Longa paranaense conquistou 1º lugar na categoria “Eleitos do Público”

Parana Oeste | Blog do Júlio | 29/06/2010
Com direção do curitibano Elói Pires Ferreira e produção dos cascavelenses Talício Cirino e Salete Machado (Tigre Filmes), o longa-metragem “Curitiba Zero Grau” acaba de faturar o primeiro lugar na categoria “Eleitos do Público”, no Cinesul 2011 – Festival  Ibero-Americano de Cinema e Vídeo, que acontece no Rio de Janeiro.
O CINESUL, também conhecido como Festival do Cinema Ibero-americano, teve este ano 933 inscritos, sendo que o Curitiba Zero Grau foi o único filme brasileiro de ficção selecionado para a Mostra Competitiva.
Exatamente na noite em que Curitiba teve os termômetros marcando 0°C pela primeira vez neste inverno (26/06), o filme recebe mais uma prova de sua empatia junto às plateias que já o assistiram; a exemplo do expressivo público alcançado no 32 Festival del Nuevo Cine Latinoamericano de la Habana (Cuba – dezembro de 2010) e no prestigiado FestRio 2010 (Rio de Janeiro – outubro).
Curitiba Zero Grau foi o vencedor do III Prêmio Estadual de Cinema e Vídeo do Paraná (2008) e, recentemente, um dos premiados pelo Programa Conta Cultura, da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná.
O elenco tem o “global” Jackson Antunes, além de outros 55 participantes, de Curitiba e de Cascavel.  A história é cativante. Na semana mais fria de um inverno curitibano, as trajetórias de quatro homens – um vendedor de automóveis, um motoboy, um catador de papel e um motorista de ônibus – sintetizam a luta pela sobrevivência na cidade. Seus caminhos quase não se cruzam, mas seus destinos se entrelaçam.

Filme Curitiba Zero Grau – Clipping

Cinesul premia filmes do Brasil, Argentina e coproduções Cuba/Brasil e Espanha/Itália

[Curitiba Zero Grau foi o vencedor na Eleição do público - Voto popular na cateogoria de Melhor Longa Ficção]

Jornal do Brasil | Cultura |27/06 às 16h11

O troféu Cinesul foi oferecido, na noite de ontem, a produções do Brasil, da Argentina e coproduções Cuba/Brasil e Espanha/Itália. A obra De mayor quiero ser soldado, realização conjunta da Espanha e da Itália, recebeu o prêmio de Melhor Longa de Ficção, enquanto o argentino Claudia ganhou a láurea de Melhor Documentário. Nos 13 dias do 18º Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo foram exibidos mais de 230 filmes, sendo em competição 19 longas e 56 curtas e médias-metragens, e os demais chegaramàs telas em mostras paralelas. Saiba mais

Festival encerra sua 18ª edição premiando a diversidade

[Curitiba Zero Grau foi o vencedor na Eleição do público - Voto popular na cateogoria de Melhor Longa Ficção]

Página do Cinema | 27-06-2011 | Cinesul 2011

Cena de “De Mayor Quiero ser Soldado”, eleito Melhor Filme de Ficção/DivulgaçãoA 18ª edição do Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo chegou ao fim ontem à noite, em cerimônia no Centro Cultural Correios. Produções do Brasil, Argentina e coproduções Cuba/Brasil e Espanha/Itália foram premiadas pelo júri oficial com o troféu Cinesul, confeccionado pela artista plástica Cristina Cabus. Durante os 13 dias do festival, foram exibidos 230 filmes, sendo 19 longas e 56 curtas e médias-metragens. Saiba mais

Cinesul encerra 18ª edição premiando filmes do Brasil, da Argentina e coproduções Cuba/Brasil e Espanha/Itália

[Curitiba Zero Grau foi o vencedor na Eleição do público - Voto popular na cateogoria de Melhor Longa Ficção]

Cinema.com.br | jun 27 2011

Produções do Brasil, Argentina e coproduções Cuba/Brasil e Espanha/Itália foram os premiados do júri oficial com o troféu Cinesul, oferecido pelo 18º Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo na noite de ontem, dia 26, em cerimônia no Centro Cultural Correios. Nos 13 dias de festival foram exibidos cerca de 230 filmes, sendo em competição 19 longas e 56 curtas e médias-metragens, e os demais chegaram às telas em mostras paralelas nos seguintes locais: Centro Cultural Banco Brasil, Centro Cultural Correios, Cinemateca do MAM, Ponto Cine de Guadalupe e Centro de Visitação do Jardim Botânico. O patrocínio foi do CCBB e dos Correios.

Votado pelo júri, a coprodução entre Espanha e Itália “De mayor quiero ser soldado”, de Christian Molina, recebeu o prêmio de melhor filme de ficção. “Claudia”, do argentino Marcel Gonnet foi escolhido o melhor longa-metragem de documentário. Na mostra competitiva Videosul, de curtas e médias-metragens, o vencedor na categoria documentário foi o brasileiro “Alumia”, de Andréa Ferraz e Carol Virgulino.  Já “Los minutos, las horas”, de Janaína Marques Ribeiro, uma coprodução Cuba/Brasil recebeu o prêmio de melhor ficção. Saiba mais

Conheça os filmes que estão competindo com o Curitiba Zero Grau no Cinesul 2011

CineSul 2011 – Mostra Competitiva – Longa Metragem – Ficção

ABALLAY, EL HOMBRE SIN MIEDO

Aballay era um gaúcho ressentido, ladrão, assassino; mas uma imagem faz com que uma pessoa repense toda a sua vida. Depois de matar brutalmente um homem, o olhar aterrorizado do filho de sua vítima lhe dá a consciência de sua selvageria e falta de humanidade, enchendo-o de confusão e horror por si mesmo. O olhar daquele menino não o abandona, e ele sabe que em qualquer momento sairá para procurá-lo… E vai achá-lo.

Aballay era un gaucho resentido, ladrón, asesino; pero una imagen hace que una persona se replantee toda su vida. Luego de matar brutalmente a un hombre, la mirada aterrorizada del hijo de su víctima le da conciencia de su salvajismo y falta de humanidad, llenándolo de confusión y horror por sí mismo. La mirada de aquel niño no lo abandona, y él sabe que en cualquier momento saldrá a buscarlo… Y lo va a encontrar. Saiba mais

Produtor diz que o evento amplia espaço para produções brasileiras e latinas no circuito

Imprensa – Curitiba Zero Grau

Globo Filmes – Página do Cinema -  Cinesul 2011 – 15-06-2011
Cena do documentário brasileiro "Malditos Cartunistas"/Divulgação

O Cinesul chega à sua 18ª edição e exibe o melhor da cinematografia recente dos países latinos e ibero-americanos. O festival, que acontece entre os dias 14 e 26 de junho no Rio de Janeiro, iniciou sua trajetória em 1994, como uma mostra do cinema do Mercosul. O evento ganhou proporções globais e nesta edição recebeu 933 inscrições de longas, medias e curtas metragens da América Latina, Espanha e Portugal. Entre os longas brasileiros, competem a ficção “Curitiba Zero Grau”, de Eloi Pires Ferreira,  e os documentários “Malditos Cartunistas”, de Daniel Paiva e Daniel Garcia, e  “Os Representantes”, de Felipe Lacerda.

A complexa jornada para selecionar as produções é feita por uma equipe de dez pessoas. A seleção leva em conta não só a qualidade, mas como também a técnica e o tema abordado. “O numero assusta, mas a maioria do material que recebemos é composta por curtas e médias-metragens. É um quebra-cabeça montar as mostras competitivas e paralelas do evento. Muitas vezes discutimos sobre o local que determinado filme deve entrar”, observa Leonardo Gavina, idealizador e produtor do festival.

Confira a programação do festival

Além das mostras competitivas e paralelas, o evento homenageia o diretor e produtor chileno Luis R. Vera, que ganha uma mostra com suas principais obras, todas inéditas no circuito carioca. “Quando eu soube do documentário ‘La Independencia Inconclusa’, entrei em contato com ele e disse que queria exibir o filme. Ele é uma figura importante para a cinematografia latino-americana. Percebi que seria importante fazer uma homenagem”, conta Gavina, que destaca o público cativo como uma das vantagens do evento: “As pessoas esperam pelo Cinesul, pois é uma oportunidade para assistir produções de alto nível que não chegam ao grande circuito”.

Para Leonardo Gavina, as produções brasileiras e latinas ganharão mais espaço no mercado internacional se o caminho da coprodução continuar. “Não é só uma forma de aumentar o numero de locais de exibição, como também de ampliar os recursos financeiros. Sem dúvida, os países latino-americanos precisam perceber que é necessário formar um mercado amigo e não competitivo”.

Nesta trajetória de 18 anos do festival, o organizador afirma ser difícil apontar um momento marcante. “A cada edição guardo uma lembrança boa ou até mesmo ruim, como a morte da minha sócia Angela José do Nascimento. O mais interessante no festival é que se criou uma rede social cinematográfica formada por amigos. Um dia você é participante e no outro você se torna parceiro”.

Curitiba Zero Grau no festival Cinesul, na Gazeta do Povo

Imprensa – Curitiba Zero Grau

Gazeta do Povo | Caderno G | Segunda-feira, 13/06/2011

Divulgação

Divulgação / Jackson Antunes faz o papel de um motorista de ônibus em Curitiba Zero Grau, de Elói Pires Ferreira Jackson Antunes faz o papel de um motorista de ônibus em Curitiba Zero Grau, de Elói Pires Ferreira

Cinema

Curitiba Zero Grau no festival Cinesul

Começa amanhã o Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo, no Rio de Janeiro. Até o dia 26 de junho, 230 filmes serão exibidos em diversos locais, inclusive em estações de metrô. Criado há 17 anos, em 1994, o festival ganhou dimensões de um grande evento e hoje é uma vitrine das produções cinematográficas latino-americanas e também da Península Ibérica.

Este ano, o Brasil participa com 74 obras, das quais 23 concorrem na mostra competitiva. Dentre os concorrentes, destaca-se o filme Curitiba Zero Grau, do diretor paranaense Elói Pires Ferreira, que já assinou a direção e a produção do longa O Sal da Terra, de 2008. Curitiba Zero Grau é o único longa-metragem inteiramente brasileiro concorrendo entre as ficções e um dos três longas nacionais da mostra competitiva, junto com os documentários Malditos Cartunistas, de Da­­niel Paiva e Daniel Garcia, e Os Re­­presentantes, de Felipe Lacerda.

O filme de Elói Pires Ferreira tem como cenário a capital paranaense, e traça uma trama com quatro protagonistas: um vendedor de automóveis, um motorista de ônibus, um motoboy e um catador de papel, que lutam diariamente para sobreviver em uma cidade fria, alheios à existência um do outro num primeiro momento. Curitiba Zero Grau foi vencedor do Prêmio Estadual de Cinema e Vídeo do Paraná em 2008 e conta com os atores Jackson Antunes, Edson Rocha, Lori Santos e Diego Kozievitch no elenco. De acordo com Marcos Cordiolli, produtor do filme, Curi­tiba Zero Grau deve entrar em cartaz na cidade em meados do ano que vem.

A História do Cinesul: conheça o Festival em que o filme Curitiba Zero Grau representa o Brasil

Imprensa – Curitiba Zero Grau
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Revista Beta, o cinema online | June 3, 2011|  Blog
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Por: Júlia Motta

Conheça o Festival em que o filme Curitiba Zero Grau representa o Brasil

O Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo – foi criado, em 1994, no Rio de Janeiro como uma mostra de cinema e vídeo dos países do Mercosul, a partir de iniciativa do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, tendo ampliado seu alcance já em sua terceira edição. Ao longo desses anos, cresceu e se estabeleceu definitivamente como uma vitrine da produção cinematográfica latino-americana. Desde a edição de 2006 passou a aceitar nas mostras competitivas trabalhos da Península Ibérica e, desde o ano 2008, filmes em todos os suportes.

Em 2010 foram exibidos cerca de 250 filmes de cinematografias de países como Brasil, Argentina, México, Espanha, Venezuela, Guatemala, Chile, Peru, entre outros. Desses, 19 longas e 54 curtas e médias-metragens participaram da competitiva e os demais chegaram às telas em mostras paralelas como “Palcos e Telas”, “Cinesul Ambiental”, “Arte Cinesul”, “Romance Latino”, “Foco Espanha”, “Bossas Musicais”, “Cinesul Animado”, “Cinesul Ambiental”, “Futebol Latino”, “Panorama Latino” e “TVs Universitárias”. Além dos filmes, o festival prestou homenagem à cineasta brasileira Lúcia Murat e ao Estúdio Cinédia, pelos seus 80 anos, e realizou o seminário “Cinema e História”.

Em 2010, 977 filmes foram inscritos para participar do festival. Do Brasil vieram mais da metade das produções, seguido da Espanha, Argentina e Venezuela. Países como França, Inglaterra e Canadá também inscreveram obras que versavam sobre algum tema ligado à latinidade. O Cinesul é fruto do trabalho da Pulsar Artes e Produção, empresa fundada pela pesquisadora e professora Ângela José do Nascimento, e agora dirigida pelo produtor e pesquisador Leonardo Gavina.

Publicação Original: Revista Beta

Cinesul terá 23 filmes brasileiros na competitiva de 2011

Imprensa – Curitiba Zero Grau
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Revista Beta, o cinema online | June 3, 2011|  Blog
Imagem do autor
Por: Júlia Motta

Um panorama da recente cinematografia dos países latinos e ibero-americanos chega às telas cariocas entre 14 e 26 de junho no 18º Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo. Serão 230 produções de vários países, sendo 74 participantes nas categorias competitivas de ficção e de documentário, divididas em 18 longas e 56 curtas e médias-metragens.  Desses, 10 por cento são filmes brasileiros que concorrem na competitiva, além de quatro coproduções com Costa Rica, Cuba, Portugal e Bolívia.  Nas competitivas estão também 11 filmes espanhóis, sete argentinos, sete mexicanos, quatro cubanos, três venezuelanos, dois portugueses, dois chilenos, dois colombianos e um costa-riquenho, um uruguaio e um peruano, além de cinco coproduções.  Com entrada franca, o festival acontece no Centro Cultural do Banco do Brasil, Centro Cultural Correios, Cinemateca do MAM, Centro de Visitantes do Jardim Botânico e Ponto Cine. Haverá ainda exibição de filmes em estações do Metrô. O patrocínio é do Banco do Brasil e dos Correios.

Entre os longas brasileiros que participam da competitiva estão “Curitiba Zero Grau”, de Eloi Pires Ferreira, em ficção;  “Malditos Cartunistas”, de Daniel Paiva e Daniel Garcia e “Os representantes”, de Felipe Lacerda em documentário.  Na categoria curta e média-metragem de ficção concorrem  nove filmes e na de documentário estão 11 produções nacionais. Outras produções nacionais serão  exibidas nas mostras paralelas como  “Palcos e Telas”, “Foco Espanha”, “Bossas Musicais”, “Cinesul Animado”, “Cinesul Ambiental” e “ Cinesul Fantástico”, uma das novidades desse ano que trará produções que vão da ficção científica aos cine horror. Saiba mais

Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema Vídeo – terá 23 filmes brasileiros na competitiva de 2011

 | Imprensa | Curitiba Zero Grau
Site do www.cinema.com.br | Posted on Qui, 02 de Junho de 2011 19:37

Um panorama da recente cinematografia dos países latinos e ibero-americanos chega às telas cariocas entre 14 e 26 de junho no 18º Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo. Serão 230 produções de vários países, sendo 74 participantes nas categorias competitivas de ficção e de documentário, divididas em 18 longas e 56 curtas e médias-metragens.  Desses, 10 por cento são filmes brasileiros que concorrem na competitiva, além de quatro coproduções com Costa Rica, Cuba, Portugal e Bolívia.  Nas competitivas estão também 11 filmes espanhóis, sete argentinos, sete mexicanos, quatro cubanos, três venezuelanos, dois portugueses, dois chilenos, dois colombianos e um costa-riquenho, um uruguaio e um peruano, além de cinco coproduções.  Com entrada franca, o festival acontece no Centro Cultural do Banco do Brasil, Centro Cultural Correios, Cinemateca do MAM, Centro de Visitantes do Jardim Botânico e Ponto Cine. Haverá ainda exibição de filmes em estações do Metrô. O patrocínio é do Banco do Brasil e dos Correios.

Entre os longas brasileiros que participam da competitiva estão “Curitiba Zero Grau”, de Eloi Pires Ferreira, em ficção;  “Malditos Cartunistas”, de Daniel Paiva e Daniel Garcia e “Os representantes”, de Felipe Lacerda em documentário.  Na categoria curta e média-metragem de ficção concorrem  nove filmes e na de documentário estão 11 produções nacionais. Outras produções nacionais serão  exibidas nas mostras paralelas como  “Palcos e Telas”“Foco Espanha”, “Bossas Musicais”, “Cinesul Animado”, “Cinesul Ambiental” e “ Cinesul Fantástico”, uma das novidades desse ano que trará produções que vão da ficção científica aos cine horror. Saiba mais

Revista de Cinema: “Curitiba Zero Grau” representa o Brasil no Cinesul 2011

Cinesul divulga filmes selecionados para mostras competitivas
Revista de Cinema Online em 02/06/2011

O 18º Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo, que ocorre entre 14 e 26 de junho, no Rio de Janeiro, divulgou a lista de filmes selecionados para as mostras competitivas de longas de ficção, documentário e de curtas e médias de ficção. São 74 filmes. No total, contando as mostras paralelas, serão 230 filmes.

Os filmes selecionados:

Competitiva longas ficção

  • De mayor quiero ser soldado, de Christian Molina- Espanha/Itália
  • El Último Comandante, de Isabel Martínez e Vicente Ferraz – Costa Rica/ Brasil
  • Aballay, el hombre sin miedo, de Fernando Spiner – Argentina
  • Naufrágio, de Pedro Aguilera- Espanha
  • Curitiba Zero Grau, de Eloi Pires Ferreira – Brasil
  • Lisanka, de Daniel Díaz Torres – Cuba
  • Pompeya, de Tamae  Garateguy  – Argentina
  • Los Papeles de Aspern, de Mariana Hellmund – Venezuela/USA
  • Vaho, de Alejandro Gerber Bicecci- México Saiba mais

Festival Cinesul 2011 divulga os filmes selecionados para a competição

 | Imprensa | Curitiba Zero Grau
Globo Filmes | 20-05-2011 |Cinesul 2011

 

Em cartaz entre os dias 14 e 26 de junho, o Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo vai exibir 230 produções inéditas no Brasil, de 15 países diferentes, no Rio de Janeiro.

“Este ano tivemos 933 filmes inscritos. As produções foram finalizadas entre 2009 e 2011 e vêm de vários países como Argentina, México, Cuba, além de coproduções de Canadá/Venezuela; Espanha/Itália, entre outros. Procuramos selecionar trabalhos diversificados tanto para a competitiva quanto para as mostras paralelas”, destaca Leonardo Gavina, organizador do festival.

O festival apresenta mostras competitivas de ficção e de documentários. O Brasil compete com longas de ficção (“Curitiba Zero Grau”, de Eloi Pires Ferreira) e documentário (“Malditos Cartunistas”, de Daniel Paiva e Daniel Garcia; “Os Representantes”, de Felipe Lacerda). Na seleção de curtas e médias, o país também está representado em ficção (“Um Animal Menor, de Pedro Harres e Marcos Contreras; “Homem-Ave”, de Rafael Saar; “Traz Outro Amigo Também”, de Frederico Cabral; “A Cidade e o Desejo nº 5”, de Gabriel Bitar; “Cachoeira”, de Sergio José de Andrade; “Eu Não Quero Voltar Sozinho”, de Daniel Ribeiro”, “Sambatown”, de Cadu Macedo; “Tempestade”, de Cesar Cabral; “Scratch”, de Fred Luz) e documentário (“O Gigante do Papelão”, de Barbara Tavares; “A Dama do Peixoto”, de Douglas Soares e Allan Ribeiro; “Alumia”, de Andrea Ferraz e Carol Vergolino; “Taba”, de Marcos Pimentel; “O Vermelho de Selarón”, de Rafael Bacelar e Rodolfo Gomes; “Babás”, de Consuelo Lins; “Angeli 24h”, de Beth Formaggini ; Na Trilha do Bonde, de Virginia Flores; “Zé[S]”, de Piu Gomes).

Nesta edição, o diretor e produtor chileno Luis Vera será homenageado, com direito a mostra com suas principais obras, todas inéditas no circuito carioca. O evento também traz mostras paralelas como “Palcos e Telas”, “Foco Espanha”, “Bossas Musicais”, “Cinesul Animado”, “Cinesul Ambiental” entre outras.

O Cinesul acontece no Centro Cultural do Banco do Brasil, Centro Cultural Correios, Cinemateca do MAM, Centro de Visitantes do Jardim Botânico e Ponto Cine. Haverá ainda exibição de filmes em estações do Metrô. Todas as exibições terão entrada franca.

Original: Globofilmes

Curitiba do Frio, por Aroldo Murá

Coluna do Aroldo Murá | Jornal Indústria & Comércio | 13/jun/2011 19:22

CURITIBA DO FRIO REVELA OS DRAMAS DE “ZERO GRAU”

Elói Pires Ferreira pode ser classificado de “curitibano típico” e de nova geração de grandes diretores que o cinema paranaense vai entregando ao país. Dono de recatada expressão verbal, meticuloso, obcecado por seus alvos, ele é também o cineasta que classifico como “de olho grudado na dimensão interior do ser humano”. Admito que esta é uma definição muito minha. Mas cai, na medida, no tipo psicológico que o diretor revela ter; e explica as preocupações que norteiam seu trabalho até agora. E com essas características, vai ele construindo uma obra de qualidade.

CURITIBA DO FRIO – 2

Tivemos o “Rio 40 Graus”, de Pereira dos Santos, um mergulho na fauna humana da dita “Cidade Maravilhosa” tangenciada pelo termômetro lá nas alturas. Amores, desamores, dramas e comédias perpassam o filme que marcou época e estabeleceu uma divisória no feérico tropicalismo brasileiro. Com “Curitiba Zero Grau” Elói Pires Ferreira chega no nosso ponto ômega, o frio, o fenômeno climático de que, se nos orgulhamos dele em certos momentos, é também escapatória e desculpa para nossas contradições, para o ensimesmar-se que aparentemente gera apenas egoístas e autocentrados. Pura aparência, mostrará o cineasta. O filme de Elói está com mais dois nacionais no Cinesul, o Festival Iberoamericano de Cinema e Vídeo do Rio de Janeiro, que começa hoje e vai até dia 25. São 230 filmes a serem exibidos em diversos locais.

“O SAL DA TERRA”

Recomendo a fita “O Sal da Terra”, de 2008, com que Elói conquistou justo reconhecimento. Ganhou premios como o “Margarida de Prata da CNBB”, 2009 e o “II European Spiritual Film Festival”, como o melhor filme de 2009, em Paris. O filme pode ser encontrado em locadoras. Trata dos encontros e desencontros de um padre na sua faina de participar e dar respostas aos dramas cotidianos de seus “paroquianos”, caminhoneiros, e os que gravitam à beira das rodovias.

Histórias de Elói Pires Ferreira na Coluna do Aroldo Murá G. Haygert

Imprensa – Eloi Pires Ferreira – Curitiba Zero Grau – O Sal da Terra
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JC News. Jornal Indústria & Comérico | Coluna do Aroldo Murá |quarta-feira 09/mar/2011 18:54

JUSTIÇA/CINEMA

Eloi Pires Ferreira: histórias
Eloi Pires Ferreira, diretor do filme “Curitiba zero grau”, que deve fazer boa carreira na tela grande, pede-me que registre – “por justiça” – os nomes dos produtores da fita, sua equipe essencial: Tilico Sirino, Salete Machado, Marcos Cordiolli e J.Olímpio.

Fez-se justiça, Eloi.

CINEMA – 2

Eloi pode um dia escrever um livro sobre a história do cinema paranaense, que começou em 1907, com Aníbal Requião.

Aramis Millarch: cinema

Formado jornalista, ele já foi convidado a levantar material sobre os primórdios de nosso cinema, assunto de que se ocuparam nomes como Aramis Millarch, Valêncio Xavier e Francisco Alves do Santos (por anos, dirigiu a Cinemateca de Curitiba e tem um dicionário do cinema paranaense).

Enquanto se concentra na fita “Curitiba, zero grau”, a ser lançada no segundo semestre, Eloi não deixa de expor a tradição cinematográfica curitibana.

Recorda que Artur Roger, um empresário aficcionado na arte cinematográfica, tentou, nos anos 1920, fazer da cidade uma mini-Hollywood.

Publicação Original: JCNews

‘Curitiba Zero Grau’ conquista público cubano

Por Kethleen Simony | da Gazeta do Paraná | 21/12/2010.

Na Mostra Panorama Latino-Americano, duas exibições programadas não foram suficientes para o público, que viu o filme produzido outras três vezes.

Leia matéria completa.

Curitiba Zero Grau é bem recebido em Havana

Imprensa – Curitiba Zero Grau
Gazeta do Povo. Caderno G. Publicado em 14/12/2010 .Cinema

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Curitiba Zero Grau (2010), segundo longa-metragem do diretor curitibano Elói Pires Ferreira (O Sal da Terra, de 2008), ainda inédito no circuito comercial, foi recebido calorosamente pelo público cubano durante a Mostra Panorama Latino-Americano, do Festival de Cinema de Ha­­vana, realizado de 2 a 12 de de­­zembro.

A produtora Salete Sirino conta que os cinemas com capacidade de cerca de mil lugares estavam lotados, e o filme, que a princípio seria exibido duas vezes, foi exibido cinco vezes. “Em Cuba, a cultura de cinema é fortíssima e ela foi construída a partir da educação, as pessoas de diversos segmentos profissionais são cinéfilos, sua formação cultural é construída a partir do hábito de assistir filmes e debater sobre eles desde pequenos”, conta a produtora.

Publicação Original: Gazeta do Povo.

CuritibaCultura entrevista o cineasta Eloi Pires Ferreira

Imprensa – Eloi Pires Ferreira – Curitiba Zero Grau – O Sal da Terra
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Blog Curitiba Cultura | Enviado por diogo, seg, 04/10/2010 – 17:15
Entrevista com o cineasta Eloi Pires Ferreira

Exatamente no momento que eu posto essa entrevista (17h15),estréia no Festival do Rio o filme Curitiba Zero Grau. O longa-metragem dirigido por Eloi Pires Ferreira foi o vencedor do Prêmio Estadual de Cinema e Vídeo do Paraná – 2008, e conclui sua tarefa de chegar as telas no dia de hoje. Para saber mais sobre o filme, festival e referências, fomos até a casa de Eloi para realizar a entrevista que segue abaixo:

CuritibaCultura: O grande motivo desta entrevista é a estréia do filme Curitiba Zero Grau no Festival do Rio. Eu gostaria que vc falasse sobre o Festival – a importância dele – e sobre essa categoria em que o filme foi classificado.

Eloi Pires Ferreira: Esse no momento é um dos festivais mais importantes do país e, talvez seja no momento, o mais badalado. De maior prestígio no que se refere a mercado, pra quem tá lançando filme, acabou de concluir filme, ou está preparando a distribuição: é uma ótima vitrine pra esse tipo de coisa. Então ele é um festival bem importante, é internacional, vem gente do mundo inteiro participar, assistir, ver o que está rolando aqui. A maior parte dos filmes que estão participando do festival são filmes estrangeiros. Dos filmes brasileiros – eu não sei quantos tem exatamente, nossa produção está bem grande – tem curtas, na categoria de longas tem ficção e documentário e tem a mostra competitiva – que é a mostra principal. Têm também a mostra retrospectiva, que aborda algum autor e tal, e tem essa mostra que se chama Novos Rumos. E na categoria ficção dos filmes dessa mostra (Novos Rumos) tem três filmes só: um de São Paulo, outro do Rio e o nosso. Saiba mais

Festival do Rio 2010: filmes nacionais

Curitiba Zero Grau | Imprensa

Cenas de Cinema | festivais e mostras | 7 de setembro de 2010 às 10:59 pm|Por Redação

Refletindo o aumento do número de produções brasileiras no mercado, o Festival do Rio traz em sua seleção mais de 70 títulos nacionais, entre longas e curtas-metragens.

Além dos selecionados para a Première Brasil, os títulos brasileiros também marcam presença em várias das mostras do evento, que acontece  entre os dias 23 de setembro e 7 de outubro.

Também nacionais são os filmes selecionados para a abertura e encerramento do festival: A Suprema Felicidade, de Arnaldo Jabor, e Lope, de Andrucha Waddington, respectivamente.

Confira abaixo a lista completa dos títulos brasileiros presentes no FestRio.

MOSTRA COMPETITIVA LONGA-METRAGEM

Ficção

Além da Estrada, de Charly Braun
Boca do Lixo, de Flavio Frederico
Como Esquecer, de Malu De Martino
Elvis & Madona, de Marcelo Laffitte
Malu de Bicicleta, de Flavio Tambellini
Riscado, de Gustavo Pizzi
O Senhor do Labirinto, de Geraldo Motta
Trampolim do Forte, de João Rodrigo Mattos
VIPS, de Toniko Mello

Documentários Saiba mais

Como fazer cinema em Curitiba

——————–Imprensa – Filme Curitiba Zero Grau

Divulgação / Jackson Antunes, vive um dos protagonistas de Curitiba Zero Grau, que entrelaça várias histórias Jackson Antunes, vive um dos protagonistas de Curitiba Zero Grau, que entrelaça várias histórias


Como fazer cinema em Curitiba

O diretor Eloi Pires Ferreira explica as dificuldades na produção de um filme fora do eixo

Gazeta do Povo, Caderno G. Audiovisual. Curitiba. Publicado em 28/02/2010 | Rodrigo Vaz, especial para a Gazeta do Povo

O cinema paranaense está em boa fase. Porém, apenas graças a equipes criativas e cooperativas, “que vestem a camisa”, como afirma o diretor Eloi Pires Ferreira. Foi o que ocorreu em O Sal da Terra, primeiro longa-metragem sob sua direção, lançado em 2008, e agora no filme Curitiba Zero Grau, projeto em fase de finalização.

Essa criatividade é definida pelo cineasta como a capacidade da equipe trabalhar com um orçamento abaixo do necessário. Segundo ele, os incentivos públicos estão defasados. Curitiba Zero Grau ganhou o Prêmio Estadual de Cinema e Vídeo em 2008, financiando o projeto em R$ 1 milhão. “Para produzir um filme como esse, precisaríamos de pelo menos o dobro”, afirma.

Ferreira não diminui a importância dos incentivos, mas diz que os investidores precisam entender que cinema é uma atividade estratégica. Além de gerar emprego, resgata e consolida os elementos culturais do país, divulgando-o internacionalmente. O Sal da Terra, por exemplo, foi exibido em diversos países. Na França, ganhou o prêmio de melhor filme no Festival Europeu de Filmes Espirituais de 2009.

Além disso, o diretor aponta as dificuldades de exibição e distribuição. “A cópia de um longa-metragem pronto, em 35 mm, custa cerca de R$ 7 mil.” Segundo ele, para uma carreira razoável, são necessários pelo menos R$ 500 mil, metade do que foi gasto para produzi-lo.

Ferreira também afirma que os apoiadores devem lançar um olhar mais atento ao fato de que poucos filmes chegam ao circuito comercial. “O cinema tornou-se muito elitizado e o acesso é restrito. Precisamos é popularizá-lo, com preços e os espaços de exibição mais acessíveis, que favoreçam cada vez mais o público.”

Hedeson Alves/Gazeta do Povo

Hedeson Alves/Gazeta do Povo / Eloi Pires Ferreira Ampliar imagem

Eloi Pires Ferreira

Detalhes

Confira algumas informações sobre Curitiba Zero Grau

- O filme é o segundo longa-metragem do diretor Eloi Pires Ferreira (foto).

O primeiro foi O Sal da Terra, de 2008. Curitiba Zero Grau está em fase final de edição de som. Sem data prevista para a estreia, poderá ser exibido a partir do ano que vem.

- No elenco estão os atores Jackson Antunes, Edson Rocha, Lori Santos e Diegho Kozievitch.

- A produtora titular do filme é a Tigre Filmes, dos cascavelenses Talício Sirino e Salete Machado. Como coprodutores estão a Labo Vídeo, de Eloi Pires Ferreira e Marcos Cordiolli, e J. Olímpio.

Para maiores informações, o site do filme é www.curitibazerograu.com.br.

Com todas as dificuldades, Ferreira afirma que há um forte movimento de regionalização do cinema brasileiro, impulsionando a produção paranaense em cidades como Cascavel, Londrina e Maringá, além da capital. Prova disso foi a parceria formada em Curitiba Zero Grau, entre as produtoras Tigre Filmes, de Cascavel, a curitibana Labo Vídeo e o produtor J. Olímpio.

Estreia

O novo filme do diretor deve demorar um pouco mais para entrar em cartaz. A previsão inicial da estreia era para o dia 29 de março, aniversário de Curitiba, mas o longa só vai estrear nos cinemas a partir do segundo semestre.

A razão para o adiamento é que o filme, para concorrer em festivais, precisa ser inédito, explica o diretor. Inscrevê-lo nas principais mostras do país significa aumentar sua visibilidade. Por enquanto, os interessados podem conferir as principais informações sobre a produção no site do filme.

O filme conta a história de quatro personagens envolvidos pelo trânsito: um motoboy, um vendedor de automóveis, um motorista de ônibus e um catador de papel. Segundo Ferreira, o filme trata de relações humanas. “Fala sobre como a atitude de alguém pode influenciar na de outras pessoas”.

“A intenção é mostrar um outro Brasil, ou um Brasil que muitos não conhecem – o paranaense”, explica. À exceção do ator Jackson Antunes, toda a equipe é local. O diretor diz que Curitiba é um manancial de bons atores e técnicos, e que isto está colaborando muito para o audiovisual brasileiro.

DVD

O Sal da Terra já está disponível em DVD, à venda nas livrarias Curitiba. Segundo o diretor, houve uma procura grande pelo filme durante uma série de exibições itinerantes promovidas por um dos patrocinadores.

As sessões, que ocorriam em postos de gasolina, tinha como principal público os caminhoneiros. Ferreira lembra que eles saíam emocionados das sessões, identificados com o protagonista, um padre caminhoneiro.

Orignial: Gazeta do Povo.

“Curitiba Zero Grau” fala dos encontros e desencontros da vida

Blog – Curitiba Zero Grau

A equipe do longa se preparando para a gravação de mais uma semana
Encontros e desencontros. Como atitudes pequenas podem afetar direta ou indiretamente o destino de alguém que não conhecemos? Foi o que Altenir Silva, Erico Beduschi e Eloi Pires Ferreira pensaram ao escrever o roteiro do longa “Curitiba Zero Grau”.
A trama conta a história de quatro personagens que se dividem no protagonismo: um comerciante de carros; um motoboy; um motorista de ônibus e um coletor de lixos recicláveis.
Segundo Eloi, roteirista e diretor do longa, “Curitiba Zero Grau” não tem esse nome por acaso. O frio da cidade há muito é comparado ao comportamento do curitibano e essa fama está sutilmente tratada, já que o filme se passa durante uma semana muito gelada na capital paranaense.
De acordo com o diretor, todas as cenas foram filmadas em Curitiba e tiveram início no dia 19 de maio. O término das gravações estava previsto para o dia 29 de junho, mas alguns imprevistos e a busca por melhores imagens atrasaram o andamento das filmagens, que ainda estão em processo de finalização. “Fazer cinema é um trabalho sem fim. Não no sentido da dificuldade, mas na direção do nunca estar terminado. Quantas vezes já tivemos a sensação – depois de finalizado um filme – de que ele poderia conter mais e mais elementos, mais dramaturgia, mais intensidade, mais, mais e mais. Isso é muito comum e é o que estamos buscando” conta Eloi Pires.
A equipe técnica é composta por 40 pessoas e no elenco, entre atores e figurantes, mais de 60 pessoas participam. Destaque especial para o personagem Ramos, interpretado por Jackson Antunes – o Leo­nardo da novela A Favorita, exibida na Rede Globo no ano passado.
O longa é fruto do Prêmio Estadual de Cinema e Vídeo, que destina R$ 180 mil a três telefilmes e R$ 1 milhão a um longa-metragem. Eloi e sua equipe levaram para casa a terceira edição deste prêmio, realizado em 2008. Além disso, “Curitiba Zero Grau”, é uma parceria entre a Tigrefilmes e a Labo Comunicação.
O filme terá cerca de 90 minutos, sua estréia está prevista para o início de 2010 e será exibido no circuito de festivais e de cinema comercial. Também será exibido em TV aberta e paga, além de distribuído em DVD e locadoras de filme, no Brasil e no exterior. O longa é um empreendimento de produtores experientes e conta com técnicos e atores de renome nacional. De acordo com Eloi Pires Ferreira, “Curitiba Zero Grau” está sendo cuidadosamente construído e promete surpreender o público. “Para que não falte o ânimo, o fôlego e a lucidez vamos invocando as melhores energias interiores, vamos sacando o melhor da nossa vontade para compor um trabalho que, depois de pronto, não será mais apenas nosso. Se tudo correr bem, como desejamos, será mais uma obra da cinematografia brasileira gestada e feita no Paraná”, finaliza o diretor entusiasmado.
Por: Patrícia Sheisi
Edição: Tabata Viapiana
Fotos: Acervo da produção do filme
Publicação Original – blog Cineacademia

Cineastas Paranaenses: desconhecidos, mas premiados!

Imprensa – Eloi Pires Ferreira – Curitiba Zero Grau – O Sal da Terra
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Blog CineAcademia | sábado, 12 de setembro de 2009

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Embora a história do cinema paranaense não seja de tanto sucesso, alguns curtas, diretores e artistas do estado já receberam premiações.

Dentre os de maior destaque está José Maria Santos, primeiro ator paranaense a receber uma premiação do cinema nacional com reconhecimento pela atuação como Dr. Aurélio no filme “Aleluia Gretchen”, de Silvio Back. Zé Maria, como é conhecido, recebeu o prêmio Kikito, como melhor ator coadjuvante, sendo este apenas um de seus tantos outros prêmios.

Filmes reconhecidos

Já para os anos mais recentes os representantes do estado receberam honrarias com mais freqüência. Em 2002, o média-metragem “O fim do ciúme”, de Edson Bueno e Luciano Coelho, foi premiado na categoria 16 mm do Festival de Cinema de Gramado. Edson Bueno teve, em 2000, seu primeiro roteiro cinematográfico “Paisagem de Meninos” agraciado com o prêmio nacional do Ministério da Cultura.
No Festival Santista de Curtas-Metragens de 2008, o curta “Satori Uso”, de Rodrigo Grota e Rodrigo Lopes, recebeu o prêmio de Melhor Roteiro. No mesmo evento, Diko Florentino recebeu o prêmio na categoria Melhor Montagem, pelo curta “Convergências”.
E não para por aí. Na 3ª edição do Festival do Paraná de Cinema Latino, realizado entre os dias 06 e 12 de outubro de 2008, no Museu Oscar Niemeyer, o longa-metragem ‘Mistéryos’, de Beto Carminatti e Pedro Merege, foi considerado como o de melhor direção.
Até mesmo em produções de cunho religioso o estado se destacou e recebeu prêmios. Neste ano, o longa-metragem “O Sal da Terra”, de Eloi Pires Ferreira, recebeu o Margarida de Prata da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e o troféu de melhor longa de ficção do 2º European Spiritual Film Festival, evento Francês.
Aos poucos, o cinema paranaense vai conquistando prêmios e prestígio. Mas, ainda há muito caminho para trilhar!

Texto: Thainá Laureano
Edição: Giovana Gulin
Publicação Original: Blog Cine Academia

Eloi tem lama no sapato, por José Carlos Fernandes

Imprensa – Eloi Pires Ferreira – Curitiba Zero Grau – O Sal da Terra
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Gazeta do Povo | Colunistas. Publicado em 27/03/2009 | jcfernandes@gazetadopovo.com.br

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José Carlos Fernandes

 / Foto: Divulgação - Arte: Felipe Lima Foto: Divulgação – Arte: Felipe Lima

Eloi tem lama no sapato

Quando criança, Semana Santa para mim era sinônimo de Procissão do Senhor Morto. Ai, que saudade me dá – lá se dava o encontro do Filho Sofredor com a Virgem Dolorosa. E se ouvia o canto da Verônica, de dar dó com seu latim tão maltratado quanto o Sudário que desenleava do alto de uma cadeira. Cá entre nós, à revelia dos efeitos especiais paroquianos, a cena valia por uns três dias seguidos de Sessão da Tarde ou por um domingo devarde no Lago Azul – o do Umbará, claro.

Mas o melhor mesmo era a cerimônia das três da tarde na Sexta-Feira da Paixão. Na leitura do Evangelho se ouvia um sacerdote sorumbático, quase a soletrar: “Eloi, Eloi, lama sabactani” – ou “meu Deus, por que me abandonaste?” Não tinha pio nem folhetinhos ao vento. Só os estalos das telhas de Eternit pelando. Toc-trec – “eis o lenho da cruz”. Já nos bastidores, a gurizada se partia de rir com uma tradução apócrifa do aramaico –“Elói, Elói, tem lama no sapato.” Era uma versão brotada do espírito de porco que rondava os paralelepípedos da Água Verde. Fazia-se pouco dos rigores da excomunhão. Ah, pecadores! Saiba mais

Eloi Pires Ferreira: “Não existe cinema fácil, independente da localização”

Imprensa – Eloi Pires Ferreira – Curitiba Zero Grau – O Sal da Terra

Por Jornalismo Cesumar em 03/11/2008

Cineasta avalia panorama cinematográfico paranaense e contextualiza inserção de filmes do Estado na produção nacional

Tathianne Chiquette
Foi em um estágio na Cinemateca de Curitiba, durante a graduação em jornalismo, que Eloi Pires Ferreira, 53, começara a trabalhar com cinema. Em 1990, produziu seu primeiro curta-metragem intitulado  “Vamos Junto Comer Defunto”. Na época, em virtude da ausência de leis de incentivo à sétima arte, o cineasta gastou todo dinheiro que economizara para comprar um apartamento na finalização do curta. Em 1997, produziu o curta-metragem “Valdir & Rute” e, em 2001, o curta “Polaco da Nhanha”. O último trabalho do cineasta, o longa-metragem  “O Sal da Terra” foi exibido  este ano no V Festival de Cinema de Maringá e, recentemente, nas salas de cinema da cidade.

Em entrevista via e-mail ao jornal Matéria Prima, o cineasta abordou a inserção nacional da produção cinematográfica paranaense. Com uma bagagem de 25 anos dedicados ao cinema, Ferreira contextualizou as respostas com experiências cinematográficas e observações pessoais.

O Paraná não faz parte do tradicional circuito cinematográfico nacional, com destaques para os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Como é produzir filmes em um Estado à margem do mercado cinematográfico nacional?
Desde que a atividade cinematográfica foi introduzida no Brasil, há mais de cem anos, os principais centros produtores de cinema do país foram Rio de Janeiro e São Paulo, até porque essas duas cidades, além de concentrarem as maiores populações, sempre foram a grande referência não só na cultura, mas em todas as outras áreas.  Isso, porém, nunca impediu que – também desde os primórdios – houvesse manifestação criativa cinematográfica em outros Estados (com os chamados ciclos), como Pernambuco, Bahia, Minas, Rio Grande do Sul etc. E nesse contexto ancestral de descentralização, o Paraná marcou presença em vários momentos. É lógico que o eixo Rio/S. Paulo, por razões óbvias, continua detendo a hegemonia e deve continuar assim ainda por muito tempo. Mas o cinema, dito fora do eixo cresceu muito em expressão e o Paraná – mesmo com sua tradicional timidez (principalmente política) e seu histórico de altos e baixos – sempre contribuiu e, agora mais do que nunca, contribui de forma muito significativa para com esse avanço da cinematografia nacional.  Nos últimos três anos, além de uma infinidade de curtas, saíram e estão saindo do forno quase dez longas de ficção pra cinema (em película) e o mesmo tanto de longas documentários telefilmes (no suporte digital). Quanto à dificuldade de se produzir à margem, não existe cinema fácil, independentemente da localização geográfica. Saiba mais

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