Operação Rapina” mostra a diversidade cultural do Paraná.
10/14/2011 Deixe um comentário

Web Site de Marcos Cordiolli. Disponibiliza publicações e informações sobre Educação, Humanidades e Cinema
10/14/2011 Deixe um comentário

06/28/2011 Deixe um comentário
O Curitiba Zero Grau foi o vencedor na eleição do público – Voto popular na cateogoria de Melhor Longa Ficção no CineSul 2011 – Festival Latino-Americando de Cinema e Vídeo.
Veja catálogo e o programa completo do evento:
Outras informações:
06/28/2011 Deixe um comentário
Jornal do Brasil | Cultura |27/06 às 16h11
O troféu Cinesul foi oferecido, na noite de ontem, a produções do Brasil, da Argentina e coproduções Cuba/Brasil e Espanha/Itália. A obra De mayor quiero ser soldado, realização conjunta da Espanha e da Itália, recebeu o prêmio de Melhor Longa de Ficção, enquanto o argentino Claudia ganhou a láurea de Melhor Documentário. Nos 13 dias do 18º Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo foram exibidos mais de 230 filmes, sendo em competição 19 longas e 56 curtas e médias-metragens, e os demais chegaramàs telas em mostras paralelas. Saiba mais
06/28/2011 Deixe um comentário
[Curitiba Zero Grau foi o vencedor na Eleição do público - Voto popular na cateogoria de Melhor Longa Ficção]
Página do Cinema | 27-06-2011 | Cinesul 2011
A 18ª edição do Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo chegou ao fim ontem à noite, em cerimônia no Centro Cultural Correios. Produções do Brasil, Argentina e coproduções Cuba/Brasil e Espanha/Itália foram premiadas pelo júri oficial com o troféu Cinesul, confeccionado pela artista plástica Cristina Cabus. Durante os 13 dias do festival, foram exibidos 230 filmes, sendo 19 longas e 56 curtas e médias-metragens. Saiba mais06/28/2011 Deixe um comentário
Blog de notícias, traillers, clipping eletrônico e artigos de imprensa sobre o Filme Curitba Zero Grau.
06/17/2011 Deixe um comentário
Blog com notícias, trailers, clipping eletrônico e artigos de imprensa sobre o Filme Curitiba Zero Grau.
Marcos Cordiolli é produtor associado e produtor executivo do Curitiba Zero Grau.
06/17/2011 Deixe um comentário
CineSul 2011 – Mostra Competitiva – Longa Metragem – Ficção
ABALLAY, EL HOMBRE SIN MIEDO
Aballay era um gaúcho ressentido, ladrão, assassino; mas uma imagem faz com que uma pessoa repense toda a sua vida. Depois de matar brutalmente um homem, o olhar aterrorizado do filho de sua vítima lhe dá a consciência de sua selvageria e falta de humanidade, enchendo-o de confusão e horror por si mesmo. O olhar daquele menino não o abandona, e ele sabe que em qualquer momento sairá para procurá-lo… E vai achá-lo.
Aballay era un gaucho resentido, ladrón, asesino; pero una imagen hace que una persona se replantee toda su vida. Luego de matar brutalmente a un hombre, la mirada aterrorizada del hijo de su víctima le da conciencia de su salvajismo y falta de humanidad, llenándolo de confusión y horror por sí mismo. La mirada de aquel niño no lo abandona, y él sabe que en cualquier momento saldrá a buscarlo… Y lo va a encontrar. Saiba mais
06/13/2011 Deixe um comentário
O CineSul 2011 – Festival Latino-Americando de Cinema e Vídeo publicou o catálogo e o programa completo do evento.
O catálogo contém a sinopese de todos os filmes programados para o evento.
O programa contém a grade de exibição de todos os filmes exibidos no evento.
O Curitiba Zero Grau representa o Brasil na mostra competitiva de longa-mentragem.
Exibições do Curitiba Zero Grau no Cinesul
Outras informações:
06/03/2011 Deixe um comentário
O Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo reúne 230 produções inéditas no Brasil e de 15 países diferentes. As produções foram finalizadas entre 2009 e 2011 e vêm de vários países como Argentina, México, Cuba, além de coproduções de Canadá/Venezuela; Espanha/Itália, entre outros. O Cinesul ocorre no Rio de Janeiro entre os dias 14 e 26 de junho de 2011.
O Curitiba Zero Grau representa o Brasil na Mostra Competitiva de Longas Metragens do Cinesul 2011. O Brasil ainda é co-produtor com a Costa Rica do “El Último Comandante” de Isabel Martínez e Vicente Ferraz. Duas outras co-produções participam do Cinesul 2011: uma da Espanha/Itália e outra da Venezuela/USA. Ainda integram a mostra filmes da Argentina (com dois representantes), Espanha, Cuba e México.
Veja a relação completa dos filmes que participarão da Competitiva de Longas Metragens do Cinesul 2011.
Acompanhe O Curitiba Zero Grau no Cinesul 2011:
06/03/2011 Deixe um comentário
Imprensa – Curitiba Zero Grau
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Por: Júlia Motta
Conheça o Festival em que o filme Curitiba Zero Grau representa o Brasil
O Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo – foi criado, em 1994, no Rio de Janeiro como uma mostra de cinema e vídeo dos países do Mercosul, a partir de iniciativa do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, tendo ampliado seu alcance já em sua terceira edição. Ao longo desses anos, cresceu e se estabeleceu definitivamente como uma vitrine da produção cinematográfica latino-americana. Desde a edição de 2006 passou a aceitar nas mostras competitivas trabalhos da Península Ibérica e, desde o ano 2008, filmes em todos os suportes.
Em 2010 foram exibidos cerca de 250 filmes de cinematografias de países como Brasil, Argentina, México, Espanha, Venezuela, Guatemala, Chile, Peru, entre outros. Desses, 19 longas e 54 curtas e médias-metragens participaram da competitiva e os demais chegaram às telas em mostras paralelas como “Palcos e Telas”, “Cinesul Ambiental”, “Arte Cinesul”, “Romance Latino”, “Foco Espanha”, “Bossas Musicais”, “Cinesul Animado”, “Cinesul Ambiental”, “Futebol Latino”, “Panorama Latino” e “TVs Universitárias”. Além dos filmes, o festival prestou homenagem à cineasta brasileira Lúcia Murat e ao Estúdio Cinédia, pelos seus 80 anos, e realizou o seminário “Cinema e História”.
Em 2010, 977 filmes foram inscritos para participar do festival. Do Brasil vieram mais da metade das produções, seguido da Espanha, Argentina e Venezuela. Países como França, Inglaterra e Canadá também inscreveram obras que versavam sobre algum tema ligado à latinidade. O Cinesul é fruto do trabalho da Pulsar Artes e Produção, empresa fundada pela pesquisadora e professora Ângela José do Nascimento, e agora dirigida pelo produtor e pesquisador Leonardo Gavina.
Publicação Original: Revista Beta
06/03/2011 Deixe um comentário

Um panorama da recente cinematografia dos países latinos e ibero-americanos chega às telas cariocas entre 14 e 26 de junho no 18º Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo. Serão 230 produções de vários países, sendo 74 participantes nas categorias competitivas de ficção e de documentário, divididas em 18 longas e 56 curtas e médias-metragens. Desses, 10 por cento são filmes brasileiros que concorrem na competitiva, além de quatro coproduções com Costa Rica, Cuba, Portugal e Bolívia. Nas competitivas estão também 11 filmes espanhóis, sete argentinos, sete mexicanos, quatro cubanos, três venezuelanos, dois portugueses, dois chilenos, dois colombianos e um costa-riquenho, um uruguaio e um peruano, além de cinco coproduções. Com entrada franca, o festival acontece no Centro Cultural do Banco do Brasil, Centro Cultural Correios, Cinemateca do MAM, Centro de Visitantes do Jardim Botânico e Ponto Cine. Haverá ainda exibição de filmes em estações do Metrô. O patrocínio é do Banco do Brasil e dos Correios.
Entre os longas brasileiros que participam da competitiva estão “Curitiba Zero Grau”, de Eloi Pires Ferreira, em ficção; “Malditos Cartunistas”, de Daniel Paiva e Daniel Garcia e “Os representantes”, de Felipe Lacerda em documentário. Na categoria curta e média-metragem de ficção concorrem nove filmes e na de documentário estão 11 produções nacionais. Outras produções nacionais serão exibidas nas mostras paralelas como “Palcos e Telas”, “Foco Espanha”, “Bossas Musicais”, “Cinesul Animado”, “Cinesul Ambiental” e “ Cinesul Fantástico”, uma das novidades desse ano que trará produções que vão da ficção científica aos cine horror. Saiba mais
06/02/2011 Deixe um comentário
Cinesul divulga filmes selecionados para mostras competitivas
Revista de Cinema Online em 02/06/2011
O 18º Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo, que ocorre entre 14 e 26 de junho, no Rio de Janeiro, divulgou a lista de filmes selecionados para as mostras competitivas de longas de ficção, documentário e de curtas e médias de ficção. São 74 filmes. No total, contando as mostras paralelas, serão 230 filmes.
Os filmes selecionados:
Competitiva longas ficção
03/17/2011 Deixe um comentário
Coluna do Aroldo Murá | Jornal Indústria & Comércio | 13/jun/2011 19:22
CURITIBA DO FRIO REVELA OS DRAMAS DE “ZERO GRAU”
Elói Pires Ferreira pode ser classificado de “curitibano típico” e de nova geração de grandes diretores que o cinema paranaense vai entregando ao país. Dono de recatada expressão verbal, meticuloso, obcecado por seus alvos, ele é também o cineasta que classifico como “de olho grudado na dimensão interior do ser humano”. Admito que esta é uma definição muito minha. Mas cai, na medida, no tipo psicológico que o diretor revela ter; e explica as preocupações que norteiam seu trabalho até agora. E com essas características, vai ele construindo uma obra de qualidade.
CURITIBA DO FRIO – 2
Tivemos o “Rio 40 Graus”, de Pereira dos Santos, um mergulho na fauna humana da dita “Cidade Maravilhosa” tangenciada pelo termômetro lá nas alturas. Amores, desamores, dramas e comédias perpassam o filme que marcou época e estabeleceu uma divisória no feérico tropicalismo brasileiro. Com “Curitiba Zero Grau” Elói Pires Ferreira chega no nosso ponto ômega, o frio, o fenômeno climático de que, se nos orgulhamos dele em certos momentos, é também escapatória e desculpa para nossas contradições, para o ensimesmar-se que aparentemente gera apenas egoístas e autocentrados. Pura aparência, mostrará o cineasta. O filme de Elói está com mais dois nacionais no Cinesul, o Festival Iberoamericano de Cinema e Vídeo do Rio de Janeiro, que começa hoje e vai até dia 25. São 230 filmes a serem exibidos em diversos locais.
“O SAL DA TERRA”
Recomendo a fita “O Sal da Terra”, de 2008, com que Elói conquistou justo reconhecimento. Ganhou premios como o “Margarida de Prata da CNBB”, 2009 e o “II European Spiritual Film Festival”, como o melhor filme de 2009, em Paris. O filme pode ser encontrado em locadoras. Trata dos encontros e desencontros de um padre na sua faina de participar e dar respostas aos dramas cotidianos de seus “paroquianos”, caminhoneiros, e os que gravitam à beira das rodovias.
03/09/2011 Deixe um comentário

JC News. Jornal Indústria & Comérico | Coluna do Aroldo Murá |quarta-feira 09/mar/2011 18:54
JUSTIÇA/CINEMA
Fez-se justiça, Eloi.
CINEMA – 2
Eloi pode um dia escrever um livro sobre a história do cinema paranaense, que começou em 1907, com Aníbal Requião.
Formado jornalista, ele já foi convidado a levantar material sobre os primórdios de nosso cinema, assunto de que se ocuparam nomes como Aramis Millarch, Valêncio Xavier e Francisco Alves do Santos (por anos, dirigiu a Cinemateca de Curitiba e tem um dicionário do cinema paranaense).
Enquanto se concentra na fita “Curitiba, zero grau”, a ser lançada no segundo semestre, Eloi não deixa de expor a tradição cinematográfica curitibana.
Recorda que Artur Roger, um empresário aficcionado na arte cinematográfica, tentou, nos anos 1920, fazer da cidade uma mini-Hollywood.
Publicação Original: JCNews
12/21/2010 Deixe um comentário
Por Kethleen Simony | da Gazeta do Paraná | 21/12/2010.
Na Mostra Panorama Latino-Americano, duas exibições programadas não foram suficientes para o público, que viu o filme produzido outras três vezes.
Leia matéria completa.
12/14/2010 Deixe um comentário
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Curitiba Zero Grau (2010), segundo longa-metragem do diretor curitibano Elói Pires Ferreira (O Sal da Terra, de 2008), ainda inédito no circuito comercial, foi recebido calorosamente pelo público cubano durante a Mostra Panorama Latino-Americano, do Festival de Cinema de Havana, realizado de 2 a 12 de dezembro.
A produtora Salete Sirino conta que os cinemas com capacidade de cerca de mil lugares estavam lotados, e o filme, que a princípio seria exibido duas vezes, foi exibido cinco vezes. “Em Cuba, a cultura de cinema é fortíssima e ela foi construída a partir da educação, as pessoas de diversos segmentos profissionais são cinéfilos, sua formação cultural é construída a partir do hábito de assistir filmes e debater sobre eles desde pequenos”, conta a produtora.
Publicação Original: Gazeta do Povo.
10/04/2010 Deixe um comentário
Exatamente no momento que eu posto essa entrevista (17h15),estréia no Festival do Rio o filme Curitiba Zero Grau. O longa-metragem dirigido por Eloi Pires Ferreira foi o vencedor do Prêmio Estadual de Cinema e Vídeo do Paraná – 2008, e conclui sua tarefa de chegar as telas no dia de hoje. Para saber mais sobre o filme, festival e referências, fomos até a casa de Eloi para realizar a entrevista que segue abaixo:
CuritibaCultura: O grande motivo desta entrevista é a estréia do filme Curitiba Zero Grau no Festival do Rio. Eu gostaria que vc falasse sobre o Festival – a importância dele – e sobre essa categoria em que o filme foi classificado.
Eloi Pires Ferreira: Esse no momento é um dos festivais mais importantes do país e, talvez seja no momento, o mais badalado. De maior prestígio no que se refere a mercado, pra quem tá lançando filme, acabou de concluir filme, ou está preparando a distribuição: é uma ótima vitrine pra esse tipo de coisa. Então ele é um festival bem importante, é internacional, vem gente do mundo inteiro participar, assistir, ver o que está rolando aqui. A maior parte dos filmes que estão participando do festival são filmes estrangeiros. Dos filmes brasileiros – eu não sei quantos tem exatamente, nossa produção está bem grande – tem curtas, na categoria de longas tem ficção e documentário e tem a mostra competitiva – que é a mostra principal. Têm também a mostra retrospectiva, que aborda algum autor e tal, e tem essa mostra que se chama Novos Rumos. E na categoria ficção dos filmes dessa mostra (Novos Rumos) tem três filmes só: um de São Paulo, outro do Rio e o nosso. Saiba mais
10/01/2010 Deixe um comentário
Veja as fotos do lançamento do Filme Curitiba Zero Grau, no Cine Odeon, no Rio de Janeiro. O lançamento do filme ocorreu na mostra Novos Rumos do Festival de Cinema do Rio de Janeiro em 2010. Basta clicar na ícone do flickr
09/25/2009 Deixe um comentário

09/12/2009 Deixe um comentário
Blog CineAcademia | sábado, 12 de setembro de 2009
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Embora a história do cinema paranaense não seja de tanto sucesso, alguns curtas, diretores e artistas do estado já receberam premiações.Dentre os de maior destaque está José Maria Santos, primeiro ator paranaense a receber uma premiação do cinema nacional com reconhecimento pela atuação como Dr. Aurélio no filme “Aleluia Gretchen”, de Silvio Back. Zé Maria, como é conhecido, recebeu o prêmio Kikito, como melhor ator coadjuvante, sendo este apenas um de seus tantos outros prêmios.
Filmes reconhecidos
Já para os anos mais recentes os representantes do estado receberam honrarias com mais freqüência. Em 2002, o média-metragem “O fim do ciúme”, de Edson Bueno e Luciano Coelho, foi premiado na categoria 16 mm do Festival de Cinema de Gramado. Edson Bueno teve, em 2000, seu primeiro roteiro cinematográfico “Paisagem de Meninos” agraciado com o prêmio nacional do Ministério da Cultura.
No Festival Santista de Curtas-Metragens de 2008, o curta “Satori Uso”, de Rodrigo Grota e Rodrigo Lopes, recebeu o prêmio de Melhor Roteiro. No mesmo evento, Diko Florentino recebeu o prêmio na categoria Melhor Montagem, pelo curta “Convergências”.
E não para por aí. Na 3ª edição do Festival do Paraná de Cinema Latino, realizado entre os dias 06 e 12 de outubro de 2008, no Museu Oscar Niemeyer, o longa-metragem ‘Mistéryos’, de Beto Carminatti e Pedro Merege, foi considerado como o de melhor direção.
Até mesmo em produções de cunho religioso o estado se destacou e recebeu prêmios. Neste ano, o longa-metragem “O Sal da Terra”, de Eloi Pires Ferreira, recebeu o Margarida de Prata da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e o troféu de melhor longa de ficção do 2º European Spiritual Film Festival, evento Francês.
Aos poucos, o cinema paranaense vai conquistando prêmios e prestígio. Mas, ainda há muito caminho para trilhar!
Texto: Thainá Laureano
Edição: Giovana Gulin
Publicação Original: Blog Cine Academia
08/16/2009 Deixe um comentário
O Jonal Gazeta do Povo, no Caderno G, de Domingo, 16/08/2009, pubilcou a matéria “Um dia nas filmagens de Curitiba Zero Grau”

Publicado em 16/08/2009 | Cristiano Castilho
A vendinha que Jorge Luiz Skora mantém há 22 anos no bairro Santa Cândida virou atração semana retrasada. Carros eram parados, cachorros foram impedidos de seguirem seu caminho e frequentadores do Tia Marta – o negócio dos Skora – degustavam cerveja nas calçadas e não nos bancos que se alinhavam rente ao balcão. Sem contar os pedidos de fotos e autógrafos ao ator Jackson Antunes – todos atendidos, diga-se.
O que acontecia era a gravação de Curitiba Zero Grau, filme do curitibano Eloi Pires Ferreira – também diretor de O Sal da Terra (2008). Eloi e sua equipe venceram a terceira edição Prêmio Estadual de Cinema e Vídeo, que destina R$ 180 mil a três telefilmes e R$ 1 milhão a um longa-metragem – em 2007 o vencedor foi Corpos Celestes (de Marcos Jorge e Fernando Severo) e ano passado Mysterios (Beto Carminatti e Pedro Merege).
08/13/2009 Deixe um comentário
Matéria veiculada na Band sobre a produção do filme Curitiba Zero Grau. Programa BandCidade com Gisele Hishida.
03/27/2009 Deixe um comentário
Gazeta do Povo | Colunistas. Publicado em 27/03/2009 | jcfernandes@gazetadopovo.com.br
Foto: Divulgação – Arte: Felipe LimaQuando criança, Semana Santa para mim era sinônimo de Procissão do Senhor Morto. Ai, que saudade me dá – lá se dava o encontro do Filho Sofredor com a Virgem Dolorosa. E se ouvia o canto da Verônica, de dar dó com seu latim tão maltratado quanto o Sudário que desenleava do alto de uma cadeira. Cá entre nós, à revelia dos efeitos especiais paroquianos, a cena valia por uns três dias seguidos de Sessão da Tarde ou por um domingo devarde no Lago Azul – o do Umbará, claro.
Mas o melhor mesmo era a cerimônia das três da tarde na Sexta-Feira da Paixão. Na leitura do Evangelho se ouvia um sacerdote sorumbático, quase a soletrar: “Eloi, Eloi, lama sabactani” – ou “meu Deus, por que me abandonaste?” Não tinha pio nem folhetinhos ao vento. Só os estalos das telhas de Eternit pelando. Toc-trec – “eis o lenho da cruz”. Já nos bastidores, a gurizada se partia de rir com uma tradução apócrifa do aramaico –“Elói, Elói, tem lama no sapato.” Era uma versão brotada do espírito de porco que rondava os paralelepípedos da Água Verde. Fazia-se pouco dos rigores da excomunhão. Ah, pecadores! Saiba mais
01/03/2008 Deixe um comentário
Por Jornalismo Cesumar em 03/11/2008
Cineasta avalia panorama cinematográfico paranaense e contextualiza inserção de filmes do Estado na produção nacional
Tathianne Chiquette
Foi em um estágio na Cinemateca de Curitiba, durante a graduação em jornalismo, que Eloi Pires Ferreira, 53, começara a trabalhar com cinema. Em 1990, produziu seu primeiro curta-metragem intitulado “Vamos Junto Comer Defunto”. Na época, em virtude da ausência de leis de incentivo à sétima arte, o cineasta gastou todo dinheiro que economizara para comprar um apartamento na finalização do curta. Em 1997, produziu o curta-metragem “Valdir & Rute” e, em 2001, o curta “Polaco da Nhanha”. O último trabalho do cineasta, o longa-metragem “O Sal da Terra” foi exibido este ano no V Festival de Cinema de Maringá e, recentemente, nas salas de cinema da cidade.
Em entrevista via e-mail ao jornal Matéria Prima, o cineasta abordou a inserção nacional da produção cinematográfica paranaense. Com uma bagagem de 25 anos dedicados ao cinema, Ferreira contextualizou as respostas com experiências cinematográficas e observações pessoais.
O Paraná não faz parte do tradicional circuito cinematográfico nacional, com destaques para os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Como é produzir filmes em um Estado à margem do mercado cinematográfico nacional?
Desde que a atividade cinematográfica foi introduzida no Brasil, há mais de cem anos, os principais centros produtores de cinema do país foram Rio de Janeiro e São Paulo, até porque essas duas cidades, além de concentrarem as maiores populações, sempre foram a grande referência não só na cultura, mas em todas as outras áreas. Isso, porém, nunca impediu que – também desde os primórdios – houvesse manifestação criativa cinematográfica em outros Estados (com os chamados ciclos), como Pernambuco, Bahia, Minas, Rio Grande do Sul etc. E nesse contexto ancestral de descentralização, o Paraná marcou presença em vários momentos. É lógico que o eixo Rio/S. Paulo, por razões óbvias, continua detendo a hegemonia e deve continuar assim ainda por muito tempo. Mas o cinema, dito fora do eixo cresceu muito em expressão e o Paraná – mesmo com sua tradicional timidez (principalmente política) e seu histórico de altos e baixos – sempre contribuiu e, agora mais do que nunca, contribui de forma muito significativa para com esse avanço da cinematografia nacional. Nos últimos três anos, além de uma infinidade de curtas, saíram e estão saindo do forno quase dez longas de ficção pra cinema (em película) e o mesmo tanto de longas documentários telefilmes (no suporte digital). Quanto à dificuldade de se produzir à margem, não existe cinema fácil, independentemente da localização geográfica. Saiba mais