Meu depoimento para o Dia dos Professores

Meu depoimento para o dia dos professores publicado na página da Futuro Educação.

Essa foi a resposta do educador Marcos Cordiolli PerfilLotado. E pra você, o que represente esse dia?

Um momento para comemorarmos que todas as crianças estão na escola e a educação de fato melhora a cada dia em nosso país: uma vitória de todo o nosso povo. Mas também é o momento de agir na urgência de valorizar social e salarialmente os professores; avançar nos recursos educacionais e aprimorar as práticas pedagógicas para realizarmos uma educação – de fato – inclusiva, para cidadania e para a qualidade de vida social e cultural da nossa população. Para isto tudo o Plano Nacional de Educação (PNE) é urgente, necessário, importante e representa a esperança (Eu tenho muito orgulho de estar participando da sua elaboração).

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O Plano Nacional de Educação: consolidando conquistas e construindo o futuro da Educação no Brasil

Marcos Cordiolli

A população e professores desprovidos de informações costumam atacar a educação no Brasil como se ela fosse de péssima de qualidade. Infelizmente, alguns setores da imprensa, em particular jornalistas nem sempre habilitados, analisa e desqualifica os complexos processos educacionais, sem conhecê-los de fato. Andam sempre à cata de “maçãs podres”, que utilizam para alimentar a audiência de programas sensacionalistas de rádio e TV, ou para vender seus jornais impressos, ignorando experiências e situações escolares razoáveis e outras tantas de ótima qualidade.

O que não se dão conta é que a educação no Brasil mudou, e para melhor, com conquistas memoráveis nas últimas décadas. O Plano Nacional de Educação (PNE) pode ser o orientador do caminho para esse salto fundamental, correspondendo ao crescimento econômico com distribuição de renda e justiça social que o país tanto buscou e está começando a conquistar.

O PNE está em discussão no Congresso Nacional. O projeto foi elaborado pelo MEC a partir dos debates e das deliberações da Conferência Nacional de Educação (Conae), maior evento educacional já realizado no país. A Câmara dos Deputados já realizou dezenas de audiências públicas com diversos segmentos da sociedade civil para debatê-lo. Os deputados apresentaram mais de três mil emendas, um recorde para um projeto de lei: foram quase três mil. Esta mobilização em torno de um projeto de lei mostra a sua importância: o Brasil precisa muito de um bom sistema de educação e tem a oportunidade certa no momento correto para consegui-la.

Como, porém, as políticas públicas, em particular na educação, padecem de alguns tipos de males, como o eleitoralismo (ações governamentais focadas em necessidades eleitorais dos gestores) e o egopoliticismo (que associa as ações governamentais à figura eleitoral do gestor) e considerando as situações caóticas da educação brasileira que no século passado levaram os movimentos sociais a levantar amplas reivindicações aos governantes, assim às proposições parecem sempre irrealizáveis e os avanços são recebidos como minúsculas conquistas… Isso porque em educação não existem soluções rápidas, ainda mais em um país continental e complexo como o nosso, por isso, toda mudança educacional precisa de tempo para a efetivação assim como mostrar os seus frutos.

Um dos caminhos para superar esta situação é a elaboração de um Plano Nacional de Educação com validade superior ao mandato de dois governos, fundamentado em demandas da sociedade e que alcance amplo apoio do Congresso Nacional. A implantação do PNE, por sua vez, precisa ser monitorada pela sociedade civil.

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O Brasil não vai conseguir superar o descaso de cinco séculos com a educaçao num piscar de olhos. Mas, como afirmamos, a situação da educação mudou para melhor e alguns fatos significativos do início da segunda década do século XXI precisam de reconhecimento: Saiba mais

Publicação do Projeto de Lei que cria o Pronatec

O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) tem como objetivo expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos técnicos e profissionais de nível médio, e de cursos de formação inicial e continuada para trabalhadores. A medida intensifica o programa de expansão de escolas técnicas em todo o país. Além das 81 unidades que estão em execução e devem ser inauguradas neste e no próximo ano, o Governo Federal deve anunciar nos próximos dias outras 120. Com as 140 existentes até 2002, mais as 214 inauguradas no governo anterior, a rede federal deverá contar com cerca de 600 unidades escolares administradas pelos 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia e um atendimento direto de mais de 600 mil estudantes, em todo o país.

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Conheça a proposta em discussão no Congresso Nacional.

  • Caderno do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec)
  • Publicação: Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados
  • Organização: Marcia Abreu e Marcos Cordiolli

Acesse a versão digital do Caderno CEC do Pronatec

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Blog de Publicações

Blog para divulgação de publicações de Marcos Cordiolli.

Flexibilidade e incertezas nas carreiras do futuro

O novo profissional, responsável por gerir sua vida profissional, tem que estar preparado para mudanças abruptas

Reportagens
Por Enio Rodrigo. 15/06/2011. Pré-Univesp, Revista Digital de Apoio ao Estudante Pré-Universitário
Flexibilidade e incertezas nas carreiras do futuro

Para uma parte daqueles que estão entrando no mercado de trabalho, o futuro é agora. Uma modificação importante no modo como as empresas pensam começou a tomar contorno em meados da década de 1990 no país e, com o aumento do acesso às tecnologias da informação e comunicação (as chamadas TICs), o mundo do trabalho passou a ficar mais flexível em formas e horários. O contraponto é que essa mesma flexibilização acabou com o modo como se pensavam as carreiras. Ao invés de planos objetivos e determinados no momento em que se saía da faculdade e se adentrava uma empresa, o trabalhador – seja ele um profissional do alto ou baixo escalão – precisa traçar seus próprios caminhos, cada vez mais sujeitos a alterações de rotas.

Historicamente, os modelos de trabalho passaram por três grandes alterações no seu modo produtivo (e diversas outras não menos importantes, mas originárias desses grandes pontos de inflexão). O primeiro foi quando os indivíduos começaram a trocar suas horas de trabalho por uma remuneração fixa, dentro de um processo organizado de produção. Assim sendo, surgiu o trabalhador como conhecemos.

A segunda grande mudança foi durante a transição da manufatura para o modo industrial de produção, ou seja, quando aquele que era responsável por todo o processo de uma determinada atividade – realizada do começo ao fim por uma pessoa – se tornou um operador de maquinário e, portanto, somente tinha controle de uma parte do processo da produção (fosse um bem de consumo ou um serviço). O modelo fordista – de linhas de produção – é a principal herança dessa segunda fase. “E mais atualmente temos uma mudança radical onde o processo fordista de organização da produção do trabalho sofre uma reestruturação bastante intensa”, explica Marcos Cordiolli, pesquisador da área de educação e qualificação profissional e consultor pedagógico na área de educação corporativa. Saiba mais

Os desafios para a inclusão digital no Brasil

Brasil está atrasado em inclusão digital. Para especialista, PNE, UCA, PNBL e ProInfo podem ajudar a reverter este quadro

Pelo acordo recente envolvendo o governo e as empresas de telecomunicação para o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), ficou acertado que as empresas vão oferecer acesso à internet banda larga, com pelo menos um megabit por segundo, pelo valor de R$ 35 por mês. A ideia é que haja uma rápida expansão do acesso à rede mundial de computadores, e, com isso, sejam criados novos programas de inclusão digital para camadas de menor renda da população. Aliado a isso, o governo está incentivando, por meio de desoneração fiscal e crédito especial, programas de compra de computadores. Nesse sentido, cabe o questionamento sobre como o Brasil está no processo de inclusão digital e como as escolas estão em termos de infraestrutura. Uma pesquisa da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) revelou, recentemente, que as escolas brasileiras ocupam o último lugar, entre 38 países pesquisados, quanto ao número de computadores por aluno. São 6,25 estudantes por computador, o que equivale a 0,16 máquina por aluno. Além disso, 53,3% dos estudantes brasileiros não têm computador em casa. Ou seja, mais da metade dos estudantes está fora do mundo digital, salvo por visitas a lan houses e telecentros. Em entrevista à TIC Educação, o consultor pedagógico, Marcos Cordiolli, explicou a situação do Brasil em termos de inclusão digital. Segundo Cordiolli, o País ainda está atrasado na inclusão digital em função da brutal desproporção do acúmulo de renda e das políticas públicas excludentes de quinhentos anos de nossa história. Ele se diz otimista em relação à ampliação das condições de conexão e à inclusão da nossa população na webesfera com qualidade social. Falou, ainda, que o PNBL e os incentivos à compra de computadores e tablets podem ajudar a amenizar os cinco séculos de déficit social na educação. Mas enfatizou que é preciso garantir que as escolas e equipamentos culturais disponham de acesso dedicado para que a população possa produzir conteúdos audiovisuais e digitais interativos, pois, segundo Cordiolli, não basta apenas acessar os conteúdos, é preciso ter voz, se fazer presente na rede.

TIC – Como você enxerga o Brasil em termos de inclusão digital?

Marcos Cordiolli – As tecnologias digitais promoveram algumas mudanças estruturais em nosso dia-a-dia. A WEB 1.0 disponibilizou grandes volumes de informações, democratizando o acesso à comunicação e potencializando a produção de conhecimento. E a WEB 2.0 forneceu instrumentos para que as pessoas disponibilizassem conhecimentos, opiniões e outros conteúdos via blogs, ferramentas wikis e  redes sociais, criando o que denominamos popularmente de Webesfera.

Porém, alguns fatores estão relacionados. O Acesso à webesfera e os recursos das vias digitais dependem de: acesso a equipamentos pessoais como computadores e telefones celulares; acesso à conexão por cabo ou ondas; acesso a softwares para operação dos computadores e conexões; acesso a recursos que permitam produzir conteúdos e disponibilizá-los na Internet; disponibilização de conteúdos digitais de interesse social e cultural; e qualificação da população para acessar com qualidade os recursos da Webesfera.

O acesso a equipamentos pessoais tem avançado rapidamente no Brasil. O aumento da renda possibilitou que segmentos maiores da população pudessem comprar equipamentos. O comércio de equipamentos usados também está em alta (um computador novo, que custa em torno de R$ 1.200, é revendido em boas condições de uso, em média, 18 meses depois, por valores próximos a R$ 300,00). O governo implantou dois programas importantes: a redução de tributos sobre produtos fabricados no país para Tablets (a joia dos desejos atuais); e o MEC desenvolve com sucesso o programa UCA (um computador por aluno) que, se implantado, irá promover condições de acesso sem precedentes. O Congresso Nacional tem discutido uma forma de estimular a implantação de lan houses em áreas de baixa renda. É importante que o governo continue apoiando e ampliando a oferta de equipamentos para a população em escolas, equipamentos culturais, associações comunitárias etc. Saiba mais

Artigo: “aprendizagem e intervenção na sociedade – autonomia e formação ética na escola” por Marcos Cordiolli

O Artigo: “aprendizagem e intervenção na sociedade – autonomia e formação ética na escola” de autoria Marcos Cordiolli, foi publicado na Revista Aprendizagem número 24, parte 2. O lançamento da publicação ocorreu em São Paulo, durante o Educador Educar 2011.

A Revista Aprendizagem é uma publicação da Editora Melo que, em menos de dois anos, é referência para os debates mais importantes da Educação Brasileira.

Um trecho do artigo:

As aprendizagens são condições necessárias, porém não suficientes, para as mudanças de valores e condutas, pois estas são produzidas em campos de disputas, entre outras, com os padrões morais dos ambientes familiares, dos referenciais propagadas pelas mídias e com as práticas cotidianas dos grupos de convívio.

Para adquirir a publicação: Revista Aprendizagem.

Do livro as mídias sociais, por Brisa Teixeira

Leia a Matéria “Do livro as mídias sociais – professores e alunos: diferentes realidades dividindo o mesmo espaço na sala de aula” de Brisa Teixeira.

Publicado na Revista Educador Educar 2011, distribuída aos participantes do evento.

O Marcos Cordiolli foi entrevistado para esta matéria.

Entrevista: A importância e representatividade do cinema do Paraná, por Marcos Cordiolli

(Re)publicação da entrevista concedida a Rogério Teotonio Rodrigues e  publicada em partes em materia do Blog Cineacademia e no portal da Carpano Produções.

Em entrevista ao grupo Carpano Produções, Marcos Cordiolli, assessor da diretoria da Agência Nacional de Cinema – Ancine, fala da importância e representatividade do cinema do Paraná.

O Paraná pode ser considerado um grande centro de produção em Cinema? Por quê?

Em termos quantitativos, a produção de cinema comercial brasileiro está concentrada no Rio de Janeiro, que em 2009 produziu 54,8% dos filmes nacionais lançados. O Rio de Janeiro lançou cerca de 400 filmes entre 2005 e 2010, enquanto o Paraná disponibilizou no circuito comercial pouco mais de uma dezena de produções. Mas esta é apenas a ponta do Iceberg. O Paraná tem uma produção de filmes de curta e média metragens reconhecida e qualificada.

O Paraná está em situação muito promissora quando se trata de produção de cinema. É sede de diversas produtoras atuando intensamente. Instituiu um prêmio estadual que garante a cada dois anos (que deveria ser anual) a realização de um longa metragem e três telefilmes. Mantém escola de cinema na FAP e outros cursos profissionalizantes. Dispõe de um diversificado e amplo quadro de atores com experiência. O Paraná é também um estado cenário com diversidade de paisagens e de etnias.

Em Curitiba tem-se uma intensa produção de filmes publicitários. Estão instaladas empresas fornecedoras de equipamentos de produção. Também é sede da empresa do estúdio de som do Alessandro Larocca, incontestavelmente, a melhor do país (recebeu quatro das cinco indicações no Grande Prêmio de Cinema Brasileiro em 2011). Estas fatores potencializam a produção cinematográfica em Curitiba e no Paraná.

Os filmes paranaenses de curta e longa metragem há muito tempo são destaque em festivais internacionais. E, entre as animações, o Brasil produziu menos duas dezenas de filmes em toda a nossa história e dois deles são de Paulo Munhoz, do Paraná. Saiba mais

Entrevista na Gazeta do Povo: as redes sociais como ponte entre as famílias e a escola

Imprensa – Entrevista – Marcos Cordiolli


Gazeta do Povo, Vida e cidadania, Publicado em 22/05/2011 | Brisa Teixeira, especial para a Gazeta do Povo

Precisamos de pontes e não de muros

Marcos Cordiolli, mestre em Educação.

Promover a interação entre pais, estudantes e professores é uma tarefa urgente, necessária e que pode ter a tecnologia – ainda vista como “bicho-papão” por muitos educadores – como aliada. A opinião é do professor Marcos Cordiolli, mestre em educação, que acaba de lançar o livro Currículo escolar: teorias e práticas (Editora Melo).

Segundo o educador, os estudantes de hoje são pessoas hiperconectadas. Essa característica, associada ao processo da convergência das mídias, dificulta a comunicação com os professores, que se sentem estrangeiros no mundo digital. Mas Cordiolli acredita que é possível construir uma ponte, onde hoje há essa barreira, a partir da incorporação de novos recursos pedagógicos.

Divulgação / Entrevista

O professor abordou o assunto na 18.ª Educar/Educador (Feira e Congresso Internacional de Educação), encerrada neste sábado, em São Paulo, e falou também com a reportagem da Gazeta do Povo. Acompanhe os principais trechos da entrevista:

Você defende que as novas tecnologias estão aproximando professores e famílias. Como esse processo está ocorrendo?

As tecnologias da informação e comunicação dispõem de ferramentas fundamentais que podem aproximar de forma inédita os professores e os pais. Considerando as condições da escola e dos professores, os pais podem acessar as informações básicas do desenvolvimento do processo pedagógico e pode-se até promover situações em que a família possa participar ativamente das ações educativas. E a escola pode dar um passo a mais, envolvendo os pais em atividades pedagógicas, contribuindo, inclusive, para reaproximar pais e filhos em famílias com pouca interação. Por outro lado, os pais podem conhecer mais de perto as atividades escolares de seus filhos e participar mais diretamente de suas vidas. Aproximar e promover a interação entre pais e professores é uma tarefa urgente e necessária. Saiba mais

Lançamento do Livro Currículo Escolar: Teorias e Práticas

Convite – Lançamento de Livro

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O livro Currículo escolar: teorias e práticas, de autoria de Marcos Cordiolli, lançado na 18ª edição da EDUCADOR/EDUCAR , em São Paulo de 18 a 21 de maio de 2011.

Livro Currículo Escolar: Teorias e PráticasCurrículo escolar: teorias e práticas apresenta o currículo como expressão de trajetórias escolares – sejam as propostas ou as realizadas. Em suas diversas metamorfoses, o currículo escolar, aparece como documento escrito, sistematizando programas e roteiros de estudos; que são convertidos em planejamentos pedagógicos e planos de aula; que orientam (ou deveriam orientar) as ações educativas em sala de aula convertendo-o em currículos praticados (inclusive na dimensão oculta); e que produzirá efeitos sobre as identidades dos estudantes que foram submetidos a processos escolares sob a sua orientação.

Currículo escolar: teorias e práticas também sistematiza os grandes campos da teoria curricular: as funcionalistas, críticas, pós-criticas e fenomenológica e examina as formas e práticas de organização dos conteúdos nos currículos escolares, tais como os ciclos de formação; os movimentos pedagógicos identificados com a Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade; e encaminhamentos metodológicos para formação de valores e padrões de condutas em sala de aula.

Serviço:

Dia: 18/05 – 17h15

Local:

INFORMAÇÕES:

Publicação “Currículo Estruturado: Implementação de Programas Pedagógicos”

Publicação – Teoria Curricular
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“Currículo Estruturado: Implementação de Programas Pedagógicos” é uma publicação e um curso em DVD, organizado por Maria de Fátima Minetto. Marcos Cordiolli publicou, nesta obra, os seguintes capítulos:

  • CORDIOLLI, Marcos. Os fundamentos do currículo: desenvolvimento; cultura, escolarização e educação. In: CALDEIRA, M. F. Currículo e educação  de pessoas com necessidades. Curitiba, IESDE, 2004.
  • CORDIOLLI, Marcos. As disciplinas escolares e a organização dos saberes In: CALDEIRA, M. F. Currículo e educação  de pessoas com necessidades. Curitiba, IESDE, 2004.
  • CORDIOLLI, Marcos. Os conteúdos do ensino: o que são? In: CALDEIRA, M. F. Currículo e educação  de pessoas com necessidades. Curitiba, IESDE, 2004.

Para adquirir a publicação.

Descrição. Os fundamentos do currículo e as contribuições dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) organizam os conteúdos e a interdisciplinaridade entre as áreas do conhecimento, auxiliando o professor a proporcionar condições de aprendizado a todos.

Saiba mais

Conheça o Projeto de Plano Nacional de Educação em debate no Congresso Nacional

O Plano Nacional de Educação (PNE) está em debate no Congresso Nacional como o PL 8035/10 e estabelece a política educacional para o decênio 2011-2020. O PNE é composto por dez diretrizes e vinte metas.

Este projeto deverá ser debatido pela sociedade e, em particular, pela comunidade educacional.

A Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados publicou o livreto Ação Parlamenta nº. 436, organizado por Marcia Abreu e por Marcos Cordiolli, com projeto de Lei e a legislação anexada.

Referência:

BRASIL. Câmara dos Deputados. Projeto de Lei do Plano Nacional de Educação (PNE 2011/2020): projeto em tramitação no Congresso Nacional / PL no 8.035 / 2010 / organização: Márcia Abreu e Marcos Cordiolli. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2011. 106 p. – (Série ação parlamentar ; n. 436)

Acesse a publicação e ajude a divulgá-la.

Marcia Abreu e Marcos Cordiolli – Caderno CEC Plano Nacional de Educação (PNE 2011_2020)

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Os projetos como forma de gestão do trabalho pedagógico em Sala de Aula, por Marcos Cordiolli

Publicação – Gestão da Sala de Aula – Marcos Cordiolli
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O ensaio “Os projetos como forma de gestão do trabalho pedagógico em Sala de Aula”  discute os projetos escolares (ou ainda a pedagogia de projetos ou projetos de trabalho) como uma forma de gestão do trabalho pedagógico em sala de aula. Os projetos são tratados como forma de articular a aprendizagem com e pela pesquisa, as diferentes formas de sistematização e socialização do conhecimento. Também apresenta formas de compartilhamento da aprendizagem entre educandos e mecanismo de intervenção escolar nas comunidades.

O professor preconceituoso, ensaio de Marcos Cordiolli

Publicação – Currículo Oculto
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O texto “O professor preconceituoso” foi escrito como resposta a uma série de perguntas recorrentes em minhas palestras e conferências. Circulou também como publicação digital. Também está publicado em: CORDIOLLI, Marcos. Ética, cidadania e formação de valores na sala de aula. Curitiba: A Casa de Astérion, 2009.

O Direito da Criança à Educação Infantil – Publicação sobre a idade de ingresso no Ensino Fundamental

Marcos Cordiolli – Publicação

Acesse o caderno Procultura – O Direito da Criança à Educação Infantil – Caderno CEC 02/2010

A Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, sob a presidência do Deputado Angelo Vanhoni, publicou o Caderno de Debates sobre a idade de ingresso no Ensino Fundamental.  Esta publicação reune um grande número de documentos sobre este tema:

* todas os projetos em tramitação no Congresso Nacional;
* estudos, artigos, depoimentos e ensaios;
* moções e manifestos de diversas entidades representativas da Educação Infantil e instituições acadêmicas;
* manifestações individuais de professores e outros profissionais enviadas a CEC; e
* As diretrizes e pareceres do Conselho Nacional de Educação sobre a educação infantil e ensino fundamental.

A publicação deste caderno foi organizada por Marcia Abreu e por mim.
Para Acessar O direito da criança à educação infantil – Caderno CEC 02/2010

Procultura – Publicação com os projetos que tramitam no Congresso Nacional

Publicação – Marcos Cordiolli
Acesse o Caderno de Debates sobre o Procultura

Acesse o Caderno de Debates sobre o Procultura

A Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, sob a presidência do Deputado Angelo Vanhoni, publicou o Caderno de Debates sobre o Procultura. O Procultura é uma programa de financiamento e fomento as atividades culturais e que vai substituir a Lei Rouanet.

O Caderno de debates contém a proposta da Governo Federal, diversos projetos apensandos na Câmara dos Deputados e a legislação atual sobre o tema.

É um importante documento para quem quer compreender as mudanças na legislação de incentivo e fomento à cultura no Brasil.

Este caderno foi organizado por Marcia Abreu e por mim.
Acesse o Caderno: Procultura – Caderno CEC 01/2010

 

Artigo sobre Interdisciplinaridade e Transversalidade,de Marcos Cordiolli

Publicação – Artigo de Marcos Cordiolli – Revista Aprendizagem

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O Artigo “”Interdisciplinaridade e transversalidade: dois termos, três questões curriculares e diversos problemas semânticos” de Marcos Cordiolli, foi publicado no número 14 da Revista Aprendizagem da Editora Melo. Este número tematiza Interdisciplinaridade e a Transversalidade, com artigos de teóricos como Rosita Edler Carvalho, Sandra Bozza, Joe Garcia, Ivani Fazenda, Guilherme Romanelli, Rubens e Alessandra Wajnsztejn, Marilia Fannuchi Ferraz, Laura Montserrat Barbosa, Celso Vasconcelos e Celso Antunes.

O artigo “Interdisciplinaridade e transversalidade: dois termos, três questões curriculares e diversos problemas semânticos.” trata da interdisciplinaridade e transversalidade como termos em disputa no campo da pedagogia, com diversos atores reivindicando as formulações destes conceitos.

Mais informações e aquisições:

http://www.editoramelo.com.br/?page_id=70

A revolução xiita no Irã e a expansão do fundamentalismo islâmico, artigo de Marcos Cordiolli

Pulbicação – Artigo
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O artigo “A revolução xiita na Irã e a expansão do fundamentalismo islâmico”, com análise da expansão do fundamentalismo islâmico e seu papel no jogo geopolítico do início do século XXI, foi publicado no Jornal Bahia Online e está disponível na Internet.

Leia o Artigo: http://www.jornalbahiaonline.com.br/index.asp?noticia=3797

Formas de gestão do trabalho pedagógico, em sala de aula, na educação superior, por Marcos Cordiolli

Publicação – Marcos Cordiolli – Educação Superior

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O ensaio “Formas de gestão do trabalho pedagógico, em sala de aula, na educação superior” é ainda um texto experimental. Produzido a partir das observações e interlocução com docentes, tem por objetivo sistematizar, conceitualmente, algumas das formas de organização do trabalho pedagógico na educação superior.

A primeira parte trata dos projetos, também conhecido como “metodologia de projetos”, mas que neste ensaio é apresentado a partir de eixos para o estimulo das aprendizagens compartilhadas, visando ampliar a autonomia intelectual e de estudo dos discentes.

Trata, também, da Contextualização, da Problematização e dos Mapas Conceituais.

Acesse a Publicação:

Elementos para gestão do trabalho pedagógico em Educação de Jovens e Adultos, por Marcos Cordiolli

Publicação – Livro Digital
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O ensaio “Elementos para gestão do trabalho pedagógico em Educação de Jovens e Adultos’ é um livro digital gratuito. Aborda as formas de gestão do trabalho pedagógico em sala de aula na EJA, a partir de três grupos de ações fundamentais: (a) a elaboração do diagnóstico/perfil sócio-antropológicos do ambiente cultural do educando; (b) a permanente reescrita das reconstituições das histórias de vida do educandos; e (c) a organização compartilhada de temas de estudos contextualizados e problematizadores, que expressem interesses e necessidades dos diferentes grupos da turma. E considerando que para isto o educador teria que promover na gestão do trabalho pedagogico (a) a identificação da diversidade cultural e geracional das turmas de EJA e (b) a organização compartilhada dos temas de estudos.

Para acessar a publicação: A gestão do trabalho pedagógico em EJA

A revolução xiita e a contradição norte-americana, por Marcos Cordiolli

Artigo – Marcos Cordiolli

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O artigo “A revolução xiita e a contradição norte-americana” foi publicado na Revista Mundo Jovem, de outubro.

No Irã, no final da década de 1970, uma incontestável revolução de massas instituiu uma república islâmica e reintroduziu modos de vida conservadores para os parâmetros ocidentais. Este foi o início da ascensão política do fundamentalismo islâmico radical, que se tornou o principal tema da pauta da geopolítica internacional no início do século 21.

Leia o Artigo:

http://www.mundojovem.pucrs.br/artigo-revolucao-xiita-e-a-contradicao-norte-americana.php

O método dialético em Karl Marx, por Marcos Cordiolli

Publicação – Marcos Cordiolli

“O método dialético em Karl Marx” é a publicação de um ensaio sobre as categorias de análise e método na obra deste importante pensador alemão.

Obra apresenta metodologias para tratar diversidade das novas tecnologias da comunicação e informação

 Por Marcos Cordiolli

Instituto Claro | Em Paulta | Setembro 2009

A inventividade do ser humano e a sua capacidade de convertê-la em tecnologia era a questão que impulsionava um dos debates num dos congressos do Icase, uma associação internacional que reúne educadores da área de ciências. Naquele evento, fui convidado para debater sobre a aprendizagem diante dos avanços da indústria cultural e das novas tecnologias da informação e da comunicação. A minha posição foi bastante enfática e, como muitos, afirmei que as diversas formas de novas tecnologias ampliavam a produção e a circulação da informação e saberes, mas a constituição do conhecimento requereria processos reflexivos mais complexos. E para mim, a inventividade humana teria ao menos um limite: a produção de texto escrito ainda era e vai continuar sendo a melhor de organizar o pensamento, portanto, de prover as pessoas da capacidade de compreensão e expressão. Portanto, a produção de texto escrito, com coesão e coerência, seria também prioridade para inclusão digital e acesso às novas tecnologias da informação e da comunicação.

 O acesso às informações e aos saberes provê as pessoas de mais argumentos, mas nem sempre de capacidade de escrever. Conhecemos pessoas que expõem com facilidade as suas idéias na forma oral, mas que possuem extrema dificuldade para sistematizá-las na forma escrita. Idéias orais, por mais convincentes que sejam, são diferentes em aspectos organizativos das expostas na forma escrita. Talvez não sejam menos importantes, mas são diferentes.

 As novas tecnologias da informação e da comunicação produzem habilidades necessárias à produção textual tais como a ampliação do raciocínio lógico (pelas habilidades desenvolvidas em jogos), a ampliação da interação com as ferramentas colaborativas de produção intelectual, a flexibilização na localização das informações e maior circulação dos saberes. Mas sigo acreditando que a produção do texto escrito é o elemento que possibilita o pleno exercício de todas elas. Sem a capacidade de expressão dessas capacidades na forma escrita, todas elas serão limitadas e em muitos casos inócuas. Os avanços da inclusão digital, portanto, promovem cada vez mais condições para a produção textual, mas as escolas continuam com dificuldades para que os educandos produzam textos básicos, com coesão e coerência.

 Mais do que prover as pessoas de um ponto de internet e de domínio de ferramentas básicas da rede, a inclusão digital requer que a pessoas consigam sistematizar a imensa massa de informações disponíveis. E por outro lado da inclusão é preciso condições de produção textual para falar ao mundo na forma escrita pela rede, potencializando e qualificando os e-mails, as postagens em redes sociais, ampliando as condições de publicações em blogs e sites e a produção de materiais audiovisuais (em franca ascensão na internet). Não que a forma escrita seja a única, seguramente as outras linguagens são fundamentais e cada uma encontra novos canais na capilaridade da rede. Mas escrever e publicar passam a ser uma dimensão necessária da cidadania destes novos tempos. E, novamente, nos vemos diante de dilemas que nasceram com a escola: como transformar pessoas alfabetizadas, que decodificam a linguagem escrita, em efetivos leitores e em capacitados a escrever? Como as informações e saberes convertem-se em pensamento organizado? Todas as alternativas levam à produção textual – digitado ou manuscrito.

 A capacidade de produção escrita que era um antigo problema se coloca também como uma nova necessidade. E continua sendo um problema para organizar e expressar efetivamente as suas idéias e pensamentos. Os processos de escolarização para os incluídos e para os a incluir no mudo digital, embora disponibilizem condições fundamentais para a produção textual, não a promovem automaticamente.

 Nesse sentido, considero fundamental, pelos educadores, a leitura do livro “Produzindo Texto com ‘Velhas’ e ‘Novas’ Tecnologias” de Glaucia Brito e Paulo Negri, (Editora Infantil, Curitiba, 2008). A obra apresenta metodologias para tratar com toda a diversidade das novas tecnologias da comunicação e informação, mas também (re)valoriza instrumentos antigos que às vezes o professor pensa em abandonar.

 Outra característica interessante do livro é a de que foi escrito a partir de e-mails que os autores receberam de professores. Portanto, diversos trechos partem diretamente das dúvidas e problematizações concretas do cotidiano das salas de aula. O livro atua numa mediação importante entre recursos disponíveis e com os quais muitos professores estão habituados. Portanto, trata-se de ações que podem ser implementadas em todas as salas de aula, e que poderão ser ampliadas na mesma proporção do surgimento de novos recursos digitais. E assim, o livro propõe ações pedagógicas para preparar nossas crianças, adolescentes e jovens para uma verdadeira inclusão digital: a de efetivos leitores e escritores, para um futuro onde as pessoas vão estar conectadas 24 horas por dia. Portanto, uma obra imprescindível para uma questão educacional prioritária e urgente.

 * Marcos Cordiolli é historiador e mestre em educação. É palestrante e escritor. Atua em atividade de qualificação docente e em consultoria para redes e intuições educacionais de educação básica e superior. Mantém a página http://cordiolli.com em que apresenta publicações sobre educação e outros temas. É, também, produtor de cinema e teatro.

 2 COMENTÁRIOS

Heloisa Costa | 01 NOVEMBRO 2009 | 11h11

O assunto é pertinente e interessantíssimo. Embora alguns ainda achem que estamos longe da prática tecnológica, especialmente em sala de aula, podemos afirmar que ela está aí…. bombando!!! Sou formanda em Letras e, apesar de amar sujar as mãos com giz, sei que a tendência é o mouse. Estou preparada e me equipando cada vez mais. Acredito que este é o profissional do futuro – aquele que se adapta à situação, independente das condições que ela oferece.

HelenaBray | 18 OUTUBRO 2009 | 12h10

Achei este artigo muito interessante (necessário, até). Efectivamente as novas tecnologias da comunicação e informação colocam questões importantes no âmbito da didáctica/pedagogia. Mais do que a preocupação com as literárias e o tratamento da informação, a produção da escrita envolve os processos fundamentais da aprendizagem enquanto apropriação/construção. A passagem da informação ao conhecimento exige a produção/construção do discurso escrito.

Publicação Original: Instituto Claro

Produção de texto em tempos de inclusão digital, por Marcos Cordiolli

Publicação – Artigo

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LivroO breve artigo “Produção de texto em tempos de inclusão digital” é motivado pela apresentação do Livro da Glaucia brito e Paulo Negri. A publicação é um ensaio sobre a organização do pensamento, refletindo sobre a produção de texto no contexto da expansão das Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação. Também faz apontamentos sobre este tema nos processos de inclusão digital.

Este é um tema de grande dimensão na atualiade, mas que sobre o qual tem-se poucas publicações em língua portuguesa. A publicação foi uma solicitação do Instituto Claro para o seu site.

http://www.institutoclaro.org.br/observatorio/reportagens/detalhe/marcos-cordiolli-indica-o-livro-produzindo-texto-com-velhas-e-novas-tecnologias-de-glaucia-brito-e-paulo-negri

As modalidades da educação e a legislação curricular brasileira, por Marcos Cordiolli

Publicação – Livro Digital
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“As modalidades da educação e a legislação curricular brasileira” é a publicação de ensaio analisando e sistematizando as áreas das modalidades da educação brasileira e a legislação curricular em vigor no país para a Educação Básica.
São tratados dos seguintes documentos:

  • Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs)
  • Diretrizes Operacionais Nacionais (DON)
  • Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs)
  • Referenciais Curriculares Nacionais (RCNs)
  • Orientações Curriculares  (OEs)
  • Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais (OECs)
  • Parâmetros Básicos de Infra-estrutura para Instituições de Educação Infantil (PBII-EI)
  • Parâmetros Nacionais de Qualidade para a Educação Infantil (PNQ-EI).

Nas modalidades da Educação Regular (ER); Educação a Distância (EaD); Educação de Jovens e Adultos (EJA); Educação de Pessoas com Necessidades Educativas Especiais (EPNEE); Educação Escolar Indígena (EEI); Ensino Profissional de Nível Técnico  (EPNT) e Formação de Docentes da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental, em nível médio, na modalidade Normal.

Acesse a Publicação: Obra em revisão. Em julho de 2011 esta obra vai ser publicada com as atualizações do último periodo.

A artigo de Marcos Cordiolli na Revista Juliette

Publicação – Crítica de Cinema
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Juliette 011A crônica  “Gigante: um “bela e a fera” minimalista e sensível”, de Marcos Cordiolli, foi publicado na Revista Juliette de Cinema, número 11 de setembro de 2009. Entre os temas publicados nesta edição estão o filme “Possessão” de Andrzej Zulavski, “Proibido proibir” de Jorge Durán e “O curioso caso de Benjamin Button” de David Fincher, além da entrevista com o ator Leonardo Medeiros.

Juliette nasceu por iniciativa de Josiane Orvatich e conta com a participação, em sua equipe, de Murilo Wesolowicz, Rafael Urban, Isadora Rupp, Mariana Sanchez e Marden Machado.

JULIETTE é uma produção de Juliette Editora.

Os textos do mês são de Natalia Barrenha, Rodolfo Stancki, Wellington Sari, Marcos Cordiolli, Isadora Rupp, Marden Machado, Josiane Orvatich, Murilo Wesolowicz e Mariana Sanchez. A entrevista é de Rafael Urban e as ilustrações são de Maureen Miranda.

Para adiquirir a revista acesse  o site da Editora Juliette.

Este artigo também está disponível no Blog Comentando Filmes

Veja o Trailler do filme Gigante, objeto do artigo de Marcos Cordiolli:

Entevista de Demerval Saviani.

Publicação – Demerval Saviani
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pedagogia Historico criticaDemerval Saviani reescreveu a entrevista concedida a Adriano Nogueira, Pedro Elói e a Marcos Cordiolli, intitulada de “Contextualização histórica e teórica da pedagogia histórico-crítica” . Veja um trecho da introdução do livro “Pedagogia Histórico_Crítica”:  ”O outro texto, “Contextualização histórica e teórica da pedagogia histórico-crítica”, foi motivado por uma entrevista concedida pelo autor aos professores Marcos Cordiolli, Pedro Elói Rech e Adriano Nogueira e que foi publicada como um texto corrido no Caderno Pedagógico da APP-Sindicato, em outubro de 1997, no número comemorativo dos 50 anos da Associação dos Professores do Paraná. Considerando a relevância da temática tratada nessa entrevista e o seu caráter esclarecedor para os leitores do presente livro, foi reescrito o texto, concentrando na contextualização histórica e teórica e escoimando-o das questões mais específicas que integraram a publicação do Caderno Pedagógico da APP.”

A publicação de Saviane está disponível no Google Books: http://books.google.com/books?id=xyBVM4Zz3rYC&printsec=frontcover&hl=pt-BR&source=gbs_v2_summary_r&cad=0#v=onepage&q=&f=false

O Paraná Reinventado

Publicação – História do Paraná
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A publicação “O Paraná Re-inventado” é resultante de pequisa utilizando a metologia de Michel Foucault aplicada aos estudos de história. A equipe foi composta por Francisco Moraes Paz; Marionilde Dias Brepohl de Magalhães, Nelson Ari Cardoso, Vânia Savazzi Rizzi, Alfeo Luiz Capellari, Marcos Cordiolli e Maria Lúcia Cidade. É uma publicação dos anos 1980 e foi o primeiro documento do Projeto de História Política do Paraná mantido pelo Ipardes. O projeto também produziu o “Dados Eleitora do Paraná (1946-1982). As publicações, na versão impressa, estão esgotadas, mas o Ipardes recentemente disponibilizou a edição em meio magnético.

Veja também:

Discutindo as mudanças no capitalismo, por Marcos Cordiolli

Publicação – Economia


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O ensaio de economia “Discutindo as mudanças no capitalismo” foi publicado originalmente na Revista da AGB Curitiba. Também foi apresentado em diversos congressos e eventos. A publicação analisa as mudanças no sistema capitalista nas três décadas finais do século XX, examinando a crise do modelo keynesiano e o avanço das teorias liberais tanto na organização social do trabalho capitalista  como nas políticas públicas e gestão do estado.

A hora e a vez da Lua, ensaio de teoria do conhecimento por Marcos Cordiolli

Publicação – Astronomia
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O pequeno ensaio “A hora e a vez da Lua” propõe a categorização da Lua como planeta. Portanto, o complexo Lua-Terra seria definido com um sistema binário de planetas. É um exemplo de exercício de conceituação em teoria do conhecimento e de prática de epistemologia. O texto foi distribuído em listas de discussão de astronomia. Mas é inédito enquanto publicação.

Publicação “A formação de valores e a educação ambiental”, por Marcos Cordiolli

Publicação – Educação Ambiental
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O ensaio a “A formação de valores e a questão ambiental” discute a educação ambiental como um processo de formação de valores e padrões de conduta nas atividades de sala de aula. Esta publicação  foi encomendado pela minha amiga Aline Gonçalves para a revista do Grupo Educacional Opet. A publicação possibilitou um retorno grande de professores comentando e discutindo este texto. Também está publicado em: CORDIOLLI, Marcos. Ética, cidadania e formação de valores na sala de aula. Curitiba: A Casa de Astérion, 2009.

Consumo consciente e a educação para o consumo, por Marcos Cordiolli

A publicação “Consumo consciente e a educação para o consumo“ é uma entrevista publicada na revista da Escola Lúmen de Curitiba. Esta instituição tem se destacado por tratar com seriedade e criatividade de temas pedagógicos contemporâneos. Também está publicado em: CORDIOLLI, Marcos. Ética, cidadania e formação de valores na sala de aula. Curitiba: A Casa de Astérion, 2009.

Artigo: O Haiti, entre a miséria e a opressão, por Marcos Cordiolli

Publicação – História
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O ensaio “O Haiti, entre a miséria e a opressão” foi escrito para o jornal Mundo Jovem com circulação ampla professores de pequenas localidades. O texto apresenta brevemente a história deste pais centro-americano.

Vida e o destino dos povos mexicanos, publicação de Marcos Cordiolli

Publicação – História
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A publiação “Vida e o destino dos povos mexicanos”  foi publicado no  jornal Mundo Jovem com circulação ampla professores de pequenas localidades. O texto apresenta brevemente a história dos povos que vivem no México.

A história do povo judeu, publicação de Marcos Cordiolli

Publicação – História
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A publicação “A história do povo judeu” foi escrita para o jornal Mundo Jovem com circulação ampla professores de pequenas localidades. O texto apresenta brevemente a história do povo judeu.


Sociologia e filosofia na educação básica, por Marcos Cordiolli

Publicação – Teoria do Currículo – Marcos Cordiolli
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A “Sociologia e filosofia na educação básica” é um ensaio que discute as proposições para a sociologia e a filosofia na educação básica. O texto original apresentado no educador 2001, em São Paulo, problematizando alguns pontos reflexivos sobre o lócus da filosofia e da sociologia na educação básica.

As atividades extra-sala e temas extracurriculares, publicação de Marcos Cordiolli

Publicação – Gestão do trabalho pedagógico – Marcos Cordiolli
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O ensaio “As atividades extra-sala e temas extracurriculares” apresenta proposições de ações extra-classe articulada as propostas curriculares. Trata de um tema pouco explorado na literatura pedagógica brasileira.


Os conselhos municipais de educação e a gestão democrática, por Marcos Cordiolli

Publicação – Gestão da Escolar – Marcos Cordiolli
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O ensaio “Os conselhos municipais de educação e a gestão democrática” apresenta proposições para democratizar e fortalecer a relações entre os conselhos municipais de educação e as instituições escolares. Ensaio apresentado na forma de Palestra no Encontro Estadual de Conselheiros Municipais de Educação UNCME-Paraná em 2007.

Avaliação institucional: ferramenta para uma navegação segura, por Marcos Cordiolli

Publicação – Avaliação Institucional – Marcos Cordiolli
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“Avaliação institucional: ferramenta para uma navegação segura” é uma entrevista publicada a partir da conferência de Marcos Cordiolli no III  Fórum Nacional de Gestão Pública Educacional.

Ética, cidadania e formação de valores na sala de aula, por Marcos Cordiolli

Públicação – Ética e Cidadania – Marcos Cordiolli
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A publicação “Ética, cidadania e formação de valores na sala de aula” é coletânea reuniu diversas publicações que tratavam dos processos formativos de parâmetros de Ética e de ações para construção da cidadania na sala de aula. Trata ainda especificamente de temas como a educação ambiental, o preconceito e a educação para o consumo.

A formação de valores e padrões de conduta na sala de aula, por Marcos Cordiolli

Publicação -Formação Humana – Marcos Cordiolli
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O ensaio “A formação de valores e padrões de conduta na sala de aula (notas para um debate conceitual sobre transversalidade)” trata das formas de gestão do trabalho pedagógico em sala de aula para a formação de valores e padrões de conduta. Discute os conceitos de transversalidade e temas transversais proposto pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs).

Currículo, cultura escolar e gestão do trabalho pedagógico, por Marcos Cordiolli

Publicação – Teoria Curricular – Marcos Cordiolli
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O ensaio “Currículo, cultura escolar e gestão do trabalho pedagógico” discute os processos de formulação das propostas curriculares e os impactos na gestão do trabalho pedagógico em sala de aula e na cultura escolar. Trata ainda das formas de currículo oculto e dos meios para a organização dos conteúdos e dos saberes escolares.

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