube:
- Reportagem realizada pela jornalista Lana Seganfredo no lançamento do Filme:
Curitiba Zero Grau
Filme no Círcuito de Festivais. Marcos Cordiolli é um dos produtores executivos e produtor associado do Curitiba Zero Grau.
Sinopse
“Curitiba Zero Grau” conta, em quatro blocos distintos, a história de quatro homens que não se conhecem, mas interagem entre si.
Os quatro personagens vivem em trânsito, fazendo da cidade de Curitiba o cenário de suas vidas, durante uma semana de inverno, extremamente fria.
A história pode ser entendida como uma crônica da vida urbana contemporânea, com o olhar centrado, antes de tudo, em seres humanos – quatro em especial – que aqui ganham significado particular, transformados em arquétipos modernos.

- Cena do Curitiba Zero Grau. Foto: Cristiane Lemos
A história de cada um e de todos espelha um pouco a nossa própria condição – em Curitiba ou qualquer outra localidade do planeta – de pessoas que buscam um, o seu rumo.
O primeiro é um vendedor de carros que, circulando pela cidade, luta para manter o seu negócio enquanto vende o desejo de um carro novo (mesmo que usado)
O segundo é um motoboy que, sempre correndo contra o tempo, desloca-se vertiginosamente num ambiente frio com seu veículo apropriado para o calor.
O terceiro é o condutor de passageiros que, circulando inúmeras vezes pelos mesmos lugares, conhece a cidade como a palma de sua mão. Mas as vezes o próximo pode estar distante.
E o quarto é o coletor de recicláveis em uma cidade que é pioneira e referência na coleta seletiva de lixo. Quase invisível para maioria da população, vive um drama comum à quase todos o cercam, mas que não o enxergam.
Curitiba Zero Grau na Internet
- A página do filme na Internet: http://www.curitibazerograu.com.br/blog
- Veja matéria da Band sobre a produção do filme:
BRAINFOREST – a floresta é nossa, lançamento em breve
Longa metragem de Paulo Munhoz ainda em produção, com lançamento previsto para 2012. nome: Produtor / diretor / roteirista: Paulo Munhoz; Roteirista: Érico Beduschi; diretora de produção: Daniella Michelena; diretor de arte: Rafael Dias; diretor musical: Vadeco; produtores executivos: Beto Rodrigues e Marcos Cordiolli.
Sinopse
Enquanto Bandeira e seu pai viajam em férias no deserto de Noforest, enquanto Dumontzinho vive um gelado período de intercâmbio estudantil em Iceforest, Tales e Jairzinho passam suas férias curtindo o que a VILA DOS BRICHOS tem de melhor: a sua FLORESTA.
Mas, energias ruins começam a pairar sobre todos. Inescrupulosos vilões tentam colocar suas garras sobre as riquezas naturais da floresta. Para isso, eles têm a seu dispor muito dinheiro, conexões internacionais, um péssimo caráter e a cumplicidade de Ratão, o mau elemento da Vila.
Inicialmente eles tentam convencer os habitantes da pacata cidade das vantagens em virarem uma Megalópole, abandonando seu modo de vida, em troca de um modelo mais “moderno”, de maior “progresso”. Mas os BRICHOS surpreendem, pois eles não são uma simples comunidade parada no tempo, muito pelo contrário. A VILA DOS BRICHOS é uma cidade muito avançada, harmônica, equilibrada, e vinculada a idéias como eco-design, reciclagem, tecnologias digitais, etc.. Ainda não é um paraíso, mas … Assim, apelando a métodos nem um pouco convencionais, os bandidos vão tentar tomar à força bruta o que não conseguiram pela argumentação rasteira. Serão travadas muitas batalhas: nas areias do deserto, na vastidão de uma floresta congelada, na Vila dos Brichos e na Floresta Tropical, nos interstícios da internet, nos campos místicos da espiritualidade.
Conexão Japão na Internet
Longa-metragem de Talício Sirino. Rodado em Super 16mm e finalizado em HDCAM, pré lançado em 2008 com cerca de 30 mil espectadores, e previsão para lançamento no circuíto rain ainda em 2009. Marcos Cordiolli assina à direção de produção com Eloi Pires Ferreira.
Sinopse
O discurso fílmico de Conexão Japão promove o resgate da essência da filosofia da arte marcial, trazida há cem anos pelos imigrantes japoneses, pela relação mestre/discípulo na superação de limites e pela crença nos valores do bem para a formação humana.
Conexão Japão foi rodado nas cidades de Cascavel, Curitiba e Foz do Iguaçu, Paraná/Brasil. Na França em Paris, no Japão em Nara e Osaka, e como é uma sequência do longa metragem em 35mm,Conexão Brasil (2001), tem cenas em Posadas, capital de Missiones/Argentina.
Veja o trailler do filme Conexão Japão:





Email: marcos.cordiolli@gmail.com
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Grande Marcos, parabéns pelo site! Fiquei super contente em ver como as filmagens do Zero Grau estão adiantadas. Só lamento não poder estar aí na estréia. Forte abraço e sucesso!
gostei do site, meu caro….
e das empreitadas educacionais, culturais, teatrais e cinematográficas… parabéns pelo trabalho…
sucessso!
um abraço…