O Plano Nacional de Educação: consolidando conquistas e construindo o futuro da Educação no Brasil

Marcos Cordiolli

A população e professores desprovidos de informações costumam atacar a educação no Brasil como se ela fosse de péssima de qualidade. Infelizmente, alguns setores da imprensa, em particular jornalistas nem sempre habilitados, analisa e desqualifica os complexos processos educacionais, sem conhecê-los de fato. Andam sempre à cata de “maçãs podres”, que utilizam para alimentar a audiência de programas sensacionalistas de rádio e TV, ou para vender seus jornais impressos, ignorando experiências e situações escolares razoáveis e outras tantas de ótima qualidade.

O que não se dão conta é que a educação no Brasil mudou, e para melhor, com conquistas memoráveis nas últimas décadas. O Plano Nacional de Educação (PNE) pode ser o orientador do caminho para esse salto fundamental, correspondendo ao crescimento econômico com distribuição de renda e justiça social que o país tanto buscou e está começando a conquistar.

O PNE está em discussão no Congresso Nacional. O projeto foi elaborado pelo MEC a partir dos debates e das deliberações da Conferência Nacional de Educação (Conae), maior evento educacional já realizado no país. A Câmara dos Deputados já realizou dezenas de audiências públicas com diversos segmentos da sociedade civil para debatê-lo. Os deputados apresentaram mais de três mil emendas, um recorde para um projeto de lei: foram quase três mil. Esta mobilização em torno de um projeto de lei mostra a sua importância: o Brasil precisa muito de um bom sistema de educação e tem a oportunidade certa no momento correto para consegui-la.

Como, porém, as políticas públicas, em particular na educação, padecem de alguns tipos de males, como o eleitoralismo (ações governamentais focadas em necessidades eleitorais dos gestores) e o egopoliticismo (que associa as ações governamentais à figura eleitoral do gestor) e considerando as situações caóticas da educação brasileira que no século passado levaram os movimentos sociais a levantar amplas reivindicações aos governantes, assim às proposições parecem sempre irrealizáveis e os avanços são recebidos como minúsculas conquistas… Isso porque em educação não existem soluções rápidas, ainda mais em um país continental e complexo como o nosso, por isso, toda mudança educacional precisa de tempo para a efetivação assim como mostrar os seus frutos.

Um dos caminhos para superar esta situação é a elaboração de um Plano Nacional de Educação com validade superior ao mandato de dois governos, fundamentado em demandas da sociedade e que alcance amplo apoio do Congresso Nacional. A implantação do PNE, por sua vez, precisa ser monitorada pela sociedade civil.

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O Brasil não vai conseguir superar o descaso de cinco séculos com a educaçao num piscar de olhos. Mas, como afirmamos, a situação da educação mudou para melhor e alguns fatos significativos do início da segunda década do século XXI precisam de reconhecimento: Saiba mais

Publicação do Projeto de Lei que cria o Pronatec

O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) tem como objetivo expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos técnicos e profissionais de nível médio, e de cursos de formação inicial e continuada para trabalhadores. A medida intensifica o programa de expansão de escolas técnicas em todo o país. Além das 81 unidades que estão em execução e devem ser inauguradas neste e no próximo ano, o Governo Federal deve anunciar nos próximos dias outras 120. Com as 140 existentes até 2002, mais as 214 inauguradas no governo anterior, a rede federal deverá contar com cerca de 600 unidades escolares administradas pelos 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia e um atendimento direto de mais de 600 mil estudantes, em todo o país.

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Conheça a proposta em discussão no Congresso Nacional.

  • Caderno do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec)
  • Publicação: Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados
  • Organização: Marcia Abreu e Marcos Cordiolli

Acesse a versão digital do Caderno CEC do Pronatec

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Feira de Garage: para venda e doação (por motivo de mudança)

Eu estou mudando a minha residência para o Rio de Janeiro.

Tenho para vender:

  •  Impressora HP jato de tinta com scanner e copiadora.

 Tenho para Doação

  • Livros didáticos e para didáticos para escola.
  • Uma sapateira (aquele em madeira, como uma pequena estante).
  • Uma tabua de passar roupa
  • Um patinete

Interessados: (41) 9962 5010  ou marcos.cordiolli@gmail.com

Marcos Cordiolli faz a conferência de abertura do Encontro Iberoamericano de Educação

O Encontro Iberoamericano de Educação surgiu  acordo de cooperação acadêmica, científica e técnica entre a Universidad de Alcalá de Henares e a Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, firmado em 2006, com o objetivo de divulgar o conhecimento na área de educação; estabelecer laços de intercâmbio entre os países iberoamericanos; gerar projetos comuns de pesquisa; ampliar os vínculos da pós-graduação em Educação e incentivar o intercâmbio de alunos e professores. Conforme acordo estabelecido, o primeiro encontro seria realizado na Espanha, o segundo no Brasil e os demais alternadamente a cada ano.

Cada ano mais pesquisadores e universidades participam dos EIDE, a exemplo da Universidad de Castilla-La Mancha, Universidad Complutense de Madrid, Universidad de Granada, Universidade Federal de São Carlos, Universidade Federal do Paraná, Universidade do Estado de São Paulo, Universidade Estadual de Campinas, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidade Estadual de Santa Catarina e de pesquisadores de outros países europeus e latino americano, como Portugal, Argentina, Chile.

Com ênfase na pesquisa e na pós-graduação, todos os eventos são amplamente divulgados junto aos programas de pós-graduação do Brasil, América Latina, Espanha, Portugal e outros países com idiomas em português e/ou espanhol.

Em 2011 será realizado VI EIDE entre os dias 26 e 29 de outubro de 2011, Campus de Araraquara da UNESP .

Marcos Cordiolli faz a Conferência de Abertura do VI EIDE – Encontro Iberoamericano de Educação.


Especial do VI EIDE ♦ Blog PNE em Debate ♦ Twitter @SalaDeAula ♦ Blog Notícias da Educação

VI EIDE
Encontro Iberoamericano de Educação
Encuentro Iberoamericano de Educación

Entrevista: A importância e representatividade do cinema do Paraná, por Marcos Cordiolli

(Re)publicação da entrevista concedida a Rogério Teotonio Rodrigues e  publicada em partes em materia do Blog Cineacademia e no portal da Carpano Produções.

Em entrevista ao grupo Carpano Produções, Marcos Cordiolli, assessor da diretoria da Agência Nacional de Cinema – Ancine, fala da importância e representatividade do cinema do Paraná.

O Paraná pode ser considerado um grande centro de produção em Cinema? Por quê?

Em termos quantitativos, a produção de cinema comercial brasileiro está concentrada no Rio de Janeiro, que em 2009 produziu 54,8% dos filmes nacionais lançados. O Rio de Janeiro lançou cerca de 400 filmes entre 2005 e 2010, enquanto o Paraná disponibilizou no circuito comercial pouco mais de uma dezena de produções. Mas esta é apenas a ponta do Iceberg. O Paraná tem uma produção de filmes de curta e média metragens reconhecida e qualificada.

O Paraná está em situação muito promissora quando se trata de produção de cinema. É sede de diversas produtoras atuando intensamente. Instituiu um prêmio estadual que garante a cada dois anos (que deveria ser anual) a realização de um longa metragem e três telefilmes. Mantém escola de cinema na FAP e outros cursos profissionalizantes. Dispõe de um diversificado e amplo quadro de atores com experiência. O Paraná é também um estado cenário com diversidade de paisagens e de etnias.

Em Curitiba tem-se uma intensa produção de filmes publicitários. Estão instaladas empresas fornecedoras de equipamentos de produção. Também é sede da empresa do estúdio de som do Alessandro Larocca, incontestavelmente, a melhor do país (recebeu quatro das cinco indicações no Grande Prêmio de Cinema Brasileiro em 2011). Estas fatores potencializam a produção cinematográfica em Curitiba e no Paraná.

Os filmes paranaenses de curta e longa metragem há muito tempo são destaque em festivais internacionais. E, entre as animações, o Brasil produziu menos duas dezenas de filmes em toda a nossa história e dois deles são de Paulo Munhoz, do Paraná. Saiba mais

Coluna de crônicas de filmes no Jornal Bahia Online

Atendendo a um convite do editor Maurício Maron, passo a publicar crôncias, ensaios e comentários sobre filmes no jornal Bahia on Line. Espero a tua visita lá.

Publicação desta semana: Chuva: O silêncio conveniente daqueles que somam em fugas.

Publicações antigas e outras inéditas, que fogem ao padrão do Bahia Online, são publicadas no meu blog Comentando Filmes.

Festival Cinesul 2011 divulga os filmes selecionados para a competição

 | Imprensa | Curitiba Zero Grau
Globo Filmes | 20-05-2011 |Cinesul 2011

 

Em cartaz entre os dias 14 e 26 de junho, o Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo vai exibir 230 produções inéditas no Brasil, de 15 países diferentes, no Rio de Janeiro.

“Este ano tivemos 933 filmes inscritos. As produções foram finalizadas entre 2009 e 2011 e vêm de vários países como Argentina, México, Cuba, além de coproduções de Canadá/Venezuela; Espanha/Itália, entre outros. Procuramos selecionar trabalhos diversificados tanto para a competitiva quanto para as mostras paralelas”, destaca Leonardo Gavina, organizador do festival.

O festival apresenta mostras competitivas de ficção e de documentários. O Brasil compete com longas de ficção (“Curitiba Zero Grau”, de Eloi Pires Ferreira) e documentário (“Malditos Cartunistas”, de Daniel Paiva e Daniel Garcia; “Os Representantes”, de Felipe Lacerda). Na seleção de curtas e médias, o país também está representado em ficção (“Um Animal Menor, de Pedro Harres e Marcos Contreras; “Homem-Ave”, de Rafael Saar; “Traz Outro Amigo Também”, de Frederico Cabral; “A Cidade e o Desejo nº 5”, de Gabriel Bitar; “Cachoeira”, de Sergio José de Andrade; “Eu Não Quero Voltar Sozinho”, de Daniel Ribeiro”, “Sambatown”, de Cadu Macedo; “Tempestade”, de Cesar Cabral; “Scratch”, de Fred Luz) e documentário (“O Gigante do Papelão”, de Barbara Tavares; “A Dama do Peixoto”, de Douglas Soares e Allan Ribeiro; “Alumia”, de Andrea Ferraz e Carol Vergolino; “Taba”, de Marcos Pimentel; “O Vermelho de Selarón”, de Rafael Bacelar e Rodolfo Gomes; “Babás”, de Consuelo Lins; “Angeli 24h”, de Beth Formaggini ; Na Trilha do Bonde, de Virginia Flores; “Zé[S]”, de Piu Gomes).

Nesta edição, o diretor e produtor chileno Luis Vera será homenageado, com direito a mostra com suas principais obras, todas inéditas no circuito carioca. O evento também traz mostras paralelas como “Palcos e Telas”, “Foco Espanha”, “Bossas Musicais”, “Cinesul Animado”, “Cinesul Ambiental” entre outras.

O Cinesul acontece no Centro Cultural do Banco do Brasil, Centro Cultural Correios, Cinemateca do MAM, Centro de Visitantes do Jardim Botânico e Ponto Cine. Haverá ainda exibição de filmes em estações do Metrô. Todas as exibições terão entrada franca.

Original: Globofilmes

Entrevista na Gazeta do Povo: as redes sociais como ponte entre as famílias e a escola

Imprensa – Entrevista – Marcos Cordiolli


Gazeta do Povo, Vida e cidadania, Publicado em 22/05/2011 | Brisa Teixeira, especial para a Gazeta do Povo

Precisamos de pontes e não de muros

Marcos Cordiolli, mestre em Educação.

Promover a interação entre pais, estudantes e professores é uma tarefa urgente, necessária e que pode ter a tecnologia – ainda vista como “bicho-papão” por muitos educadores – como aliada. A opinião é do professor Marcos Cordiolli, mestre em educação, que acaba de lançar o livro Currículo escolar: teorias e práticas (Editora Melo).

Segundo o educador, os estudantes de hoje são pessoas hiperconectadas. Essa característica, associada ao processo da convergência das mídias, dificulta a comunicação com os professores, que se sentem estrangeiros no mundo digital. Mas Cordiolli acredita que é possível construir uma ponte, onde hoje há essa barreira, a partir da incorporação de novos recursos pedagógicos.

Divulgação / Entrevista

O professor abordou o assunto na 18.ª Educar/Educador (Feira e Congresso Internacional de Educação), encerrada neste sábado, em São Paulo, e falou também com a reportagem da Gazeta do Povo. Acompanhe os principais trechos da entrevista:

Você defende que as novas tecnologias estão aproximando professores e famílias. Como esse processo está ocorrendo?

As tecnologias da informação e comunicação dispõem de ferramentas fundamentais que podem aproximar de forma inédita os professores e os pais. Considerando as condições da escola e dos professores, os pais podem acessar as informações básicas do desenvolvimento do processo pedagógico e pode-se até promover situações em que a família possa participar ativamente das ações educativas. E a escola pode dar um passo a mais, envolvendo os pais em atividades pedagógicas, contribuindo, inclusive, para reaproximar pais e filhos em famílias com pouca interação. Por outro lado, os pais podem conhecer mais de perto as atividades escolares de seus filhos e participar mais diretamente de suas vidas. Aproximar e promover a interação entre pais e professores é uma tarefa urgente e necessária. Saiba mais

Precisamos refletir, agir e participar! Por Roberta Barreto, Presidente da Fundec (RJ)

———————-Blog – Evento de Educação – Marcos Cordiolli
Roberta Barreta, esteve no Educador / Educar 2011 e publicou um relatório sobre o evento.
|Publicado por Roberta Barreto, Presidente da Fundec (RJ) em 19 de Maio de 2011 19:35

Pensar no futuro de uma cidade é ter uma proposta inovadora, com mais tecnologia e comunicação “na educação profissionalizante”. Esta é a reflexão construída após um dia de estudos para inovações na forma de operacionalizar as ações da Fundec para a população duquecaxiense.

Temos de cuidar da ponte digital que existe, do livro às mídias sociais. A partir dessa temática, percebi que habilidades e competências, tais como empreendedorismo, trabalho em equipe, responsabilidade social, comunicação oral e autoliderança são algumas aptidões fundamentais para a construção de um trabalho que esteja profissionalizando o cidadão que formamos do século XXI.

Duas palestras, hoje, foram fundamentais para repensar o trabalho e listar os afazeres diários, com o compromisso de uma educação profissionalizante de qualidade. Marcos Cordiolli nos fez refletir sobre a interação da família com a escola e como as TICs (Tecnologias da Informação de Comunicação) podem contribuir nesse processo, ressaltando que as tecnologias devem ser atrativas, afetivas, interativas, para que apresentem resultados.

Já na palestra de Sonia Cristina Vermelho um sinal de “alerta” acendeu, com o conhecimento de que 91,6% das residências brasileiras possuem TV aberta (dados do Censo 2009), e a maior fonte de informação ainda é a TV. E qual a programação educativa a TV oferece?

Assim, vamos formando milhares de brasileiros com as banalidades apresentadas pela TV e socializadas por todos àqueles que a assistem.

Sem contar que grande parte das famílias vivem numa crise de interação, não há mais tempo para as atividades familiares e educacionais. E onde está o tempo de interação/atenção? Conversar, trocar, desenvolver… e não falamos somente do tempo para atividades de lazer, cinema, compras. É muito mais que isso!

Cuidar do jovem e fomentar o preparo profissionalizante é, sem dúvida, resgatar conceitos, valores e retomar posicionamentos, não só tecnológicos, mas também afetivos.

Presidente da FUNDEC
Roberta Barreto

Original: http://www.fundec.rj.gov.br

Lançamento do Livro Currículo Escolar: Teorias e Práticas

Convite – Lançamento de Livro

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O livro Currículo escolar: teorias e práticas, de autoria de Marcos Cordiolli, lançado na 18ª edição da EDUCADOR/EDUCAR , em São Paulo de 18 a 21 de maio de 2011.

Livro Currículo Escolar: Teorias e PráticasCurrículo escolar: teorias e práticas apresenta o currículo como expressão de trajetórias escolares – sejam as propostas ou as realizadas. Em suas diversas metamorfoses, o currículo escolar, aparece como documento escrito, sistematizando programas e roteiros de estudos; que são convertidos em planejamentos pedagógicos e planos de aula; que orientam (ou deveriam orientar) as ações educativas em sala de aula convertendo-o em currículos praticados (inclusive na dimensão oculta); e que produzirá efeitos sobre as identidades dos estudantes que foram submetidos a processos escolares sob a sua orientação.

Currículo escolar: teorias e práticas também sistematiza os grandes campos da teoria curricular: as funcionalistas, críticas, pós-criticas e fenomenológica e examina as formas e práticas de organização dos conteúdos nos currículos escolares, tais como os ciclos de formação; os movimentos pedagógicos identificados com a Interdisciplinaridade e Transdisciplinaridade; e encaminhamentos metodológicos para formação de valores e padrões de condutas em sala de aula.

Serviço:

Dia: 18/05 – 17h15

Local:

INFORMAÇÕES:

Disciplina de “Produção Cinematográfica: a Produção Executiva”

Disciplina em Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu
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Marcos Cordiolli está ofertando a disciplina de “Produção Cinematográfica: a Produção Executiva” no Curso de “Especialização em Cinema: com ênfase em Produção”. O Curso é realizado pela Faculdade de Artes do Paraná e coordenado pelas professoras  Solange Straube Stecz e Salete Machado Sirino.

O curso de Especialização em Cinema: com ênfase em Produção, da FAP, propõe a reflexão e a formação em produção de cinema – em película e em digital. Para tanto, prevê uma carga horária teórica e prática. A teórica envolve estudos sobre: análise do discurso fílmico; movimentos cinematográficos brasileiros; a relação cinema, literatura e sociedade; gêneros e categorias fílmicas; uso da linguagem cinematográfica no filme publicitário; a reflexão sobre a cultura de preservação; o olhar sobre a distribuição e exibição de cinema no contexto latino-americano; metodologia de pesquisa; políticas e gestão cultural; roteiro de cinema; produção e pós-produção cinematográfica. A prática envolve: produção reflexiva de cada disciplina; a realização de um filme de curta-metragem filmado e finalizado na metodologia digital; a escrita da monografia.

A disciplina de “Produção Cinematográfica: a Produção Executiva” aborda os conceitos e processos da produção executiva, envolvendo o planejamento estratégico na de elaboração do projeto, na definição das formas e mecanismos de financiamento, na formação das equipes de produção e pós-produção e nas diferentes áreas de distribuição e comercialização da produção audiovisual nos diversos segmentos de mercado.

Informações

Brainflorest – a floresta é nossa, lançamento em breve

Longa metragem de Paulo Munhoz ainda em produção, com lançamento previsto para 2012. nome: Produtor / diretor / roteirista: Paulo Munhoz; Roteirista: Érico Beduschi; diretora de produção: Daniella Michelena; diretor de arte: Rafael Dias; diretor musical: Vadeco; produtores executivos: Beto Rodrigues e Marcos Cordiolli.

Sinopse

Enquanto Bandeira e seu pai viajam em férias no deserto de Noforest, enquanto Dumontzinho vive um gelado período de intercâmbio estudantil em Iceforest, Tales e Jairzinho passam suas férias curtindo o que a VILA DOS BRICHOS tem de melhor: a sua FLORESTA.
Mas, energias ruins começam a pairar sobre todos. Inescrupulosos vilões tentam colocar suas garras sobre as riquezas naturais da floresta. Para isso, eles têm a seu dispor muito dinheiro, conexões internacionais, um péssimo caráter e a cumplicidade de Ratão, o mau elemento da Vila.
Inicialmente eles tentam convencer os habitantes da pacata cidade das vantagens em virarem uma Megalópole, abandonando seu modo de vida, em troca de um modelo mais “moderno”, de maior “progresso”. Mas os BRICHOS surpreendem, pois eles não são uma simples comunidade parada no tempo, muito pelo contrário. A VILA DOS BRICHOS é uma cidade muito avançada, harmônica, equilibrada, e vinculada a idéias como eco-design, reciclagem, tecnologias digitais, etc.. Ainda não é um paraíso, mas … Assim, apelando a métodos nem um pouco convencionais, os bandidos vão tentar tomar à força bruta o que não conseguiram pela argumentação rasteira. Serão travadas muitas batalhas: nas areias do deserto, na vastidão de uma floresta congelada, na Vila dos Brichos e na Floresta Tropical, nos interstícios da internet, nos campos místicos da espiritualidade.

Viste o site da produtora

Filme O Sal da Terra, no Cine Pinhão.

Matéria sobre O Sal da Terra, veiculada pelo Cine Pinhão.

Curitiba Zero Grau, na TeleSUR TV Venezuelana.

Matéria sobre o filme Curitiba Zero Grau na TeleSUR TV Venezuelana.

A vida na estrada, a história de Laurindo Cordiolli

O Diário, de Maringá
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A vida de caminhoneiro de Laurindo Cordiolli, meu pai. Em artigo de Vinicius Carvalho, publicado em O Diário do Norte do Paraná (10/05/2001).

Vinícius Carvalho

Laurindo começou fazendo pequenos fretes na região de Maringá com um caminhão. Hoje, a empresa tem mais de cem veículos e é tocada com ajuda dos filhos e do neto


O dia de Santo Antônio em 1957 vai ficar para sempre na memória de Laurindo Cordiolli, hoje com 73 anos. “Foi em 13 de junho daquele ano que eu tirei minha habilitação e comecei a dirigir caminhão em Maringá”, conta Laurindo, fundador de uma das maiores transportadoras do município.

Ele deixou a fazenda de café da família, na Estrada Guaiapó, e se embrenhou pelas estradas de chão do Brasil. “Certa vez, saí de Maringá às 4 da manhã de uma segunda-feira, rumo a Doutor Camargo, a 40 km”, lembra. Uma forte chuva complicou a viagem. “Chegamos a Camargo às 5 da tarde de sábado”, diz Laurindo.

Poeira e barro. Essa é a descrição que Laurindo dá para as estradas brasileiras na época em que começou a transportar carga a partir de Maringá. Ele transportava café, adubo, arroz, pedra e madeira, mercadorias que ajudaram a construir o Paraná.

Nos anos 70, o boom da soja aumentou o número de fretes e, com dois caminhões próprios, fundou a Transportadora Cordiolli. Quando entrou para o G10, em 2000, já contava com 14 caminhões. Atualmente, a frota é de 100 veículos.

Três gerações da família trabalham na empresa. Os filhos Roberto, 46 anos, Sérgio, 40, e Fernando, 37, dividem-se entre os Departamentos Financeiro, Administrativo e Logístico. Há dois anos, Guilherme Cordiolli, 18 anos e filho de Roberto, trabalha na empresa. “Meu maior estímulo é saber que meu avô começou isso”, comenta Guilherme, acadêmico de Administração de Empresas.

Entreposto

Como é comum nas histórias de cidades do interior, foi o trem que definiu parte das atividades do lugar. “Por ser o fim da linha ferroviária, Maringá se tornou um entreposto importante”, analisa o presidente do G10, Cláudio Adamucho. Produtores rurais de outros Estados, como os do Centro-oeste, precisavam alcançar o ramal ferroviário em Maringá para escoar a produção para Paranaguá.

No ramo há 20 anos, ele apresenta alguns dados sobre a evolução recente do setor. O G10 foi criado em 2000, com a associação de dez empresas transportadoras. A frota do grupo era de 126 veículos.

“Hoje, passa de mil”, revela Adamucho. Atualmente, o G10 é formado por cinco empresas, todas com sede em Maringá: Transpanorama, Transfalleiro, Cordiolli Transportes, Rodofaixa e VHM Transportes.

Em 2006, com a aprovação de uma lei federal que permitiu a atuação de empresas multinacionais no mercado, o investimento cresceu e a frota se modernizou. Atualmente, a cidade conta com 42.500 veículos de carga, atuando especialmente no transporte de cargas agrícolas, cargas frigoríficas, malote e transporte de passageiros.

Link Original

Publicação “Currículo Estruturado: Implementação de Programas Pedagógicos”

Publicação – Teoria Curricular
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“Currículo Estruturado: Implementação de Programas Pedagógicos” é uma publicação e um curso em DVD, organizado por Maria de Fátima Minetto. Marcos Cordiolli publicou, nesta obra, os seguintes capítulos:

  • CORDIOLLI, Marcos. Os fundamentos do currículo: desenvolvimento; cultura, escolarização e educação. In: CALDEIRA, M. F. Currículo e educação  de pessoas com necessidades. Curitiba, IESDE, 2004.
  • CORDIOLLI, Marcos. As disciplinas escolares e a organização dos saberes In: CALDEIRA, M. F. Currículo e educação  de pessoas com necessidades. Curitiba, IESDE, 2004.
  • CORDIOLLI, Marcos. Os conteúdos do ensino: o que são? In: CALDEIRA, M. F. Currículo e educação  de pessoas com necessidades. Curitiba, IESDE, 2004.

Para adquirir a publicação.

Descrição. Os fundamentos do currículo e as contribuições dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) organizam os conteúdos e a interdisciplinaridade entre as áreas do conhecimento, auxiliando o professor a proporcionar condições de aprendizado a todos.

Saiba mais

Mesa de Debates no I Educatec, com mediação de Marcos Cordiolli

Evento: Mesa de Debates no I Educatec
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No I Educatec (Seminário Internacional sobre Tecnologias para a Educação), na 18ª edição da EDUCADOR/EDUCAR

Marcos Cordiolli vai mediar a mesa de debates “Como as Tecnologias Aplicadas à Educação Podem Concorrer para a Construção de um Ambiente Verdadeiramente Pedagógico?” com Rubem Saldanha, Luca Rischbieter, Luli Radfahrer e Lúcia Amante.
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Conheça os participantes desta mesa de debates:

Lúcia Amante – Portugal: Licenciada em Psicologia Educacional pelo Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA). Realizou pós-graduação em Comunicação Educacional Multimédia e é Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Aberta de Portugal (UAb). Pertence ao Departamento de Educação e Ensino a Distância desta Universidade, onde coordena a Licenciatura em Educação, que funciona em regime de e-learning. Tem integrado programas de formação de professores, presenciais e a distância, também dirigindo seminários sobre a utilização pedagógica das tecnologias digitais e sobre modelos de avaliação das aprendizagens. No âmbito pós-graduação, leciona, em regime de e-learning, diversas disciplinas em cursos de Mestrado, sendo também responsável pela disciplina de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) em Contextos Educacionais, no programa de Doutorado em Educação e Ensino a Distância da UAb; Autora de diversos artigos e coautora de livros na área.

Rubem Saldanha – São Paulo: Graduado em Ciências da Computação pela Universidade Federal de Mato Grosso e Mestre em Educação: Currículo (linha de pesquisa Novas Tecnologias Aplicadas ao Currículo) pela PUC-SP, já atuou como orientador pedagógico na rede salesiana, como formador do programa “Sua Escola a 2000 por Hora” do Instituto Ayrton Senna, como gerente de educação da Microsoft Brasil. Atua na área de responsabilidade social da Intel do Brasil como gerente de educação, onde faz um trabalho com formação de professores para uso de tecnologias em sala de aula, com feiras de ciências e com empreendedorismo no Ensino Superior.

Luca Rischbieter – Paraná: Formado em Geografia pela UFPR (Universidade Federal do Paraná), com Mestrado em Educação pela Universidade Paris V. Foi professor e coordenador pedagógico de Geografia do Colégio Anjo da Guarda, de Curitiba. Atuou durante uma década junto ao “Projeto Araucária”, da UFPR, com redes públicas e creches, o que resultou na redação do livro “Guia Prático de Pedagogia Elementar – História do Pequeno Reino” (Ed. Positivo, 2ª edição 2005). Desde 1994, trabalha junto ao Positivo Informática na concepção e roteirização de softwares educativos. É articulista, consultor pedagógico e criador de Projetos Colaborativos para os portais Educacional e Aprende Brasil.

Luli Radfahrer – São Paulo: Professor-doutor de Comunicação Digital do departamento de Relações Públicas, Publicidade e Turismo da ECA-USP; trabalha com internet e redes digitais desde 1994, já foi diretor de algumas das maiores agências de publicidade e portais do país; hoje é consultor em inovação digital, com clientes no Brasil, Estados Unidos, Europa e Oriente Médio; tem um programa semanal na TV Cultura, em que comenta novas formas de interação, e assina uma coluna semanal sobre o ambiente digital na Folha de S. Paulo. Em seu blog (www.luli.com.br) discute e analisa as principais tendências da área.

Marcos Cordiolli – Rio de Janeiro (mediador): Graduado em História pela UFPR ; Mestre em Educação, História e Filosofia da Educação pela PUC-SP; professor universitário de graduação desde 1994, de especialização lato sensu (em mais 20 IES), de mestrado, e atua na qualificação docente desde 1994. Prestou serviços para mais 50 redes públicas e dezenas de escolas particulares em 18 estados; consultor em gestão do trabalho pedagógico e proposições curriculares na Educação Básica (com serviços prestados para dezenas de instituições) e Superior (com trabalhos prestados para mais de 20 IES). Palestrante e conferencista (atuou em mais 300 eventos); consultor técnico de publicações didáticas (prestou serviços para mais de uma dezena de editoras) e de sistemas de ensino (prestou serviços para a maioria dos grandes empresas do país); consultor pedagógico na área de Educação Corporativa (prestou serviços para empresas na área de refino de petróleo e montadoras automotivas). Publicou artigos, livros e materiais didáticos (na área de Informática e História e Geografia para Ensino Fundamental e Médio). Cineasta, foi produtor associado do filme “O sal da terra” (2008), diretor de produção de “Conexão Japão” (2008) e produtor executivo de “Curitiba Zero Grau” (2010).  Foi consultor técnico da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados. Atualmente é assessor da diretoria da Agência Nacional do Cinema (Ancine).

Serviço:

  • Mesa de Debates: Como as Tecnologias Aplicadas à Educação Podem Concorrer para a Construção de um Ambiente Verdadeiramente Pedagógico?
  • I Educatec (Seminário Internacional sobre Tecnologias para a Educação)
  • 18ª EDUCADOR/EDUCA
  • Marcos Cordiolli (Mediador) Rubem Saldanha, Luca Rischbieter, Luli Radfahrer e Lúcia Amante
  • 20 de maio. Sexta-Feira. 14h30 às 16h

I Educatec: 23 Especialistas debatem a tecnologia na educação

Evento – Seminário Educatec (Do site da Futuro Eventos)


No I Educatec (Seminário Internacional sobre Tecnologias para a Educação) 23 Especialistas debatem a tecnologia na educação. Marcos Cordiolli faço uma palestra e coordeno uma mesa de debates.

O uso da tecnologia e suas relações e implicações com o ensino – instituição, aluno e professor. Este é o contexto das palestras que fazem parte do 1º EDUCATEC – Seminário Internacional sobre Tecnologias para a Educação, que acontece concomitantemente com o 18º EDUCADOR e a 18ª EDUCAR, Feira Internacional de Educação. Os eventos serão realizados de 18 a 21 de maio, em São Paulo, no Centro de Exposições Imigrantes. O 1º EDUCATEC terá a participação de 23 especialistas.

David Thornburg (Estados Unidos), Lúcia Amante (Portugal) e Pedro Perinas Peco (Espanha) são os destaques internacionais das apresentações. O 1º EDUCATEC conta também com conceituados especialistas brasileiros, com longa e reconhecida atuação no segmento da tecnologia da educação.

A palestra de David Thornburg “Tecnologia? Piscou, Dançou!” traz uma visão atual sobre as relações entre professores, alunos e o ensino. Thornburg, um dos maiores especialistas mundiais neste setor, acredita que os professores deveriam usar mais a Wikipedia e que as crianças devem aprender a programar. O especialista também indica que os alunos devem ter seus próprios blogs e wikis. “Nós ensinamos as crianças a ler e esperamos que elas leiam depois por elas mesmas. Assim deveria ser com a linguagem de programação, oferecendo noções e depois verificar se as mesmas se interessam ou não. Mas isso só pode acontecer se as crianças tiverem acesso a essas ferramentas e à internet”, diz o especialista americano, favorável também à inserção dos videogames na educação, aproximando-os com os conteúdo educativo. “É possível usar os videogames para ensinar história e até conceitos de administração de recursos naturais”. Saiba mais

Educadores falam: o que significa o dia nacional da educação (28 de abril)?

28/04/2011: Futuro Eventos (Futuro Eventos)

Hoje, 28 de abril, o Brasil comemora o Dia Nacional da Educação. Por isto, nada mais adequado que ter a opinião de quem faz a Educação acontecer no Brasil.

A Futuro Eventos, organizadora do Congresso Internacional de Educação (18º EDUCADOR) e da Feira Internacional de Educação (18ª EDUCAR) reuniu a opinião de alguns dos melhores educadores e especialistas em educação.

Veja o que eles responderam:

“É sempre bom lembrar a sociedade da importância da Educação para o desenvolvimento do país e das pessoas como indivíduos, cidadãos, como seres humanos autônomos que seguem valores e princípios éticos. Educar é possibilitar o desenvolvimento do sujeito e, portanto, do país. Ter um “Dia da Educação” faz a imprensa e as mídias divulgarem informações que levam a pensar e a valorizar o trabalho dos professores de norte a sul. E sempre sonhamos que os efeitos sejam mais práticos que apenas a lembrança do dia especial”.
Marcos Meier
, mestre em Educação, professor e psicólogo.

“Criar uma referência cultural que torne obrigatória uma reflexão para o mundo sobre a educação”.
Joe Garcia, Doutor em Educação pela PUC-SP. Pesquisador, consultor e conferencista no campo educacional.

“É preciso lembrar nesse dia que agora começamos dar passos maiores na educação no pais, porém ainda não existe acesso 100% da educação para todas as crianças e esse é o maior ponto a ser refletido”.
Geraldo Almeida, Professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), formado em Educação pela Universidade Estadual de São Paulo (UNESP), mestrado na UFPR e doutorado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

“Neste dia refletiremos sobre a importância fundamental da evolução para o futuro desta nação”.
Vasco Moretto é mestre em Didática das Ciências pela Universidade Laval, em Québec, Canadá, licenciado em Física pela UnB e especialista em Avaliação Institucional pela Universidade Católica de Brasília-UCB.

“Um dia para ter consciência que tem muita coisa a ser feito, tanto do lado do educador quanto das autoridades, é um dia para pensar que a educação esta sempre em movimento e sempre tem algo a ser mudado, algo a se fazer”.
Lucia Fidalgo, Lucia Fidalgo é professora, escritora, contadora de histórias, bibliotecária, mestre em educação pela universidade federal fluminense.

“Um dia para focar o olhar dos propositores da política para melhora do trabalho dos professores, é necessário que aja uma mudança de política e do papel da educação dentro das escolas”.
Elisane Fank, pedagoga, especialista em Organização do Trabalho Pedagógico e mestre em Políticas Educacionais e Gestão da Educação.

“Provocar uma reflexão para pensar a educação e repensar a escola”.
Luca Rischbieter Formado em Geografia pela UFPR, com mestrado em Educação pela Universidade Paris V.

“A importância é uma oportunidade para lembrar a todo brasileiro o significado da educação para a formação integral do ser humano e sua realização plena”.
Thereza Penna Firme, professora, pesquisadora e psicóloga com especial formação em Avaliação.

“O Dia Nacional da Educação é mais uma oportunidade de entendermos o valor da escola e dos professores para o dia a dia da nação!”.
Gabriel Perissé, professor, escritor e Doutor em Filosofia da Educação pela USP.

“A Educação transforma e promove o desenvolvimento humano. Portanto, o Dia Nacional da Educação no Brasil poderia representar um marco para a conscientização da importância do papel do educador na formação de uma criança ou de um jovem. Esta conscientização tem que ser de pais, professores, psicólogos, médicos, todos”.
Lucy Duró, Pedagoga e Psicopedagoga.

“Ter um dia especialmente dedicado à Educação é uma oportunidade de mobilizar todos os brasileiros para essa questão. Discutir o conceito de qualidade em Educação e informar a população em geral sobre seus direitos e deveres são ações que devem ser cada vez mais incentivadas nessa data. Costumo dizer que uma boa iniciativa para comemorar a data seria a criação de um PROCON específico para a Educação, no qual todos pudessem denunciar condições e práticas não condizentes com uma estrutura educacional digna e competente”.
Júlio Furtado, Doutor em Ciências da Educação, Mestre em Orientação Educacional, graduado em Geografia, Pedagogia e Psicologia e autor de diversos livros e artigos. Atualmente é Reitor da UNIABEU, RJ.

“A educação brasileira realizou uma conquista importante: universalizou a entrada e a permanência na escola básica. Agora temos uma nova e urgente tarefa: formular novas metodologias para dar conta da diversidade dos estudantes, universalizar a educação básica e ampliar a jornada escolar para o tempo integral. Hoje é uma data de conquistas, mas com disposição para construir o futuro.”
Marcos Cordiolli, professor e cineasta, Graduado em História pela UFPR e mestrado em Educação: história e filosofia da educação pela PUC-SP. Professor universitário de graduação, de especialização latu senso e de mestrado.

Palestra: A Ponte Digital: As Tecnologias Aproximando a Escola e a Família (Educatec)

Palestra – Evento – 18ª EDUCADOR/EDUCAR

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A 18ª edição da EDUCADOR/EDUCAR é a maior e uma das mais conceituadas programações temáticas já vista em nosso país e na América do Sul.

Serão dois Congressos e dois Seminários Internacionais, com 120 atividades ao longo dos 4 dias de evento, com 118 profissionais do Brasil e do exterior.

Marcos Cordiolli vai proferir uma palestra e mediar uma mesa de debates. A palestra “A Ponte Digital: As Tecnologias Aproximando a Escola e a Família (Educatec)”.

MINISTRANTE:
Marcos Cordiolli

SEMINÁRIO
1º EDUCATEC – Seminário Internacional sobre Tecnologias para a Educação

TEMA DA PALESTRA:
A Ponte Digital: As Tecnologias Aproximando a Escola e a Família (Educatec)

SINOPSE:
As relações escola-família são revestidas por complexidades específicas que instauram tensões em diversos níveis, resultando em poucas ações concretas. Por isso, a relação família-escola é constantemente considerada entre os problemas de difícil solução. A interação da segunda com a primeira deve ser compreendida como um caminho de mão dupla e que pode ser agilizada com as tecnologias da informação e comunicação. O melhor caminho para potencializar essa relação é o desenvolvimento, pela escola, de ações pedagógicas promovendo a interação entre pais e filhos, envolvendo as famílias nas atividades escolares do cotidiano e na gestão escolar. Entre as possibilidades estão em destaques as que promovem a socialização e interação da produção estudantil com as famílias, diversificando as possibilidades de acompanhamento dos processos escolares e integrando efetivamente os familiares com os processos pedagógicos. No entanto, essas possibilidades requerem mudanças importantes na forma de organizar o trabalho pedagógico e na cultura dos professores. Além disso, a escola pode usar as tecnologias da comunicação para estimular as famílias a participar de processos de gestão escolar, ampliando a participação nas decisões. Assim, a escola pode ir mais além, como o de cria instrumentos para estimular a interação entre pais e filhos contribuindo para superar um dos mais graves problemas sociais de nosso tempo.

SERVIÇO:

  • 18 de maio de 2011 – Quarta-Feira – 16h às 17:15

LOCAL DO EVENTO:

INFORMAÇÕES:

Conheça o Projeto de Plano Nacional de Educação em debate no Congresso Nacional

O Plano Nacional de Educação (PNE) está em debate no Congresso Nacional como o PL 8035/10 e estabelece a política educacional para o decênio 2011-2020. O PNE é composto por dez diretrizes e vinte metas.

Este projeto deverá ser debatido pela sociedade e, em particular, pela comunidade educacional.

A Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados publicou o livreto Ação Parlamenta nº. 436, organizado por Marcia Abreu e por Marcos Cordiolli, com projeto de Lei e a legislação anexada.

Referência:

BRASIL. Câmara dos Deputados. Projeto de Lei do Plano Nacional de Educação (PNE 2011/2020): projeto em tramitação no Congresso Nacional / PL no 8.035 / 2010 / organização: Márcia Abreu e Marcos Cordiolli. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2011. 106 p. – (Série ação parlamentar ; n. 436)

Acesse a publicação e ajude a divulgá-la.

Marcia Abreu e Marcos Cordiolli – Caderno CEC Plano Nacional de Educação (PNE 2011_2020)

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Declaração do GEHT em defesa das construções e instalações utilitárias

Declaração em que Marcos Cordiolli é signatário por adesão

Declaração do GEHT em defesa das construções e instalações utilitárias

(“Declaração de Campinas”)

29 de janeiro de 1998


Versão Original e Contatos: Reocities
Fazer o Downloade em PDF


Intróito

Os membros do Grupo de Estudos de História da Técnica – GEHT (ligado ao Centro de Memória – CMU, da Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, Estado de São Paulo, Brasil) reunidos a 19 de junho de 1997 discutiram sobre a conservação dos bens culturais aqui designados por “construções e instalações utilitárias”, ligados aos ofícios, às profissões e às indústrias.


Decisões

Nessa reunião decidiu-se:

1. Elaborar uma Declaração do GEHT em defesa das construções e instalações utilitárias. Essa Declaração foi discutida a 24 de julho, 18 de setembro, 13 de novembro e 11 de dezembro de 1997 e 29 de janeiro de 1998. Saiba mais

O professor preconceituoso, ensaio de Marcos Cordiolli

Publicação – Currículo Oculto
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O texto “O professor preconceituoso” foi escrito como resposta a uma série de perguntas recorrentes em minhas palestras e conferências. Circulou também como publicação digital. Também está publicado em: CORDIOLLI, Marcos. Ética, cidadania e formação de valores na sala de aula. Curitiba: A Casa de Astérion, 2009.

Um estadista é do que os paranaenses precisam

Imprensa – Política – Marcos Cordiolli


Um estadista é do que os paranaenses precisam

Durante dois meses, 47 especialistas apontaram caminhos para o próximo governador promover o desenvolvimento do estado

Gazeta do Povo - Voto Consciente - Eleições 2010 -Desafios 03/10/2010 | 00:03 | Rosana Félix

Nos últimos dois meses, a reportagem da Gazeta do Povo traçou um panorama dos principais desafios que o próximo governador terá de enfrentar para garantir o desenvolvimento do Paraná. Foram entrevistados 47 especialistas das mais diversas áreas do conhecimento e utilizados dados de 32 órgãos diferentes. Uma rápida conclusão que se pode tirar de todo esse levantamento é o seguinte: o escolhido nas urnas terá de assumir uma postura de estadista e romper com o modus operandi que im­­­perou no Executivo nas últimas três décadas.

Apesar de vivermos em um estado desenvolvido economicamente e com destaque em algumas áreas, os textos publicados na série Desafios do Paraná mostram que há muito a melhorar. A violência se transformou em uma epidemia; o atendimento médico especializado está concentrado em poucos municípios; a nota média escolar, boa em relação ao resto do país, esconde desempenhos ruins; a infraestrutura está precária e barra o crescimento econômico. Tudo isso contribui para que mais da metade dos municípios paranaenses apresente índices de desenvolvimento humano abaixo da média nacional – uma chaga a mais num estado marcado pela grande desigualdade regional.

 / Fontes

Confira os especialistas ouvidos pela Gazeta do Povo para as reportagens Desafios do Paraná, publicadas nos últimos dois meses.

Álvaro Cabrini Júnior, Anderson Furlan, Ângelo Priori, Ângelo Souza, Ardisson Akel, Augusta Pelinski, Belmiro Valverde Jobim Castor, Carlos Augusto Albuquerque, Carlos Eduardo Sanches, Carlos Mello Garcias, Christian Luiz da Silva, Dálio Zippin Filho, Denis Alcides Rezende, Denis Mizne, Dennison de Oliveira, Ednéia Consolin Poli, Fabiana Scarparo Naufel, Fabio Doria Scatolin, Francisco Batista Júnior, Francisco Gomide, Gilmar Lourenço, Jandir Ferrera de Lima, Joelma de Souza Carvalho, Jorge da Silva Giulian, José Fernando Macedo, José Gomes Temporão, José Lucio Glomb, Maçazumi Furtado Niwa, Marcos Cordiolli, Marcos Verlaine, Mário Neves de Azevedo, Mário Stamm, Marlei Fernandes de Carvalho, Nelson Costa, Paulo Ceschin, Paulo de Oliveira Perna, Pedro Bodê, Rafael Filippin, Rafael Fuentes, Ricardo de Oliveira, Rodrigo Pironti Aguirre de Castro, Romualdo Portela, Ronald Dauscha, Rosângela Pontili, Teresa Urban , Vladimir Passos de Freitas e Wolney Betiol. Saiba mais

Procura-se um líder

——————————–Imprensa – Entrevista – Política – Marcos Cordiolli

Procura-se um líder

Próximo governador precisa unir forças para que o Paraná ocupe um papel mais relevante no cenário nacional, com direito a mais verbas e postos de comando

Gazeta do Povo, Voto Consciente - Eleições 2010, Curitiba, 01/08/2010 | 00:20 | Rosana Félix

“Na política, a liberação de verbas depende muito do prestígio, força e presença do estado no Congresso.” Marcos Verlaine, analista político

O prestígio e a influência do próximo governador serão determinantes para que o Paraná deixe de ser uma espécie de “patinho feio” da União e conquiste um papel de maior relevância no cenário nacional. O esforço exigido é grande: apesar de ter a sexta maior população e o quinto maior Produto Interno Bruto (PIB) do país, o estado não consegue obter um repasse de verbas federais equivalente nem indicar pessoas para ocupar postos-chave no Judiciário ou no Congresso. Além disso, historicamente, encontra muita dificuldade para conseguir apoio para ações específicas, como ocorreu com o fim da multa do Banestado.

A liderança é especialmente necessária para unir a bancada federal, que costuma atuar mais por princípios partidários do que regionais. Se os objetivos no Congresso forem convergentes, será mais fácil para o Paraná ampliar sua participação na divisão das verbas nacionais. A execução orçamentária da União no ano passado mostra que o estado ficou no 10.º lugar entre as 27 unidades federativas – atrás dos mais ricos, como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, mas também de outros com menos relevância econômica, como Pará e Ceará.

Lições do passado – Ex-governadores falharam

Para corresponder às expectativas, o novo chefe do Executivo estadual precisará fazer muito mais do que seus antecessores. De acordo com especialistas, desde o fim da década de 80 os governadores paranaenses pouco fizeram para projetar melhor o Paraná. Antes disso – a não ser por situações esporádicas – o espaço ocupado pelo estado também era reduzido.

Segundo o historiador Marcos Cordiolli, o Paraná foi “invisível” durante boa parte do período Republicano. Na ditadura militar, dois paranaenses projetaram o estado nacionalmente ao assumir ministérios importantes: Ney Braga (Agricultura e, posteriormente, Educação) e Karlos Rischbieter (Fazenda).

Na época da redemocratização, o Paraná conseguiu ocupar um espaço mais significativo, graças ao PMDB, que era forte regional e nacionalmente. Individualmente, Cordiolli destaca a atuação de José Richa, que foi governador do Paraná pela legenda entre 1983 e 1986. Dois anos depois, quando já estava no Senado, ajudou a fundar o PSDB. “Infelizmente, Richa, que era o principal articulador do Paraná, não participou tanto do governo tucano na Presidência da República”, relembra o historiador. Em 1995, justamente quando Fernando Henrique Cardoso assumiu o poder, Richa deixou a política para se dedicar à atividade empresarial.

Recentes

Para Cordiolli, os governadores recentes do Paraná – Alvaro Dias, Jaime Lerner e Roberto Requião – falharam em tentar projetar o Paraná nacionalmente. “Embora fossem muito respeitados, tiveram uma atuação bem frágil nesse sentido.”

Na avaliação dele, o governo de Alvaro ficou muito centrado em questões “internas e paroquiais”. “O caso do Jaime Lerner é emblemático. Ele é uma referência de urbanista para o mundo, extremamente respeitável, mas em nenhum momento interferiu na definição das políticas públicas brasileiras”. A gestão de Requião também seguiu essa linha, avalia Cordiolli. “Ele fez uma política mais bairrista e combativa.”

Os dados sobre execução orçamentária ajudam a ilustrar essa questão. Em 2000, quando FHC era presidente e Jaime Lerner governador, o estado ficou em 11º lugar no ranking das transferências voluntárias da União. Situação pior do que a conquistada no ano passado, quando o Paraná foi o oitavo. (RF)

Saiba mais

O Sal da Terra é lançado em DVD

Imprensa | O Sal da Terra
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Gazeta do Povo | Maringá | 06/05/2010 | 00:09

O longa-metragem O Sal da Terra, dirigido pelo curitibano Elói Pires Ferreira, que narra as andanças de um padre-caminhoneiro pelas estrados do país, será lançado em DVD hoje, às 19h30, na sobreloja das Livra­­rias Curitiba do Shopping Estação (Av. Sete de Setembro, 2.775). O DVD, inclui making of do filme e será vendido a R$ 34,90. Estarão presentes no evento (gratuito e aberto ao público em geral) o diretor, produtores e o elenco principal.

Publicação original: Gazeta do Povo.

O Direito da Criança à Educação Infantil – Publicação sobre a idade de ingresso no Ensino Fundamental

Marcos Cordiolli – Publicação

Acesse o caderno Procultura – O Direito da Criança à Educação Infantil – Caderno CEC 02/2010

A Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, sob a presidência do Deputado Angelo Vanhoni, publicou o Caderno de Debates sobre a idade de ingresso no Ensino Fundamental.  Esta publicação reune um grande número de documentos sobre este tema:

* todas os projetos em tramitação no Congresso Nacional;
* estudos, artigos, depoimentos e ensaios;
* moções e manifestos de diversas entidades representativas da Educação Infantil e instituições acadêmicas;
* manifestações individuais de professores e outros profissionais enviadas a CEC; e
* As diretrizes e pareceres do Conselho Nacional de Educação sobre a educação infantil e ensino fundamental.

A publicação deste caderno foi organizada por Marcia Abreu e por mim.
Para Acessar O direito da criança à educação infantil – Caderno CEC 02/2010

Procultura – Publicação com os projetos que tramitam no Congresso Nacional

Publicação – Marcos Cordiolli
Acesse o Caderno de Debates sobre o Procultura

Acesse o Caderno de Debates sobre o Procultura

A Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, sob a presidência do Deputado Angelo Vanhoni, publicou o Caderno de Debates sobre o Procultura. O Procultura é uma programa de financiamento e fomento as atividades culturais e que vai substituir a Lei Rouanet.

O Caderno de debates contém a proposta da Governo Federal, diversos projetos apensandos na Câmara dos Deputados e a legislação atual sobre o tema.

É um importante documento para quem quer compreender as mudanças na legislação de incentivo e fomento à cultura no Brasil.

Este caderno foi organizado por Marcia Abreu e por mim.
Acesse o Caderno: Procultura – Caderno CEC 01/2010

 

DVD O Sal da Terra – Lançamento

Convite para o Lançamento:
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Convidamos para o lançamento do DVD do Filme O Sal da Terra, de Eloi Pires Ferreira (eu sou produtor associado deste filme).

  • Livrarias Curitiba – Shopping Estação
  • 06 de maio – 19 horas
  • Presença dos Atores e Diretor

Mais informações:

http://www.osaldaterra.com.br/blog/?p=154

Palestrantes dos Diálogos de Fronteira visitam a usina (Itaipu)

————————-Imprensa – Eventos Educacionais – Marcos Cordiolli
Palestrantes dos Diálogos de Fronteira visitam a usina

Marcos Antônio Gubert (da Divisão de Relações Públicas) acompanha os visitantes e explica cada detalhe de uma gigante chamada Itaipu.

Os educadores Danilo Gandin e Marcos Cordiolli, conferencistas do projeto Diálogos de Fronteira, realizado na quinta-feira à noite no Cine-Teatro dos Barrageiros, visitaram a usina nesta sexta-feira, acompanhados do assistente do diretor-geral brasileiro Paulino Motter.

    

Paulino Motter, o cicerone da visita, mostra um panorama geral da empresa: do Parque da Piracema até o coração da usina.

Gandin e Cordiolli ficaram impressionados com o gigantismo de Itaipu. Durante o passeio, além da área industrial, eles conheceram o Canal da Piracema e as instalações do Parque Tecnológico Itaipu. “Não sabia que seria presenteado com este passeio. Estou encantado em conhecer um projeto tão bem feito”, disse Gandin. Cordiolli também elogiou: “Estou impressionado com a visita. Aqui, parece que tudo tem de funcionar como um relógio”, disse.

   

No Edifício de Produção, os visitantes chegam até a Sala de Controle Central.

Além da palestra no PTI, os dois educadores também participaram de um debate, na quinta-feira à tarde, na Fundação Cultural de Foz do Iguaçu, com mais de 70 diretores e coordenadores da rede pública municipal.

    

Os educadores Danilo Gandin e Marcos Cordiolli colocam a escola na polêmica do ensino.

Danilo Gandin provoca polêmica quando afirma que o ensino básico só irá melhorar quando forem exintos quatro fatores: “O conteúdo pré-estabelecido, a nota, professor falando o tempo todo e a grade curricular”. Segundo ele, “a escola tem ideias, mas não é capaz de fazer uma prática com essas ideias”.  

Paulino Motter: “De nada adianta construir uma bela faculdade sem resolver as deficiências do ensino básico. Os Diálogos de Fronteira querem justamente debater formas de melhorar o ensino básico”.

De acordo com Paulino Motter, é justamente esse o objetivo de Itaipu ao trazer especialistas em educação para os Diálogos de Fronteira: debater formas de melhorar o ensino básico. No momento em que praticamente se concretiza a Universidade de Integração Latino-Americana (Unila), é preciso, segundo Paulino, preparar um ambiente cultural propício, “discutindo temas da atualidade”. Ele ressalva que “de nada adiantar construir uma bela faculdade sem resolver as deficiências do ensino básico”.

Próximo diálogo

O projeto Diálogos de Fronteira já tem data e palestrante confirmados: será no próximo dia 16, às 19h45, com José Miguel Wisnik, professor de Literatura Brasileira da Universidade de São Paulo (USP), ensaísta e compositor. O tema de sua palestra será “Veneno remédio: o futebol e o Brasil – A evolução histórica do jogo da bola”, título de seu último livro.

Como fazer cinema em Curitiba

——————–Imprensa – Filme Curitiba Zero Grau

Divulgação / Jackson Antunes, vive um dos protagonistas de Curitiba Zero Grau, que entrelaça várias histórias Jackson Antunes, vive um dos protagonistas de Curitiba Zero Grau, que entrelaça várias histórias


Como fazer cinema em Curitiba

O diretor Eloi Pires Ferreira explica as dificuldades na produção de um filme fora do eixo

Gazeta do Povo, Caderno G. Audiovisual. Curitiba. Publicado em 28/02/2010 | Rodrigo Vaz, especial para a Gazeta do Povo

O cinema paranaense está em boa fase. Porém, apenas graças a equipes criativas e cooperativas, “que vestem a camisa”, como afirma o diretor Eloi Pires Ferreira. Foi o que ocorreu em O Sal da Terra, primeiro longa-metragem sob sua direção, lançado em 2008, e agora no filme Curitiba Zero Grau, projeto em fase de finalização.

Essa criatividade é definida pelo cineasta como a capacidade da equipe trabalhar com um orçamento abaixo do necessário. Segundo ele, os incentivos públicos estão defasados. Curitiba Zero Grau ganhou o Prêmio Estadual de Cinema e Vídeo em 2008, financiando o projeto em R$ 1 milhão. “Para produzir um filme como esse, precisaríamos de pelo menos o dobro”, afirma.

Ferreira não diminui a importância dos incentivos, mas diz que os investidores precisam entender que cinema é uma atividade estratégica. Além de gerar emprego, resgata e consolida os elementos culturais do país, divulgando-o internacionalmente. O Sal da Terra, por exemplo, foi exibido em diversos países. Na França, ganhou o prêmio de melhor filme no Festival Europeu de Filmes Espirituais de 2009.

Além disso, o diretor aponta as dificuldades de exibição e distribuição. “A cópia de um longa-metragem pronto, em 35 mm, custa cerca de R$ 7 mil.” Segundo ele, para uma carreira razoável, são necessários pelo menos R$ 500 mil, metade do que foi gasto para produzi-lo.

Ferreira também afirma que os apoiadores devem lançar um olhar mais atento ao fato de que poucos filmes chegam ao circuito comercial. “O cinema tornou-se muito elitizado e o acesso é restrito. Precisamos é popularizá-lo, com preços e os espaços de exibição mais acessíveis, que favoreçam cada vez mais o público.”

Hedeson Alves/Gazeta do Povo

Hedeson Alves/Gazeta do Povo / Eloi Pires Ferreira Ampliar imagem

Eloi Pires Ferreira

Detalhes

Confira algumas informações sobre Curitiba Zero Grau

- O filme é o segundo longa-metragem do diretor Eloi Pires Ferreira (foto).

O primeiro foi O Sal da Terra, de 2008. Curitiba Zero Grau está em fase final de edição de som. Sem data prevista para a estreia, poderá ser exibido a partir do ano que vem.

- No elenco estão os atores Jackson Antunes, Edson Rocha, Lori Santos e Diegho Kozievitch.

- A produtora titular do filme é a Tigre Filmes, dos cascavelenses Talício Sirino e Salete Machado. Como coprodutores estão a Labo Vídeo, de Eloi Pires Ferreira e Marcos Cordiolli, e J. Olímpio.

Para maiores informações, o site do filme é www.curitibazerograu.com.br.

Com todas as dificuldades, Ferreira afirma que há um forte movimento de regionalização do cinema brasileiro, impulsionando a produção paranaense em cidades como Cascavel, Londrina e Maringá, além da capital. Prova disso foi a parceria formada em Curitiba Zero Grau, entre as produtoras Tigre Filmes, de Cascavel, a curitibana Labo Vídeo e o produtor J. Olímpio.

Estreia

O novo filme do diretor deve demorar um pouco mais para entrar em cartaz. A previsão inicial da estreia era para o dia 29 de março, aniversário de Curitiba, mas o longa só vai estrear nos cinemas a partir do segundo semestre.

A razão para o adiamento é que o filme, para concorrer em festivais, precisa ser inédito, explica o diretor. Inscrevê-lo nas principais mostras do país significa aumentar sua visibilidade. Por enquanto, os interessados podem conferir as principais informações sobre a produção no site do filme.

O filme conta a história de quatro personagens envolvidos pelo trânsito: um motoboy, um vendedor de automóveis, um motorista de ônibus e um catador de papel. Segundo Ferreira, o filme trata de relações humanas. “Fala sobre como a atitude de alguém pode influenciar na de outras pessoas”.

“A intenção é mostrar um outro Brasil, ou um Brasil que muitos não conhecem – o paranaense”, explica. À exceção do ator Jackson Antunes, toda a equipe é local. O diretor diz que Curitiba é um manancial de bons atores e técnicos, e que isto está colaborando muito para o audiovisual brasileiro.

DVD

O Sal da Terra já está disponível em DVD, à venda nas livrarias Curitiba. Segundo o diretor, houve uma procura grande pelo filme durante uma série de exibições itinerantes promovidas por um dos patrocinadores.

As sessões, que ocorriam em postos de gasolina, tinha como principal público os caminhoneiros. Ferreira lembra que eles saíam emocionados das sessões, identificados com o protagonista, um padre caminhoneiro.

Orignial: Gazeta do Povo.

O Sal da Terra recebe o Margarida de Prata

O Sal da Terra
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O Filme O Sal da Terra recebeu o Prêmio Margarida de Prata da CNBB. Este tradicional prêmio foi criado na década de 1960 em reconhecimento ações humanista. Diversos e importantes filmes brasileiros já receberam o Margarida de Prata.

Veja  a relação de filmes contemplados com o Margarida de Prata:

http://www.cnbb.org.br/site/images/arquivos/files_49b12ee5469cb.pdf

Veja a entrevistare de Zulmar Faustino, Jornalista da Arquidiocese de Florianópolis,  com Elói Pires Ferreira, diretor do filme O sal da Terra, e Edson Rocha, o protagonista.


Itaipulândia: Educação em tempo integral

Educação em tempo integral – Consultoria
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O município paranaense de Itaipulândia iniciou a ampliação da jornada escolar. Convidado pelo Secretário de Educação, professor Ronei, estivemos prestando consultoria sobre os procedimentos para implantação da ampliação da jornada escolar. Tratamos de temas como a legislação, programas educacionais do governo federal, formas de gestão do trabalha pedagógico e alterações nos currículos e projetos políticos pedagógicos.

Estivemos reunidos com a equipe pedagógica da Secretaria Municipal de Educação  e com diretores e professores das escolas que estão ampliando a jornada escolar nos dias 28 e 29 de janeiro de 2009.

É uma importante iniciativa que conta com a equipe da secretaria e direções de escolas preparadas e entusiasmadas.

A reunião com a equipe pedagógica da secretaria de educação e diretores de escolas municipais.

Artigo sobre Interdisciplinaridade e Transversalidade,de Marcos Cordiolli

Publicação – Artigo de Marcos Cordiolli – Revista Aprendizagem

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O Artigo “”Interdisciplinaridade e transversalidade: dois termos, três questões curriculares e diversos problemas semânticos” de Marcos Cordiolli, foi publicado no número 14 da Revista Aprendizagem da Editora Melo. Este número tematiza Interdisciplinaridade e a Transversalidade, com artigos de teóricos como Rosita Edler Carvalho, Sandra Bozza, Joe Garcia, Ivani Fazenda, Guilherme Romanelli, Rubens e Alessandra Wajnsztejn, Marilia Fannuchi Ferraz, Laura Montserrat Barbosa, Celso Vasconcelos e Celso Antunes.

O artigo “Interdisciplinaridade e transversalidade: dois termos, três questões curriculares e diversos problemas semânticos.” trata da interdisciplinaridade e transversalidade como termos em disputa no campo da pedagogia, com diversos atores reivindicando as formulações destes conceitos.

Mais informações e aquisições:

http://www.editoramelo.com.br/?page_id=70

Secretaria de Educação de Marechal Rondon promove semana pedagógica.

———————————Imprensa – Eventos de Educação – Marcos Cordiolli

Secretaria de Educação de Marechal Rondon promove semana pedagógica.

29/01/10 15h58 | Marechal Cândido Rondon

A Secretaria Municipal de Educação de Marechal Cândido Rondon realizará na próxima semana, de 1 a 05 de fevereiro, a 1ª Semana Pedagógica 2010.
As atividades para os professores iniciarão na segunda-feira, às 8h00, com a Oficina de Matemática ministrada pelo professor Lair Buchner, na Escola Criança Feliz.
Para o dia 02 de fevereiro estão agendadas as palestras “Projeto Político Pedagógico”, com o professor Alvori Ahlert, e “Ética e Moral”, com o professor Vasco Moretto.
No dia 03, acontecerão as palestras “Educação Inclusiva”, com a doutoranda em psicologia Maria de Fátima Minetto e “Cultura Afro-brasileira”, com o professor Marcos Cordiolli. Estas palestras serão realizadas no auditório da UNIFASS.
Na data de 04 de fevereiro, no período da manhã, os professores realizarão o planejamento bimestral e à tarde terá início o Pró-Letramento 2010, na Escola Criança Feliz.
Na sexta-feira, dia 05 de fevereiro, os professores desenvolverão atividades nas suas respectivas escolas no sentido de preparar as salas para o início do ano letivo, dia 08 de fevereiro.
Paralela à programação destinada aos professores da rede municipal, foram organizadas atividades para os educadores infantis que atuam nos Centros Municipais de Educação Infantil.
Eles farão o Planejamento Semestral no dia 1° de fevereiro, à tarde, na Escola Criança Feliz.
Neste mesmo período, haverá uma palestra de orientação com a nutricionista Josiane da Silva Thomas.
No dia 02, à tarde, no Auditório da UNIFASS, estes educadores também participarão da palestra que será ministada pelo professor Vasco Moretto, sobre “Ética e Moral”.
Para as merendeiras, o nutricionista Rafael Heinrich ministrará palestras.
No dia 02 de fevereiro, para as merendeiras dos CMEI’s; dias 03 e 04 de fevereiro para as merendeiras das escolas, sendo realizadas no CEMEP, no período matutino.
Conforme a diretora do departamento de ensino, Terezinha Weimer, a intensa programação demonstra a preocupação e o compromisso da Secretaria com os profissionais que atuam na educação, capacitando-os para atender cada vez melhor as crianças do município.
…………..Gravação.

(Paulo Nogueira/Assessoria)

Original: http://www.atlantidafm.com/atlantida/ouvir2.php?q=http://www.atlantidafm.com/atlantida/ver_noticia.php?not=20214

O Sal da Terra no Spiritual Enlightened

O Sal da Terra: em festival on line
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O filme O Sal da Terra, do qual sou produtor associado, está concorrendo no Spiritual Enlightened, um festival on line que elege os filmes independentes com temática espiritual. Pode participar pode ver o filme e participar da escolha: http://www.cultureunplugged.com/play/2809 basta assistir a pelo menos 5 minutos do filme no site do festival.

Mas você pode ajudar mais.

1. Faça o login, vote cliclando na estatueta.

2. Acesse a área de share e indique o filme para o Orkut ou Facebook ou outra rede social.

3. Click em twitter caso você seja usuário desta rede social.

Estas formas de apoio também contam ponto.

Sobre O Sal da Terra visite: http://www.osaldaterra.com.br

Agradecemos por mais essa força e seguimos divulgando o cinema brasileiro.

O Sal da Terra nos cinemas do Recife

O Sal da Terra: Exibição em Recife
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O Filme O Sal da Terra, do qual sou produtor associado, está em cartaz nos cinemas do Recife.

Vejas matérias na impressa local:

A revolução xiita no Irã e a expansão do fundamentalismo islâmico, artigo de Marcos Cordiolli

Pulbicação – Artigo
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O artigo “A revolução xiita na Irã e a expansão do fundamentalismo islâmico”, com análise da expansão do fundamentalismo islâmico e seu papel no jogo geopolítico do início do século XXI, foi publicado no Jornal Bahia Online e está disponível na Internet.

Leia o Artigo: http://www.jornalbahiaonline.com.br/index.asp?noticia=3797

Formas de gestão do trabalho pedagógico, em sala de aula, na educação superior, por Marcos Cordiolli

Publicação – Marcos Cordiolli – Educação Superior

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O ensaio “Formas de gestão do trabalho pedagógico, em sala de aula, na educação superior” é ainda um texto experimental. Produzido a partir das observações e interlocução com docentes, tem por objetivo sistematizar, conceitualmente, algumas das formas de organização do trabalho pedagógico na educação superior.

A primeira parte trata dos projetos, também conhecido como “metodologia de projetos”, mas que neste ensaio é apresentado a partir de eixos para o estimulo das aprendizagens compartilhadas, visando ampliar a autonomia intelectual e de estudo dos discentes.

Trata, também, da Contextualização, da Problematização e dos Mapas Conceituais.

Acesse a Publicação:

O Sal da Terra em Fès, em festival no Marrocos

O Sal da Terra em Fès – Festival
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O Filme O Sal da Terra, do qual produtor associado, foi incluído na Mostra do ESFF em Fès (Marrocos). Esta mostra reúne filmes de diversas partes do mundo e será realizada entre20 e 21 de novembro de 2009
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Professores discutem relação entre disciplinas

Gazeta do Povo – 27/10/2009 | 00:02 | Da Redação

A interdisciplinaridade é tema do 2.º Encontro Museus e Centros de Ciências em Interação com a Escola, que começou ontem, no Parque Newton Freire-Maia, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. Até amanhã, serão discutidas as relações entre os espaços de educação não formal, como o parque, e o ambiente escolar. Cerca de 50 professores de Curitiba de várias disciplinas participam do evento.

Para Marcos Cordiolli, pro­­­fessor de Pedagogia da UniBrasil, o conhecimento se mostra de forma mais ampla que as disciplinas. “Assim a interdisciplinaridade pode ser uma solução de ações pedagógicas que articulam várias disciplinas para construir conhecimento para os alunos”. Cordiolli ainda destaca que o professor deve sempre estar atualizado na área do conhecimento com a qual trabalha, mas também deve dominar minimamente os conhecimentos das demais áreas.

Lúcia de Fátima Mattossi de Arruda, professora de Geo­grafia do Colégio Estadual Pro­fessora Dirce Celestino do Amaral, relata que é muito importante existir um diálogo entre as disciplinas. “É necessário ligar os saberes para torná-los mais significativos para os alunos, para que eles vejam o mundo como um todo e não como partes separadas”.

A professora de Biologia Edna Fantinelli de Carvalho, do Colégio Estadual Professor Algacyr Munhoz Maeder, comentou que as discussões levam os professores a refletir e trocar experiências.

Em 2004, a Secretaria de Estado da Educação começou o processo de discussão com os professores da rede pública nos encontros de formação continuada, a respeito da interdisciplinaridade.

Segundo Maria Eneida Fantin, coordenadora pedagógica do Departamento de Educação Básica (DEB), as disciplinas têm de ser condição para que se estabeleça a relação interdisciplinar. “Cada disciplina consegue olhar para um fenômeno de uma perspectiva muito própria, quando várias disciplinas olham para o mesmo fenômeno cada qual com sua ferramenta teórica, tem-se a interdisciplinaridade”, explica a coordenadora.

Ela ainda ressalta que não elimina as disciplinas; ao contrário, parte delas para que possa acontecer. Assim, o aluno deixa de ter uma visão fragmentada da realidade.

Original: Gazeta do Povo

Elementos para gestão do trabalho pedagógico em Educação de Jovens e Adultos, por Marcos Cordiolli

Publicação – Livro Digital
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O ensaio “Elementos para gestão do trabalho pedagógico em Educação de Jovens e Adultos’ é um livro digital gratuito. Aborda as formas de gestão do trabalho pedagógico em sala de aula na EJA, a partir de três grupos de ações fundamentais: (a) a elaboração do diagnóstico/perfil sócio-antropológicos do ambiente cultural do educando; (b) a permanente reescrita das reconstituições das histórias de vida do educandos; e (c) a organização compartilhada de temas de estudos contextualizados e problematizadores, que expressem interesses e necessidades dos diferentes grupos da turma. E considerando que para isto o educador teria que promover na gestão do trabalho pedagogico (a) a identificação da diversidade cultural e geracional das turmas de EJA e (b) a organização compartilhada dos temas de estudos.

Para acessar a publicação: A gestão do trabalho pedagógico em EJA

Palestra “Interdisciplinaridade: Questões e Desafios”, com Marcos Cordiolli e Awdry Feisser Miquelin

Evento – Palestra
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A palestra “Interdisciplinaridade: Questões e Desafios” será proferida por Marcos Cordiolli com o Prof. Dr. Awdry Feisser Miquelin (UTFPR) no II Encontro museus e centros de ciência em interação com a escola: Interdisciplinaridade. Este evento é promovido pelo Parque das Ciências Newton Freire Maia para professores da Educação Básica da Rede Estadual do Paraná.

  • Evento: II Encontro museus e centros de ciência em interação com a escola: Interdisciplinaridade.
  • Promoção: Parque das Ciências Newton Freire Maia
  • Data: Segunda (26/10)
  • Horário: 10:00h às 12:00h
  • Local: Na Sala Milton Santos, no Parque da Ciência.

TEMA: INTERDISCIPLINARIDADE

A busca de abordagens interdisciplinares que rompam com a fragmentação presente no sistema de ensino é objeto de preocupação de todos os professores. Apesar de não haver um consenso acerca do que é interdisciplinaridade, alguns termos são comuns nas definições, como, por exemplo, trabalho mútuo, cooperação, integração, visão unificada entre outros. Tais “padrões” podem contribuir para a construção do conceito mais unificado porém, podem dar margem a visões equivocadas e criar uma ilusão de trabalho interdisciplinar.

Desta forma, escolhemos para tema balizador deste II Encontro a interdisciplinaridade. Além de um espaço para discussões mais teóricas, teremos atividades vinculadas à Astronomia, Biologia, Física, Matemática e Geografia, pautadas pela presença de assuntos secundários como ciência no Brasil, aquecimento global e origem da vida, executadas por profissionais com diversas formações, objetivando fornecer diferentes olhares sobre os temas.

Como chegar:

Local do evento:

Clique aqui para ver o mapa do local do evento.

Veja a programação completa do evento

Saiba mais

A revolução xiita e a contradição norte-americana, por Marcos Cordiolli

Artigo – Marcos Cordiolli

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O artigo “A revolução xiita e a contradição norte-americana” foi publicado na Revista Mundo Jovem, de outubro.

No Irã, no final da década de 1970, uma incontestável revolução de massas instituiu uma república islâmica e reintroduziu modos de vida conservadores para os parâmetros ocidentais. Este foi o início da ascensão política do fundamentalismo islâmico radical, que se tornou o principal tema da pauta da geopolítica internacional no início do século 21.

Leia o Artigo:

http://www.mundojovem.pucrs.br/artigo-revolucao-xiita-e-a-contradicao-norte-americana.php

Organização Curricular do Ensino de 9 anos, com Valdeci Loch e Marcos Cordiolli

Evento – Conferência
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A conferência “Organização Curricular do Ensino de 9 anos” será proferida, por Marcos Cordiolli, em evento conjunto com Valdeci Loch.

  • 29 de outubro – quinta-feira
  • 19:30 horas
  • Hotel Rochelle
  • Rua Tibagi 307

Informações e inscrições: assessoriapedagogica.pr@ibep-nacional.com.br

IBEP - conferencia - outubro de 2009

Obra apresenta metodologias para tratar diversidade das novas tecnologias da comunicação e informação

 Por Marcos Cordiolli

Instituto Claro | Em Paulta | Setembro 2009

A inventividade do ser humano e a sua capacidade de convertê-la em tecnologia era a questão que impulsionava um dos debates num dos congressos do Icase, uma associação internacional que reúne educadores da área de ciências. Naquele evento, fui convidado para debater sobre a aprendizagem diante dos avanços da indústria cultural e das novas tecnologias da informação e da comunicação. A minha posição foi bastante enfática e, como muitos, afirmei que as diversas formas de novas tecnologias ampliavam a produção e a circulação da informação e saberes, mas a constituição do conhecimento requereria processos reflexivos mais complexos. E para mim, a inventividade humana teria ao menos um limite: a produção de texto escrito ainda era e vai continuar sendo a melhor de organizar o pensamento, portanto, de prover as pessoas da capacidade de compreensão e expressão. Portanto, a produção de texto escrito, com coesão e coerência, seria também prioridade para inclusão digital e acesso às novas tecnologias da informação e da comunicação.

 O acesso às informações e aos saberes provê as pessoas de mais argumentos, mas nem sempre de capacidade de escrever. Conhecemos pessoas que expõem com facilidade as suas idéias na forma oral, mas que possuem extrema dificuldade para sistematizá-las na forma escrita. Idéias orais, por mais convincentes que sejam, são diferentes em aspectos organizativos das expostas na forma escrita. Talvez não sejam menos importantes, mas são diferentes.

 As novas tecnologias da informação e da comunicação produzem habilidades necessárias à produção textual tais como a ampliação do raciocínio lógico (pelas habilidades desenvolvidas em jogos), a ampliação da interação com as ferramentas colaborativas de produção intelectual, a flexibilização na localização das informações e maior circulação dos saberes. Mas sigo acreditando que a produção do texto escrito é o elemento que possibilita o pleno exercício de todas elas. Sem a capacidade de expressão dessas capacidades na forma escrita, todas elas serão limitadas e em muitos casos inócuas. Os avanços da inclusão digital, portanto, promovem cada vez mais condições para a produção textual, mas as escolas continuam com dificuldades para que os educandos produzam textos básicos, com coesão e coerência.

 Mais do que prover as pessoas de um ponto de internet e de domínio de ferramentas básicas da rede, a inclusão digital requer que a pessoas consigam sistematizar a imensa massa de informações disponíveis. E por outro lado da inclusão é preciso condições de produção textual para falar ao mundo na forma escrita pela rede, potencializando e qualificando os e-mails, as postagens em redes sociais, ampliando as condições de publicações em blogs e sites e a produção de materiais audiovisuais (em franca ascensão na internet). Não que a forma escrita seja a única, seguramente as outras linguagens são fundamentais e cada uma encontra novos canais na capilaridade da rede. Mas escrever e publicar passam a ser uma dimensão necessária da cidadania destes novos tempos. E, novamente, nos vemos diante de dilemas que nasceram com a escola: como transformar pessoas alfabetizadas, que decodificam a linguagem escrita, em efetivos leitores e em capacitados a escrever? Como as informações e saberes convertem-se em pensamento organizado? Todas as alternativas levam à produção textual – digitado ou manuscrito.

 A capacidade de produção escrita que era um antigo problema se coloca também como uma nova necessidade. E continua sendo um problema para organizar e expressar efetivamente as suas idéias e pensamentos. Os processos de escolarização para os incluídos e para os a incluir no mudo digital, embora disponibilizem condições fundamentais para a produção textual, não a promovem automaticamente.

 Nesse sentido, considero fundamental, pelos educadores, a leitura do livro “Produzindo Texto com ‘Velhas’ e ‘Novas’ Tecnologias” de Glaucia Brito e Paulo Negri, (Editora Infantil, Curitiba, 2008). A obra apresenta metodologias para tratar com toda a diversidade das novas tecnologias da comunicação e informação, mas também (re)valoriza instrumentos antigos que às vezes o professor pensa em abandonar.

 Outra característica interessante do livro é a de que foi escrito a partir de e-mails que os autores receberam de professores. Portanto, diversos trechos partem diretamente das dúvidas e problematizações concretas do cotidiano das salas de aula. O livro atua numa mediação importante entre recursos disponíveis e com os quais muitos professores estão habituados. Portanto, trata-se de ações que podem ser implementadas em todas as salas de aula, e que poderão ser ampliadas na mesma proporção do surgimento de novos recursos digitais. E assim, o livro propõe ações pedagógicas para preparar nossas crianças, adolescentes e jovens para uma verdadeira inclusão digital: a de efetivos leitores e escritores, para um futuro onde as pessoas vão estar conectadas 24 horas por dia. Portanto, uma obra imprescindível para uma questão educacional prioritária e urgente.

 * Marcos Cordiolli é historiador e mestre em educação. É palestrante e escritor. Atua em atividade de qualificação docente e em consultoria para redes e intuições educacionais de educação básica e superior. Mantém a página http://cordiolli.com em que apresenta publicações sobre educação e outros temas. É, também, produtor de cinema e teatro.

 2 COMENTÁRIOS

Heloisa Costa | 01 NOVEMBRO 2009 | 11h11

O assunto é pertinente e interessantíssimo. Embora alguns ainda achem que estamos longe da prática tecnológica, especialmente em sala de aula, podemos afirmar que ela está aí…. bombando!!! Sou formanda em Letras e, apesar de amar sujar as mãos com giz, sei que a tendência é o mouse. Estou preparada e me equipando cada vez mais. Acredito que este é o profissional do futuro – aquele que se adapta à situação, independente das condições que ela oferece.

HelenaBray | 18 OUTUBRO 2009 | 12h10

Achei este artigo muito interessante (necessário, até). Efectivamente as novas tecnologias da comunicação e informação colocam questões importantes no âmbito da didáctica/pedagogia. Mais do que a preocupação com as literárias e o tratamento da informação, a produção da escrita envolve os processos fundamentais da aprendizagem enquanto apropriação/construção. A passagem da informação ao conhecimento exige a produção/construção do discurso escrito.

Publicação Original: Instituto Claro

Aspectos Teórico-Metodológicos da Educação Superior

Evento – Aula de Cursos de Especialização
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A disciplina “”Aspectos Teórico-Metodológicos da Educação Superior” apresenta diversos encaminhamentos pedagógicos para os docentes da Educação Superior, como formas de preparar os planos de ensino; como organizar o trabalho pedagógico na forma de projetos e estimular a produção escrita. Também discute formas de como produzir conhecimento e intervenção social com atividades de pesquisa e extensão na graduação.

  • Curso: Metodologia do Ensino Superior.
  • Modalidade: Ead. Local: Estúdio do Eadcon em Curitiba (PR).
  • Instituição Promotora: FAEL/Eadcon – Sistema Educacional.
  • Esta aula será gravada e inserida no cursos de EaD do Eadcon.
  • Data: 18  de Setembro de 2009.

A formação acadêmica e a aprendizagem com pesquisa:conferência na FAP.

Evento – Conferência
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A conferência ” A formação acadêmica e a aprendizagem com pesquisa” é parte do Simpósio da Licenciatura em Artes Visuais da Faculdade de Artes do Paraná. Nesta conferência de Marcos Cordiolli, será apresentada a processos e proposições de pesquisa na graduação articulada as atividades das disciplinas. Discutindo com professores e alunos encaminhamentos pedagógicos para ampliar a formação acadêmica e produzir conhecimento na graduação.

  • Conferência: A formação acadêmica e a aprendizagem com pesquisa.
  • Evento: Simpósio da Licenciatura em Artes Visuais da Faculdade de Artes do Paraná.
  • Instituição Promotora: Faculdade de Artes do Paraná.
  • Data: 17/09/2009.
  • Duração:  04 horas.

A ética profissional dos educadores, conferência de Marcos Cordiolli

Evento – Conferência
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A conferencia “A ética profissional dos educadores nas relações docentes, com educandos e suas famílias” será proferida por Marcos Cordiolli, e trata da ética como dimensão prática cotidiana na atividade docente, expressa nas relações entre os docentes e destes com a instituição educacional em que atuam. Também é expressa nas relações com os educandos e suas famílias.

Instituição Promotora: Rede Municipal de Educação de Pinhais e Sistema de Ensino Unibrasil.

  • Data: 21/09/2009
  • Horário: 08 – 12 horas.
  • Local: Pinhais (PR)

Produção de texto em tempos de inclusão digital, por Marcos Cordiolli

Publicação – Artigo

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LivroO breve artigo “Produção de texto em tempos de inclusão digital” é motivado pela apresentação do Livro da Glaucia brito e Paulo Negri. A publicação é um ensaio sobre a organização do pensamento, refletindo sobre a produção de texto no contexto da expansão das Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação. Também faz apontamentos sobre este tema nos processos de inclusão digital.

Este é um tema de grande dimensão na atualiade, mas que sobre o qual tem-se poucas publicações em língua portuguesa. A publicação foi uma solicitação do Instituto Claro para o seu site.

http://www.institutoclaro.org.br/observatorio/reportagens/detalhe/marcos-cordiolli-indica-o-livro-produzindo-texto-com-velhas-e-novas-tecnologias-de-glaucia-brito-e-paulo-negri

A artigo de Marcos Cordiolli na Revista Juliette

Publicação – Crítica de Cinema
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Juliette 011A crônica  “Gigante: um “bela e a fera” minimalista e sensível”, de Marcos Cordiolli, foi publicado na Revista Juliette de Cinema, número 11 de setembro de 2009. Entre os temas publicados nesta edição estão o filme “Possessão” de Andrzej Zulavski, “Proibido proibir” de Jorge Durán e “O curioso caso de Benjamin Button” de David Fincher, além da entrevista com o ator Leonardo Medeiros.

Juliette nasceu por iniciativa de Josiane Orvatich e conta com a participação, em sua equipe, de Murilo Wesolowicz, Rafael Urban, Isadora Rupp, Mariana Sanchez e Marden Machado.

JULIETTE é uma produção de Juliette Editora.

Os textos do mês são de Natalia Barrenha, Rodolfo Stancki, Wellington Sari, Marcos Cordiolli, Isadora Rupp, Marden Machado, Josiane Orvatich, Murilo Wesolowicz e Mariana Sanchez. A entrevista é de Rafael Urban e as ilustrações são de Maureen Miranda.

Para adiquirir a revista acesse  o site da Editora Juliette.

Este artigo também está disponível no Blog Comentando Filmes

Veja o Trailler do filme Gigante, objeto do artigo de Marcos Cordiolli:

Economia Política – Como vão os investimentos?

——————————– Blogs – Produção Executiva – Marcos Cordiolli


Economia Política – Como vão os investimentos?

Segundo o cineasta Marcos Cordiolli, quando se trata de investimentos econômicos no cinema paranaense existem três tipos de financiamento: verbas públicas, verbas públicas de renúncia fiscal e o investimento privado. Cordiolli diz que o Paraná, nos últimos tempos, recebeu recursos através de verbas públicas diretas do âmbito federal para alguns curtas-metragens e para desenvolvimento de roteiro.
Os grandes prêmios geralmente são voltados para produções que recebem investimentos financeiros mais pesados. Dessa última leva de filmes nacionais, apenas um título conquistou bons prêmios, e com um edital de baixo orçamento, que foi o filme “Estômago”.
Dentro das verbas de renúncia fiscal dois longas paranaenses receberam o financiamento. São eles: “O Sal da Terra” e “Conexão Japão”. Falando de investimento privado, alguns curtas obtiveram mais recursos. Já para os longas apenas um filme recebeu recursos de investidores italianos.
Na opinião de Cordiolli, o Paraná tem condições de se tornar um pólo produtor e exportador de cinema, e vem demonstrando essa qualidade através dos produtos que vem sendo exibidos. Ele garante que o estado tem um bom cenário, atores e técnicos em know-how adequados para o trabalho cinematográfico.
Pensando no cinema como uma indústria, o Brasil já conta com alguns elementos significativos, como linha de financiamento e qualificação profissional. Porém, falta distribuição desses produtos, o que dificulta a relação com o espectador brasileiro, que ainda resiste em assistir aos filmes nacionais.
Ele ressalta também que para que o cinema, tanto paranaense, como brasileiro ganhar espaço na mídia, é necessário que haja um reconhecimento social por parte do público para formar uma identidade para o cinema nacional. “Portanto é indispensável um espaço e reconhecimento na imprensa, nas veiculadoras e no público”, comenta Marcos. Um estímulo para atrair o público poderia também partir das emissoras, através de propagandas, outdoors e flashes durante a programação.
Original: Cineacademia

Uma crítica do filme “Pau Brasil” de Fernando Belens, por Marcos Cordiolli

Artigo – Crítica de Cinema
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Cartaz PAU BRASILLeia a crítica do filme “Pau Brasil” de baiano Fernando Belens, por Marcos Cordiolli. O filme ganhou o edital patrocinado pelo Governo do Estado e tem, também, capital alemão na produção. A obra é baseada em livro homônimo de Dinorah do Valle, premiado em concurso cubano da Casa de las Américas.

http://www.jornalbahiaonline.com.br/index.asp?noticia=2452

Ficha Técnica

Um filme dirigido por Fernando Belens.
Produzido por Sylvia Abreu e Pola Ribeiro
Co-produzido por Andre Bendocchi Alves e Claudia Enzmann.

Elenco: Bertrand Duarte, Osvaldo Mil, Fernanda Paquelet, Arany Santana, Agnaldo Lopes, Ari Barata, Bira Freitas, Carlos Betão,
Daniel Oliva, Edlo Mendes, Ednéas Santos, Edvard Passos, Fafá Pimentel, Fernanda Belling, Frieda Gutman, Humberto Dias, Irema Santos,
Lúcio Tranchesi, Milena Flick, Psit Mota, Rita Brandi, Wilson Mello.
Participação especial: Narcival Rubens, Ornellas Filho, Rita Assemany.
Elenco infanto-juvenil: Felipe Calicote, Tairine Ramos.
Saiba mais

Debate: Ensino nas escolas públicas deve ser laico ou religioso?

Artigo – Ensino Religioso – por Gilmar Piolla
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Leia o Artigo de Gilmar Piolla para o site Aprendiz sobre o ensino religioso nas escolas públicas.  Marcos Cordiolli é um dos entrevistados neste artigo. (Publicado originalmente em 29/08/01.)

Ensino nas escolas públicas deve ser laico ou religioso?

A partir do ano que vem, com o uso de dinheiro público para contratação de professores, o ensino religioso passará a fazer parte do currículo das escolas de ensino fundamental mantidas pelo governo do estado de São Paulo. A medida atingirá todas as escolas que ainda não foram municipalizadas, o que, no caso de São Paulo, significa uma grande maioria. O ensino religioso a ser oferecido pela rede pública paulista será obrigatório às escolas e facultativo aos alunos.

Saiba mais

Entevista de Demerval Saviani.

Publicação – Demerval Saviani
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pedagogia Historico criticaDemerval Saviani reescreveu a entrevista concedida a Adriano Nogueira, Pedro Elói e a Marcos Cordiolli, intitulada de “Contextualização histórica e teórica da pedagogia histórico-crítica” . Veja um trecho da introdução do livro “Pedagogia Histórico_Crítica”:  ”O outro texto, “Contextualização histórica e teórica da pedagogia histórico-crítica”, foi motivado por uma entrevista concedida pelo autor aos professores Marcos Cordiolli, Pedro Elói Rech e Adriano Nogueira e que foi publicada como um texto corrido no Caderno Pedagógico da APP-Sindicato, em outubro de 1997, no número comemorativo dos 50 anos da Associação dos Professores do Paraná. Considerando a relevância da temática tratada nessa entrevista e o seu caráter esclarecedor para os leitores do presente livro, foi reescrito o texto, concentrando na contextualização histórica e teórica e escoimando-o das questões mais específicas que integraram a publicação do Caderno Pedagógico da APP.”

A publicação de Saviane está disponível no Google Books: http://books.google.com/books?id=xyBVM4Zz3rYC&printsec=frontcover&hl=pt-BR&source=gbs_v2_summary_r&cad=0#v=onepage&q=&f=false

Cinema nacional produz mais e distribui menos

Matéria na Imprensa – Cinema
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Leia a matéria de Ana Carolina Caldas sobre a produção cinematográfica brasileira publicada no jornal Bahia Online. Nesta matéria Marcos Cordiolli é um dos entrevistados.

Cinema nacional produz mais e distribui menos

Ana Carolina Caldas

Do público total de 89.960.164 mil pessoas que foram aos cinemas em 2008, apenas 9.143.052 assistiram aos filmes nacionais. Números estes divulgados em 2009 pela Ancine – Agência Nacional de Cinema revelam que a participação dos filmes brasileiros na distribuição pelas salas de audiovisuais é de somente 10%. Por outro lado, a produção de filmes brasileiros cresce a cada ano.

Segundo dados também da Ancine, de três filmes em 1992 subiu para 29 em 2003, e cerca de 80 em 2007. Uma equação difícil de entender e resolver. Entre as causas do problema da crise de superprodução versus baixa de público, está a dificuldade em conseguir espaços nas salas de cinema e concorrer com os estúdios estrangeiros no preço dos ingressos.

Saiba mais

Cinema itinerante apresenta filme gratuitamente a caminhoneiros em MT

Imprensa | O Sal da Terra
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Redação site TVCA | TV Centro América | Cultura 20/8/2009

A entrada é gratuita e as sessões começam às 20h. Programa começa hoje e segue até dia 30.
  • Divulgação
    Caminhoneiros que passarem por Rondonópolis a partir desta quinta-feira poderão assistir gratuitamente ao filme ‘O Sal da Terra’. O filme é uma produção nacional que conta o dia a dia da vida das estradas sobre a ótica de um padre caminhoneiro. O cinema para caminhoneiros estará no Posto Julia, na Av.06, no bairro Parque Industrial Vetorasso. A entrada é gratuita e as sessões começam às 20h. O cinema itinerante ficará no local até o dia 30 de agosto.

A proposta do “Projeto Arte e Cultura nas Estradas – Cinema Nacional para Caminhoneiros”, é um cinema itinerante que vai até onde os caminhoneiros estão. Conta com uma estrutura móvel de tendas, telões e áudio, que se transforma numa sala de cinema gratuito com capacidade para até 200 pessoas.

O projeto, que percorre várias cidades brasileiras e estreia nesta quinta em Mato Grosso, já foi apresentado na Bahia e percorrerá os estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Santa Catarina até o final de outubro. O objetivo do projeto é levar cultura e entretenimento aos profissionais do volante, em postos de grande concentração deste público.

A expectativa dos organizadores é a participação de cerca de 1,8 mil pessoas na etapa de Rondonópolis. Em seguida, o “Arte e Cultura nas Estradas – Cinema Nacional para Caminhoneiros” segue para Campo Grande (MS).

O filme

“O Sal da Terra” conta a história de Padre Miguel, um religioso que percorre as estradas do Brasil em um caminhão-capela e que revela um retrato do universo das estradas diante da fé. A história se passa em dois mundos, o das dificuldades da estrada e o da religiosidade do povo brasileiro que o padre encontra pelo caminho. A produção, que foi rodada no Paraná, percorreu mais de 30 mil quilômetros pelo estado e visitou 25 municípios mobilizando um exército de figurantes.

Cinema

Para participar das sessões do cinema gratuito, os interessados precisam apenas preencher um cadastro com a equipe promotora do evento, antes da sessão começar. Por dia, podem ser atendidas até 200 pessoas. Os participantes também são sensibilizados com outros dois temas importantes no universo das estradas: a segurança no trânsito e a conscientização contra a exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias.

Os filmes de segurança têm o objetivo de estimular as boas práticas e comportamentos seguros nas ruas e estradas, como o uso do cinto de segurança, bem como alertar sobre as principais causas de acidentes no trânsito.

Publicação Original: TV Centro América

Um dia nas filmagens de Curitiba Zero Grau

Notícia – Imprensa
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O Jonal Gazeta do Povo, no Caderno G, de Domingo, 16/08/2009, pubilcou a matéria “Um dia nas filmagens de Curitiba Zero Grau”

Um dia nas filmagens de Curitiba Zero Grau

Publicado em 16/08/2009 | Cristiano Castilho

A vendinha que Jorge Luiz Skora mantém há 22 anos no bairro Santa Cândida virou atração semana retrasada. Carros eram parados, cachorros foram impedidos de seguirem seu caminho e frequentadores do Tia Marta – o negócio dos Skora – degustavam cerveja nas calçadas e não nos bancos que se alinhavam rente ao balcão. Sem contar os pedidos de fotos e autógrafos ao ator Jack­son Antunes – todos atendidos, diga-se.

O que acontecia era a gravação de Curitiba Zero Grau, filme do curitibano Eloi Pires Ferreira – também diretor de O Sal da Terra (2008). Eloi e sua equipe venceram a terceira edição Prêmio Estadual de Cinema e Vídeo, que destina R$ 180 mil a três telefilmes e R$ 1 milhão a um longa-metragem – em 2007 o vencedor foi Corpos Celestes (de Marcos Jorge e Fernando Severo) e ano passado Mysterios (Beto Carminatti e Pedro Merege).

O sal da terra exibido em beira de estrada para caminhoneiros.

Imprensa – Filme Curitiba Zero Grau
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O Filme Curitiba Zero Grau, do qual Marcos Cordiolli é produtor associado foi exibido em postos de gasolina de diversos estados. O resultado foi excelente pois o filme narra história de caminhoneiros.

Filme nacional sobre caminhoneiros será exibido em cinco estados


Caminhoneiros de cinco estados poderão assistir em diversas localidades do Brasil ao filme O Sal da Terra, uma produção nacional que conta o dia-a-dia das estradas sobre a ótica de um padre caminhoneiro. As exibições fazem parte do Projeto Arte e Cultura nas Estradas – Cinema Nacional para Caminhoneiros, que começou no início de agosto e percorrerá várias regiões brasileiras até outubro. A primeira apresentação aconteceu dia 4 de agosto em Feira de Santana, Bahia, no Posto São Gonçalo, localizado na Rodovia BR 324. O projeto tem o patrocínio da Volvo do Brasil por meio da Lei de Incentivo à Cultura, e apoio de suas concessionárias em cada área de exibição. As sessões acontecem sempre às 20 horas.

Um cinema itinerante que vai até onde os caminhoneiros estão. Essa é a proposta do Projeto Arte e Cultura nas Estradas – Cinema Nacional para Caminhoneiros, que pretende levar diversão, entretenimento e informação aos caminhoneiros.

Uma estrutura móvel de tendas, telões e áudio se transforma numa sala de cinema itinerante gratuito com capacidade para até 200 pessoas. O projeto passará por várias cidades, com apresentações em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Santa Catarina e Bahia.

O filme

O Sal da Terra conta a história de Padre Miguel, um religioso que percorre as estradas do Brasil em um caminhão-capela, revelando um retrato do universo das estradas diante da fé. A história se passa em dois mundos, o das dificuldades da estrada e o da religiosidade do povo que o padre encontra pelo caminho. A produção, que foi rodada no Paraná, percorreu mais de trinta mil quilômetros pelo estado e visitou 25 municípios, mobilizando um exército de figurantes. O filme também teve o patrocínio da Volvo por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Para participar das sessões de cinema, os interessados precisam apenas preencher um cadastro com a equipe promotora do evento, antes da sessão começar. Os participantes também são sensibilizados com outros dois temas importantes no universo das estradas: a segurança no trânsito, por meio de uma coletânea de filmes do Programa Volvo de Segurança no Trânsito (PVST), e a conscientização contra a exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias.

Os filmes de segurança têm o objetivo de estimular as boas práticas e comportamentos seguros em estradas, ruas e rodovias, como o uso do cinto de segurança, e de alertar sobre as principais causas de acidentes no trânsito.

Folhetos e cartilhas explicativas do Programa Na Mão Certa têm o objetivo de conscientizar o público-alvo de caminhoneiros sobre a exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias. A ideia é estimular a denúncia através do Ligue 100. O número é um serviço de discagem direta e gratuita, disponível para todo o Brasil.

Oportunidade singular

“A oportunidade de reunir temas tão importantes para o universo dos profissionais da estrada, aliado ao cinema, é sem dúvida o que nos motivou a patrocinar este projeto”, destaca Anaelse Oliveira, coordenadora do projeto na Volvo do Brasil. “Temos a chance de propiciar momentos de lazer aos caminhoneiros, que dificilmente têm oportunidade de ir ao cinema, de reforçar algumas mensagens educativas e também valorizar também a produção de filmes nacionais, que tem crescido muito nos últimos anos”, finaliza.

A expectativa dos organizadores é a participação de cerca de 10 mil pessoas até o final do projeto, em outubro.

Calendário de apresentações

  • Feira de Santana (BA) – Posto São Gonçalo – 04 a 14 de agosto
  • Rondonópolis (MT) – Posto Julia /Posto Locatelli– 20 a 30 de agosto
  • Campo Grande (MS) – Posto Locatelli – 05 a 15 de setembro
  • Guarulhos (SP) – Posto Sakamoto – 23 de setembro a 03 de outubro
  • Itajaí (SC) – Posto Santa Rosa – de 10 a 21 de outubro

Extraído de: http://www.shoptrans.com.br/shoptrans/noticias.asp?idNoticia=4385&idCategoria=11

Matéria na imprensa – Curitiba Zero Grau

Imprensa – Cinema
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Matéria veiculada na Band sobre a produção do filme Curitiba Zero Grau. Programa BandCidade com Gisele Hishida.


O Paraná Reinventado

Publicação – História do Paraná
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A publicação “O Paraná Re-inventado” é resultante de pequisa utilizando a metologia de Michel Foucault aplicada aos estudos de história. A equipe foi composta por Francisco Moraes Paz; Marionilde Dias Brepohl de Magalhães, Nelson Ari Cardoso, Vânia Savazzi Rizzi, Alfeo Luiz Capellari, Marcos Cordiolli e Maria Lúcia Cidade. É uma publicação dos anos 1980 e foi o primeiro documento do Projeto de História Política do Paraná mantido pelo Ipardes. O projeto também produziu o “Dados Eleitora do Paraná (1946-1982). As publicações, na versão impressa, estão esgotadas, mas o Ipardes recentemente disponibilizou a edição em meio magnético.

Veja também:

Ética e Estética como processos de formação de valores, de Marcos Cordiolli

Publicação – Ética e Estética
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O Ensaio “Ética e estética como processos de formação de valores” foi escrito como paper para os Encontros Necessários, organizado no Atelier de Criação Teatral, ACT, sob direção de Nena Inoe, na sessão com tema “ética e estética”. Analisa os temas moral, ética e estética apartir de algumas definições conceituais; a ética estética ou a estética ética; propõe uma tipologia de questões éticas em obras de arte; discute a formação ética e a formação estética; e a análisa a função da escola nos processos de formação de valores e padrões estéticos.

Discutindo as mudanças no capitalismo, por Marcos Cordiolli

Publicação – Economia


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O ensaio de economia “Discutindo as mudanças no capitalismo” foi publicado originalmente na Revista da AGB Curitiba. Também foi apresentado em diversos congressos e eventos. A publicação analisa as mudanças no sistema capitalista nas três décadas finais do século XX, examinando a crise do modelo keynesiano e o avanço das teorias liberais tanto na organização social do trabalho capitalista  como nas políticas públicas e gestão do estado.

A hora e a vez da Lua, ensaio de teoria do conhecimento por Marcos Cordiolli

Publicação – Astronomia
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O pequeno ensaio “A hora e a vez da Lua” propõe a categorização da Lua como planeta. Portanto, o complexo Lua-Terra seria definido com um sistema binário de planetas. É um exemplo de exercício de conceituação em teoria do conhecimento e de prática de epistemologia. O texto foi distribuído em listas de discussão de astronomia. Mas é inédito enquanto publicação.

Blumenau: Mesa Redonda para a Formação dos Professores do Ensino Fundamental

Evento – Mesa Redonda
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Evento: Mesa Redonda para a Formação dos Professores do Ensino Fundamental da Gerência Regional de Educação de Blumenau

Publico: Professores do Ensino Fundamental dos municípios de Blumenau, Pomerode, Gaspar, Ilhota e Luiz Alves.

Publico: 400 professores.

Debatedores: Marcos Cordiolli (Unibrasil – Curitiba) e professor Isaac Ferreira (diretor do Ensino Fundamental da Secretaria de Educação de Santa Catarina)

Tema: “O ensino fundamental de nove anos: repensando o currículo e a organização dos tempos escolares”.

Problematização: Alguns dilemas que inquientam os professores do Ensino Médio é o pouco interesse pela escola, a falta de perspectivas do jovem, a difícil situação do aluno trabalhador, a evasão escolar e a falta de sentidos e significados do currículo para o jovem.

Local: Clube Blumenauense de Caça e Tiro em Blumenau

Data e horário: 14:00h – 17:30h, dia 14 de julho, terça-feira.

Blumenau: Mesa redonda para professores do Ensino Médio

Evento – Mesa Redonda

Evento: Mesa Redonda para a Formação dos Professores do Ensino Médio da Gerência Regional de Educação de Blumenau

  • Publico: Professores do Ensino Médio dos municípios de Blumenau, Pomerode, Gaspar, Ilhota e Luiz Alves.
  • Publico: 400 professores.

Professores convidados: Marcos Cordiolli (Unibrasil – Curitiba) e Carla Cumiotto (FURB)

Tema: “Os jovens do século XXI: perspectivas para a sua formação”.

Problematização: Alguns dilemas que inquientam os professores do Ensino Médio é o pouco interesse pela escola, a falta de perspectivas do jovem, a difícil situação do aluno trabalhador, a evasão escolar e a falta de sentidos e significados do currículo para o jovem.

  • Local: Clube Blumenauense de Caça e Tiro em Blumenau
  • Data e horário: 18:30h – 22h, dia 14 de julho, terça-feira.

Publicação “A formação de valores e a educação ambiental”, por Marcos Cordiolli

Publicação – Educação Ambiental
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O ensaio a “A formação de valores e a questão ambiental” discute a educação ambiental como um processo de formação de valores e padrões de conduta nas atividades de sala de aula. Esta publicação  foi encomendado pela minha amiga Aline Gonçalves para a revista do Grupo Educacional Opet. A publicação possibilitou um retorno grande de professores comentando e discutindo este texto. Também está publicado em: CORDIOLLI, Marcos. Ética, cidadania e formação de valores na sala de aula. Curitiba: A Casa de Astérion, 2009.

Consumo consciente e a educação para o consumo, por Marcos Cordiolli

A publicação “Consumo consciente e a educação para o consumo“ é uma entrevista publicada na revista da Escola Lúmen de Curitiba. Esta instituição tem se destacado por tratar com seriedade e criatividade de temas pedagógicos contemporâneos. Também está publicado em: CORDIOLLI, Marcos. Ética, cidadania e formação de valores na sala de aula. Curitiba: A Casa de Astérion, 2009.

Artigo: O Haiti, entre a miséria e a opressão, por Marcos Cordiolli

Publicação – História
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O ensaio “O Haiti, entre a miséria e a opressão” foi escrito para o jornal Mundo Jovem com circulação ampla professores de pequenas localidades. O texto apresenta brevemente a história deste pais centro-americano.

Vida e o destino dos povos mexicanos, publicação de Marcos Cordiolli

Publicação – História
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A publiação “Vida e o destino dos povos mexicanos”  foi publicado no  jornal Mundo Jovem com circulação ampla professores de pequenas localidades. O texto apresenta brevemente a história dos povos que vivem no México.

A história do povo judeu, publicação de Marcos Cordiolli

Publicação – História
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A publicação “A história do povo judeu” foi escrita para o jornal Mundo Jovem com circulação ampla professores de pequenas localidades. O texto apresenta brevemente a história do povo judeu.


Sociologia e filosofia na educação básica, por Marcos Cordiolli

Publicação – Teoria do Currículo – Marcos Cordiolli
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A “Sociologia e filosofia na educação básica” é um ensaio que discute as proposições para a sociologia e a filosofia na educação básica. O texto original apresentado no educador 2001, em São Paulo, problematizando alguns pontos reflexivos sobre o lócus da filosofia e da sociologia na educação básica.

As atividades extra-sala e temas extracurriculares, publicação de Marcos Cordiolli

Publicação – Gestão do trabalho pedagógico – Marcos Cordiolli
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O ensaio “As atividades extra-sala e temas extracurriculares” apresenta proposições de ações extra-classe articulada as propostas curriculares. Trata de um tema pouco explorado na literatura pedagógica brasileira.


Os conselhos municipais de educação e a gestão democrática, por Marcos Cordiolli

Publicação – Gestão da Escolar – Marcos Cordiolli
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O ensaio “Os conselhos municipais de educação e a gestão democrática” apresenta proposições para democratizar e fortalecer a relações entre os conselhos municipais de educação e as instituições escolares. Ensaio apresentado na forma de Palestra no Encontro Estadual de Conselheiros Municipais de Educação UNCME-Paraná em 2007.

Avaliação institucional: ferramenta para uma navegação segura, por Marcos Cordiolli

Publicação – Avaliação Institucional – Marcos Cordiolli
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“Avaliação institucional: ferramenta para uma navegação segura” é uma entrevista publicada a partir da conferência de Marcos Cordiolli no III  Fórum Nacional de Gestão Pública Educacional.

Ética, cidadania e formação de valores na sala de aula, por Marcos Cordiolli

Públicação – Ética e Cidadania – Marcos Cordiolli
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A publicação “Ética, cidadania e formação de valores na sala de aula” é coletânea reuniu diversas publicações que tratavam dos processos formativos de parâmetros de Ética e de ações para construção da cidadania na sala de aula. Trata ainda especificamente de temas como a educação ambiental, o preconceito e a educação para o consumo.

A formação de valores e padrões de conduta na sala de aula, por Marcos Cordiolli

Publicação -Formação Humana – Marcos Cordiolli
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O ensaio “A formação de valores e padrões de conduta na sala de aula (notas para um debate conceitual sobre transversalidade)” trata das formas de gestão do trabalho pedagógico em sala de aula para a formação de valores e padrões de conduta. Discute os conceitos de transversalidade e temas transversais proposto pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs).

Currículo, cultura escolar e gestão do trabalho pedagógico, por Marcos Cordiolli

Publicação – Teoria Curricular – Marcos Cordiolli
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O ensaio “Currículo, cultura escolar e gestão do trabalho pedagógico” discute os processos de formulação das propostas curriculares e os impactos na gestão do trabalho pedagógico em sala de aula e na cultura escolar. Trata ainda das formas de currículo oculto e dos meios para a organização dos conteúdos e dos saberes escolares.

“O Sal da Terra”, do paranaense Eloi Pires Ferreira, vence prêmio tradicional de cinema

Imprensa – O Sal da Terra
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Gazeta do Povo. Caderno G. O Globo Online | 05/06/2009 | 11:08 |

Longa ganhou a Margarita de Prata, distribuído anualmente pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil


O sal da Terra, filme do cineasta curitibano Eloi Pires Ferreira, ganhou a Margarida de Prata, prêmio tradicional distribuído anualmente pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. O anúncio foi feito nesta quinta-feira.

O Sal da Terra é o primeiro longa-metragem de Ferreira, que, no momento, já dirige um novo filme, Curitiba Zero Grau.

A Margarida de Prata existe desde 1967 e premia filmes que “ressaltem valores humanos, éticos e espirituais”.

Publicação original: Gazeta do Povo.

 

 

O Sal da Terra recebe prêmio da CNBB

Imprensa – O Sal da Terra
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Gazeta do Povo | Caderno G | 04/06/2009 | 13:51 | Annalice Del Vecchio

O filme O Sal da Terra, de Eloi Pires Ferreira, recebeu o Prêmio Margarida de Prata da CNBB. O prêmio será entregue, em julho, em Porto Alegre.

O longa-metragem é um roadmovie que conta a história de um padre caminhoneiro (Édson Rocha) e suas andanças junto ao povo da estrada. A produção já havia sido premiada como o melhor longa-metragem de ficção no 2° European Spiritual Film Festival, realizado na França.

Publicação Original: Gazeta do Povo

Reunião no Beto Batata discute mudanças na Lei Rouanet

————————————— Blog – Produção Executiva – Marcos Cordiolli

Relato da Reunião

Transcrito do Blog do Deputado Angelo Vanhoni

angelovanhoni_betobatata_foto_gilsoncamargo_curitiba_abril2009

No último sábado (04) reuniram-se no Espaço Cultural Beto Batata, em Curitiba, cerca de 70 artistas e produtores para iniciar o debate sobre o projeto de alteração da Lei Rouanet. Foram mais de duas horas de conversas, críticas e reflexões. Definir política pública de cultura, controle social das verbas que compõem a Rouanet, regionalização dos recursos, regulamentação dos fundos municipais, estaduais e  setoriais, divulgação para conscientização dos empresários sobre os mecanismos da lei, e articulação das três esferas governamentais através do sistema nacional de cultura, foram algumas das reflexões e propostas apresentadas. Ao final da reunião, decidiu-se pela instituição de um Fórum de Discussão sobre o projeto de alteração da Lei Rouanet. O Fórum começará a funcionar após o próximo debate que acontece nesta terça feira (07) com a presença de representantes do Ministério da Cultura, às 19 horas no Teatro Fernanda Montenegro (Shopping Novo Batel) – Rua Coronel Dulcídio, 517.
Cinquenta e sete pessoas assinaram a lista de presenças, trinta e uma entidades estiveram representadas,
doze participantes pediram a palavra durante os debates e fizeram suas considerações e sugestões. Foram eles:

renatoperre_betobatata_foto_gilsoncamargo_abril2009Renato Perré – Bonequeiro – Presidente da Associação Brasileira de Teatro de Bonecos – Forum de Cultura Popular.
site da Associação Brasileira de Teatro de Bonecos
site do projeto Mamulengo Patrimônio
site do Teatro Filhos da Lua

paulomunhoz_betobatata_foto_gilsoncamargo_abril2009aPaulo MunhozCineasta – Associação de Video e Cinema do Paraná (AVEC)
blog da AVEC
paulo munhoz na wikipedia
site do longa metragem BRichos

“Precisamos de um SISTEMA NACIONAL DE CULTURA que seja um programa de Estado, e não de governo, ou seja, que tenha uma vida de longo prazo, não sujeito a interpéries e que oriente municípios, estados e a federação dentro de um marco de procedimentos.” - Paulo Munhoz

manoeldesouzaneto_betobatata_foto_gilsoncamargo_abril2009Manoel J. de Souza Neto – Forum Permanente de Música do Paraná.
blog do FPM
matéria sobre o acervo de Manoel Neto no site Overmundo

amarelo_betobatata_foto_gilsoncamargo_curitiba_abril2009Marco Antônio “Amarelo” Konopacki – Coletivo Soylocoporti
site da organização Soylocoporti

“Quem faz cultura é a sociedade civil. Cabe ao Estado dar condições financiando as diversas expressões e iniciativas. O Programa Mais Cultura, principalmente através da ação do Cultura Viva com os Pontos de Cultura, está demonstrando que esse é um modelo que dá certo e que é viável para a realidade brasileira. A verdadeira cultura brasileira está florescendo com esses programas. Agora nos vale perguntar: Será que devemos confiar que a iniciativa privada irá realmente fomentar o contra-hegemônico quando estas pautam o fortalecimento do hegemônico?” – Marco Antônio Konopacki

isidorodiniz_betobatata_foto_gilsoncamargo_curitiba_abril2009aIsidoro Diniz – Produtor cultural.
site da Izidoro Diniz Produções

trento_betobatata_foto_gilsoncamargo_abril2009Ricardo Trento – Produtor cultural – Unicultura.
site da Trento Comunicação Integrada

“A Lei Rouanet na modalidade mecenato é muito democrática. A intenção do proponente é respeitada. Não se julga o mérito do projeto e sim sua viabilidade técnica. Todos tem seus projetos aprovados. Independe onde vivem – se num grande centro ou numa pequena cidadezinha. Com o mecenato todos tem a mesma oportunidade de conseguir patrocínio cultural como empresário. A diferença é que como empresário a linguagem e a apresentação deve ser mais apurada. Não está em jogo a estética do projeto e sim o alcance que a proposta possa alcançar. Afinal tem-se o nome da empresa estampada na linha de frente. Acredito que se o artista estiver vinculado a uma boa produtora, que tenha um trabalho de conscientização para uma mudança de perspectiva de investimento social e que saiba mostrar com números os resultados obtidos é claro que haverá maior probabilidade de sucesso. Continuo a acreditar que deva existir o mecenato no moldes da Lei Rouanet em seu artigo 18 com 100% de isenção e faixas de dedução para o artigo 26. Antes de ser uma verba pública estes 4% de renuncia fiscal ela é verba da empresa; por isso ser chamado de mecenato. Pois estes 4% só serão dinheiro público quando do pagamento do imposto. Antes disto é dinheiro da empresa que sai do seu fluxo de caixa. Então ela tem todo o direito de discutir qual será a melhor aplicação destes recursos. Pois o marketing vai discutir com o proponente como, onde quando executar o projeto. Mas o marketing não irá redesenhar o projeto. Se ele o fizer o produtor tem a opção de declinar da proposta e contar pra todos que aquela empresa esta tentando desvirtuar seu projeto. Outro ponto importante é que mesmo que a verba destinada para o mecenato dentro da empresa, este recurso será para um projeto cultural aprovado pelo ministério. E que põe em igualdade todos os projetos sem mérito ou nota. O conhecimento para uma boa elaboração esta a disposição de todos, basta pesquisar, estudar, dar-se a oportunidade de aprender.” - Ricardo Trento.

bMarila Velloso – Fórum de Dança de Curitiba.
blog do Forum de Dança de Curitiba

“Interessa-nos discutir a Lei Rouanet ou qualquer outro mecanismo na medida em que esses estiverem atrelados a uma reflexão e a elaboração de mecanismos que prevêem continuidade. Necessitamos da elaboração de Políticas Públicas para a Área da Cultura e da Dança e a legitimação das mesmas. Senão, como garantir o exercício e continuidade de qualquer que seja o mecanismo construído democraticamente?  E a democratização pressupõe que a esfera pública reflita o que se dá na realidade do ponto de vista dos direitos sociais e, também, do político-econômico.  Assim, entende-se importante que a legitimação de mecanismos, portanto, inviabilize os discursos e ações norteados pelo protecionismo; pela centralização das ações e recursos; pelo autoritarismo nas relações que incluem o prestígio e o “IBOPE” como moeda de valor para as escolhas; pela política de cima para baixo que se baseia no anseio ou desejo de um ou de outro; ou na necessidade “eterna” de convencimento sobre a importância de uma diretriz, na área cultural ou artística, etc. E por isso a importância da instituição do Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura.
Aproveito para considerar a importância dos Fundos de Cultura. São mecanismos mais democráticos do que as Leis de Incentivo (mesmo sendo baseados na mesma Lei do Mecenato como no caso do Município de Curitiba) por abarcarem as diretrizes e demandas levantadas pelo Estado assim como as demandas levantadas pelos representantes da sociedade e órgãos de classe e não, como no caso da Lei Rouanet em nível federal, dependerem do gosto ou entendimento de um “mercado” ditado pelo alargamento dos interesses econômicos do “privado”.
Nesse sentido a urgência do reposicionamento na função do Estado e de suas políticas para a Área da Cultura, incluindo a Lei Rouanet, ainda que se reflita, em sendo verba pública, que não há apenas os produtores culturais e os setores de marketing cultural das empresas privadas co-existindo no mercado. E então a pergunta: há estudo e parâmetros que definam e justifiquem o porque determinada porcentagem de recursos é direcionada para uma determinada Lei ou Fundo? E dentro desses mecanismos é importante refletir sobre o estabelecimento de critérios para a distribuição de cotas e recursos.
Quanto ao Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura:
Que sejam estipulados parâmetros e critérios para definir a distribuição dos recursos entre os Fundos Setoriais explicitados na Seção I,  Art. 8o., e entre as áreas elencadas no Fundo Setorial das Artes. E que estes não sejam apenas baseados nas demandas mais conhecidas ou existentes e sim, também, na necessidade de estimular outras demandas e considerar as demandas emergentes em cada área artística para que essas possam ser potencializadas a partir de suas realidades e não apenas mantidas correndo o risco de serem encolhidas.
Lei Rouanet: que haja dispositivo que impossibilite a concorrência na captação entre um produtor cultural e uma instituição pública de Estado. O que tem ocorrido no Paraná, nas verbas de empresas como Copel e Sanepar que se destinam para apenas um equipamento / área artística do Estado, a exemplo do Museu Oscar Niemeyer. Modo de atuação que demonstra autoritarismo e a falta de diretrizes democráticas para o uso dos fundos públicos.” –
Marila Velloso

marcelomiguel_betobatata_foto_gilsoncamargo_abril2009Marcelo Miguel – Associação Cultural Quixote.
site da Quixote Art & Eventos

marcia_betobatata_foto_gilsoncamargo_abril2009Marcia Moraes – Produtora – Movimento Teatro de Grupo.
blog do Movimento Teatro de Grupo

“Como representante do Movimento de Teatro de Grupo de Curitiba, manifesto nossa posição em relação à proposta de reformulação da Lei Rouanet: por acreditarmos que apenas o Fundo Nacional de Cultura é um mecanismo capaz de instituir uma política pública de estado, propomos que seu formato seja seriamente discutido e aprimorado para uma atuação verdadeiramente democrática.
Ao nos debruçarmos sobre os artigos que tratam do FNC, levantamos as seguintes questões:
1 – Qual é a previsão de tempo para essa proposta de lei estar aprovada e entrar em vigor?
2- Do orçamento geral da cultura, qual será a porcentagem destinada ao FNC?
3 – O que foi feito com a proposta da Lei Premio do Teatro Brasileiro apresentada pela Redemoinho ao governo federal? O governo a considerou para fazer esta revisão de lei? Como? Ela ainda está em pauta no governo? Se sim, para formulação de uma nova lei? Quando isso aconteceria? Por que essa formulação já não incluiu os debates e propostas feitas a partir dela?
4 – A CNIC – Comissão Nacional de Incentivo à Cultura tem uma grande importância e um grande poder de decisão dentro desta nova proposta. Como os seus integrantes serão escolhidos e por quanto tempo eles permanecem na comissão? Qual o poder da sociedade nessa decisão e como ele se configura praticamente?
5 – Segundo o art.5, da seção II do capítulo I, compete à CNIC o poder de separação dos recursos do Profic, e o Fundo Setorial das Artes que se divide entre Teatro, Dança, Circo, Música e Artes Visuais terá entre 10% e 30% do orçamento dedicado ao FNC, como se refere o art.17 da seção II do capítulo II.
Este Fundo Setorial está enquadrado nas mesmas cifras dos fundos setorias dedicados ao livro e a leitura ou patrimônio e memória. Por acreditarmos que o Fundo Setorial das Artes é mais abrangente, e é o foco principal desta lei, defendemos uma garantia de maior porcentagem dentro do FNC para este Fundo Setorial específico. Isso é possível? Qual é a opinião do Minc sobre esse tópico?
6-Dando continuidade a questão acima, quais foram os critérios adotados para a divisão das categorias e programações específicas que integram o FNC? a saber:
I – Fundo Setorial das Artes, para apoiar, dentre outras, o Teatro, o Circo, a Dança, as Artes Visuais e a Música;
II – Fundo Setorial da Cidadania, Identidade e Diversidade Cultural;
III – Fundo Setorial da Memória e Patrimônio Cultural Brasileiro;
IV – Fundo Setorial do Livro e Leitura; e
V – Fundo Global de Equalização
7- E ainda tratando deste tópico, quais serão os critérios adotados pela CNIC para destinação da verba (entre 10 e 30%) para cada fundo setorial?
8- Solicitamos uma explicação quanto a operação que se configura como a segunda modalidade de aplicação dos recursos do FNC “equalização de encargos financeiros e constituição de fundos de aval nas operações de crédito”? Qual é o funcionamento prático dela? Também preponderantemente por editais?
9 – Porque o aparecimento, no primeiro parágrafo do art.11 da seção II do capítulo II, da palavra preponderantemente quando se refere à maneira que o os recursos não reembolsáveis serão aplicados? Porque não inteiramente por meio de editais públicos? E se não for totalmente por editais públicos, qual seria a outra forma de divisão deste dinheiro? Qual é a política aplicada nesta outra maneira de divisão que garanta que ela não seja protencionista ou antidemocrática?
10 – Quando na lei cita-se que “os recursos do FNC deverão considerar a participação da unidade da federação na distribuição total dos recursos federais para à cultura”, (parágrafo 2 art15 seção II capítulo II) ele se refere ao montante arrecadado pelo estado ou o montante que o estado concretamente investe e gasta em cultura?
11 – Como citado no art 16 da seção II do capítulo II, o governo estimulará a criação de conselhos estaduais e municipais de cultura. Que poder eles terão em relação à CNIC? Como eles serão formados? E qual é a real abertura da CNIC e do governo para decisões e propostas destes conselhos? Ou concretamente em quais ações eles terão real força ou espaço para interferir? Como fica o caso dos governos dos estados ou municípios que não tem interesse pela cultura (como o Governo do Paraná, que não tem um fundo estadual ou um conselho estadual de cultura em funcionamento e que além do discurso nada faz)?
12 – Porque o FNC financia até oitenta por cento dos projetos sem fins lucrativos e não cem por cento? Porque deixar a decisão dos cem por cento na mão da CNIC e não deixar este direito garantido para todos os projetos sem fins lucrativos na própria lei?” - Marcia Moraes

osvaldo_betobatata_foto_gilsoncamargo_abril2009Oswaldo Aranha – Compositor e pesquisador musical – Fórum de Entidades Culturais.

“Questiono o o Art.16, pois o acho muito muito frouxo, pois só teremos democratização do uso da verba pública para a cultura, quando a liberação estiver condicionada à existência de Conselho de Cultura, tanto para os estados como para os municípios. Na lei fala-se de estimular a formação de conselhos. Temos que defender regulamentação.” - Oswaldo Aranha.

aAndressa Ignácio da Silva – Fórum Paranaense da Juventude Negra.

“A lei Rouanet tem como objetivo contribuir e facilitar o acesso de todos às fontes de cultura e a produção cultural, bem como favorecer projetos que atendam às necessidades da produção cultural e aos interesses da coletividade. Sendo assim é fundamental que com a possibilidade de debates públicos sobre o novo texto da Lei Rouanet seja pautada a necessidade de que esta lei possa contemplar o maior numero de segmentos sociais possíveis. Não podemos esquecer que a produção artística e cultural é um importante espaço de expressão, de legitimação de discursos podendo ser um espaço de  combate ao preconceito e ao racismo. Nesse sentido acredito ser fundamental que se estabeleçam mecanismos de favorecimento a produção de novos grupos sociais historicamente excluídos não só do acesso a arte (como consumidores/publico), como do acesso a recursos para o custeio de suas produções; como é o caso da população negra.
O Fórum Paranaense de Juventude Negra tem como principal diretriz o empoderamento da juventude negra do estado do Paraná, sendo para tal processo fundamental o acesso a financiamentos da produção cultural desta juventude que demonstra grande criatividade esbarrando na maioria das vezes em problemas para o financiamento de seus projetos, assim como nas dificuldades de enquadrar seus projetos nos requisitos da lei.”
- Andressa Ignácio da Silva

marcoscordioli_betobatata_foto_gilsoncamargo_abril2009Marcos Cordioli – Professor universitário e produtor de cinema.
site do longa metragem O Sal da Terra
site do longa metragem BRichos

“Eu proporia ao fórum que será constituído, que além do tratamento dos temas com maior destaque, organizasse Grupos de Trabalho ocupados com aspectos relevantes, mas que correm o risco de ficarem relegados à planos inferiores. Eu citaria como exemplo: um GT de estudo sobre o processo de apresentação de projetos visando a constituição de dispositivos de democratização e universalização do acesso aos mecanismos da nova lei. Eu justifico esta proposição com o seguinte argumento: o processo de apresentação de projetos é considerado complexo, exigindo dos proponentes um elevado “grau de iniciação”, isto faz com que muitos segmentos tenham dificuldade ou, até mesmo, fiquem impossibilitados de apresentação de projetos. Um GT poderia propor fórmulas que pudessem reduzir as dificuldades dos processos de apresentação de projetos e, assim, ampliar a democratização e a universalização do acesso aos mecanismos da nova lei.” – Marcos Cordiolli

Presentes na reunião:  Sindicato dos Arquitetos do Paraná, Associação de Artistas Plásticos do Paraná (APAP), Central Única das Favelas (CUFA), Fórum de Dança de Curitiba, Associação Cultural Quixote, Fórum de Entidades Culturais, Sindicato dos Músicos, Museu de Arte da UFPR (MUSA), Agência FazeroQ Soluções Culturais, Jornal de Comunicação da UFPR, Gabinete Vereador Jonny Stica, Juventude do PT de Curitiba, Centro Cultural de Pinhais, Festival do Paraná de Cinema, Curso de Artes Cênicas da UFPR, Agência Unicultura, Associação Cultural e Artística Ilíadahomero, Fórum de Música do Paraná, Movimento Teatro de Grupo de Curitiba, Grupo Arte da Comédia, Agência Nix Image, Grupo Orelha do Livro, Coletivo SoyLocoporti, Associação de Vídeo e Cinema do Paraná (AVEC), Fórum da Juventude Negra do Paraná, Grupo Reciclante, PrasBandas – Mostra Itinerante de Arte Curitibana, Fórum de Cultura Popular do Paraná, Associação Brasileira de Bonecos, Secretaria Municipal de Cultura de Antonina / PR e Secretaria de Cultura de Pinhais / PR.

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Vivemos na área cultural um momento importante: o debate sobre a alteração da Lei Rouanet. Instrumento de fomento à cultura que há 17 anos surgiu para propiciar formas mais democráticas de investimento à esta área. Até hoje um grande número de projetos artístico-culturais recebeu investimentos, porém ao longo do tempo este dispositivo legal também apresentou problemas, que ora se colocam como desafios à esta mudança. Mas devemos ir além da discussão sobre a lei, pois, o Brasil carece de uma medida urgente que dobre os investimentos para o desenvolvimento cultural. Está mais do que na hora de compreender o acesso à cultura como direito fundamental do ser humano. A hora é esta, vamos ao debate!
Geralmente o que se entende por Lei Rouanet? O dispositivo legal que permite que empresas transfiram uma porcentagem daquilo que pagariam em imposto de renda, para projetos culturais. Porém, há limites nesta definição. Pois, muitas vezes costuma-se de forma equivocada se referir somente ao mecanismo do mecenato subsidiado (aquele onde o proponente de um projeto cultural tem que obrigatoriamente correr atrás de patrocínios junto à iniciativa privada), como sendo o único instrumento criado por esta legislação. A mesma Lei, no entanto, foi responsável pela criação do Fundo Nacional de Cultura (FNC), instrumento amplamente utilizado para a destinação de recursos e verbas à programas e ações do Ministério da Cultura (MinC), assim como, para muitos outros projetos da sociedade. No entanto, o repasse ainda acontece de forma muito tímida.
A nova proposta prevê o fortalecimento dos mecanismos de Fundo para suprir as lacunas deixadas pelo atual sistema do mecenato. Não podemos deixar de considerar uma série de distorções que foram identificadas neste sistema desde o seu início em 1995, pois apesar da Lei Rouanet ter injetado pouco mais de R$ 8 bilhões em ações e projetos culturais, avaliam-se hoje muitas desigualdades no seu uso. A começar pela questão da distribuição regional, uma vez que os estados da região Sudeste, por exemplo, concentraram nos últimos anos mais de 80% de todos os recursos obtidos através da Lei Rouanet, enquanto a Região Norte mal conseguiu atingir a marca de 1%. Outra distorção está no fato de que alguns proponentes conseguem viabilizar a captação de recursos de forma mais constante, enquanto para outros – aqueles que não tem visibilidade na mídia, por exemplo – a tarefa sempre fica mais complicada. Em 2007, 3% dos proponentes arrecadaram 50% de todos os recursos captados.
No projeto de lei apresentado pelo MinC, chamado provisoriamente de Nova Lei de Fomento, a criação dos Fundos Setoriais, específicos para o atendimento da demanda de cada uma das áreas, prevê que os recursos sejam permanentes e repassados diretamente aos artistas e produtores culturais. Também uma das inovações trazidas pela proposta é a possibilidade da criação de Fundos Municipais e Estaduais em composição com recursos oriundos do Fundo Nacional. No entanto, respeitando a participação da sociedade, pois nenhum município ou Estado que não tenha constituído seus Conselhos de Cultura poderá receber estes recursos. Reforçando essa idéia, destaco que a nova lei já manifesta no seu artigo primeiro o reconhecimento do Tratado de Diversidade Cultural da UNESCO e a sua conseqüente adequação ao Sistema Nacional de Cultura, que entre muitos dos seus princípios estabelece a necessidade de participação da sociedade através de órgãos gestores e colegiados.
De outro lado, um dos desafios que deve acompanhar este processo de alteração da lei, é torná-la mais conhecida. No que diz respeito ao mecenato, por exemplo, a maioria dos patrocínios vem das estatais. Portanto, é preciso que defendamos maior publicidade e uma campanha de conscientização junto ao empresariado sobre a importância na contribuição para o fomento da cultura. Em síntese, é preciso dobrar o investimento da iniciativa privada, mas também assegurar permanentemente os recursos das estatais.
Para finalizar, saliento que o momento deve ser uma oportunidade para que os vários setores da sociedade se unam em torno de algo que é pano de fundo neste debate: Atualmente o Brasil destina 0,8% do orçamento para o setor cultural. Nossa luta precisa ser radical no sentido de dobrar estes investimentos. E já há uma boa noticia neste sentido: neste dia 31 de março foi instalada no Congresso Federal a Comissão especial criada para analisar a Proposta de emenda à Constituição(PEC) que propõe elevar o patamar do orçamento da Cultura para 2% das receitas de impostos do país.
Aproveito para convidar a todos para que esta reflexão continue. Venha participar do próximo debate sobre a Lei Rouanet, em Curitiba, com a presença de representantes do MinC.
Será nesta terça feira, dia 07 de abril, as 19 horas, no Teatro Fernanda Montenegro.
Angelo Vanhoni.

Fotos: Gilson Camargo

Tubo de Ensaio

—————————————Imprensa – Produção Executiva – Marcos Cordiolli


Tubo de Ensaio

Mudanças na Lei Rouanet são colocadas em discussão. Neste sábado, acontece o primeiro debate em Curitiba – na próxima terça-feira, o Ministro da Cultura, Juca Ferreira, estará presente

Gazeta do Povo - Caderno G - Políticas públicas, Publicado em 02/04/2009 | Marcio Renato dos Santos

Entre porções de batata suíça, terão início, em Curitiba, já neste sábado (4), as discussões sobre o que pode mudar na Lei Rouanet, que completa 17 anos. O cenário será simbólico: o Original Beto Batata, no Alto da XV (R. Prof. Brandão, 678), espaço gastronômico que também é palco para variadas atividades artísticas. Estão confirmadas as presenças de artistas, produtores e do deputado federal Angelo Vanhoni (PT).

Priscila Forone/Gazeta do Povo / Vanhoni: “A cultura tem de ser colocada como uma questão central da sociedade. A cultura move o mundo” Vanhoni: “A cultura tem de ser colocada como uma questão central da sociedade. A cultura move o mundo” Políticas públicas

O governo federal abriu, oficialmente, canal para o debate público em 23 de março – e a interlocução segue durante o primeiro semestre. Na terça-feira (7), às 19 horas, será a vez de o Ministro da Cultura, Juca Ferreira, escutar pessoalmente o que a comunidade curitibana tem a dizer, no Teatro Fernanda Montenegro.

Propostas

Saiba mais sobre as principais mudanças que podem acontecer na lei Rouanet.

- Descentralização é uma palavra de ordem. 80% dos recursos são destinados a produções de São Paulo e Rio de Janeiro. O Paraná fica em 6º lugar no ranking.

- Popularização – O deputado Angelo Vanhoni pretende empreender campanha junto ao empresariado paranaense. “97% da verba para o mecenato é de estatais, enquanto as empresas respondem por apenas 3%”, diz. O parlamentar observa que, se uma grande rede de supermercados paranaenses direcionasse o dinheiro do imposto de renda para a Lei Rouanet, isso se traduziria em “pelo menos 50 grandes montagens nacionais feitas por grupos locais”.

Além da sempre bem-vinda desburocratização do processo de entrega de documentos, uma demanda antiga, Vanhoni (cotado para ser o relator da comissão que fará os ajustes na lei) acredita que as principais mudanças passam por três questões. Em primeiro lugar, há a necessidade de descentralizar o destino das verbas – 80% dos valores são canalizados para São Paulo e Rio de Janeiro. “Mas não vamos fazer uma guerra contra o eixo Rio-São Paulo. A meta é distribuir os recursos para outras regiões brasileiras”, afirma Vanhoni.

Outro desafio é tornar a Lei Rouanet mais conhecida. No que diz respeito ao mecenato (que é o processo em que artistas e produtores aprovam projetos e, posteriormente, buscam captação), a maioria das verbas (97%) “jorra” dos cofres de estatais, e a iniciativa privada responde por apenas 3%. “A Rouanet é praticamente ‘desconhecida’. É preciso dar publicidade ao mecanismo, para que os empresários, inclusive os paranaenses, também destinem dinheiro (do imposto de renda) para o fomento de atividades culturais”, comenta Marcos Cordiolli, produtor de cinema.

A criação de fundos é outro ponto em discusão. O Fundo Nacional de Cinema, que (por dispositivos legais) concentra verbas para a produção audiosvisual, é o modelo. Ambiciona-se que venham a ser criados outros fundos, para literatura, patrimônio, entre outros. Marcelo Miguel, coordenador da Quixote, produtora envolvida em 86 projetos via Lei Rouanet, é um dos que apostam na criação dos fundos, até porque o mecenato pode ser extinto em cinco anos após a promulgação da nova lei.

Outras metas

Hoje, os projetos inscritos no mecenato são enquadrados em apenas duas categorias. Uma delas permite que a totalidade do valor seja descontado do imposto de renda (se a proposta tem custo de R$ 100 mil, a empresa patrocinadora tem 100% do valor abatido dos tributos) – na outra categoria, a dedução é de apenas 30% (os outros 70% do valor são custeados, sem desconto no imposto, pela empresa que investe na proposta). O novo texto da lei pretende implementar outras faixas de desconto: 30%, 60%, 70%, 80%, 90% e 100%.

Monica Drummond considera a criação de novas faixas de desconto uma “tragédia”. “Tudo que a empresa investe tem de ser descontado do imposto de renda. Tem uma crise aí. Ninguém vai querer abater apenas uma parcela e pagar o resto ‘do bolso’”, critica. A produtora, à frente da Cultural Office, analisa que essa modificação veio em “péssima hora.”

O protesto de Monica não é isolado. Outros produtores locais não acreditam que as modificações da lei se traduzam em melhorias reais. Em meio às vozes dissonantes, uma indignação comum: no Paraná, as verbas destinadas à projetos da Lei Rouanet saem de empresas públicas e têm como destino o Museu Oscar Niemeyer. Para não ficar “de mal” com o governador Requião, os insatisfeitos optam pelo anonimato.

Mais abrangência

Apesar das mudanças na Rouanet, a lei não é suficiente para dar conta de todas as carências do segmento. Na tarde de 31 de março, foi instalada no Congresso Nacional uma comissão que vai analisar mudanças na Constituição – e isso terá reflexos diretos no fomento da cultura brasileira. Hoje, o Brasil destina 0,8% do orçamento para o setor (o objetivo é elevar o índice para 2%). Também há expectativa para que venham a ser criados o Sistema e o Plano Nacional de Cultura – que teriam a finalidade de aglutinar políticas públicas em âmbito nacional.

“Também é importante unificar mecanismos de fomento. Por que não conduzir um mesmo projeto com recursos de lei municipal e federal?”, propõe Otávio Camargo, músico e diretor da Associação Cultural e Artística IlíadaHomero.

Camargo convida a comunidade para participar dos debates sobre o futuro da Lei Rouanet, neste sábado e na próxima semana. Vanhoni reforça o chamado: “Quanto mais polêmica, melhor.” O parlamentar foi o idealizador, durante a década de 1990, da atual Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Curitiba, e de uma similar para todo o Paraná – esta foi desativada por Jaime Lerner e ambém não empolgou Roberto Requião. Por falar nisso, na terça-feira (7), o governador do Paraná anuncia e assina um novo projeto, ainda mantido em segredo, em parceria com o Ministério da Cultura.

Original: Gazeta do Povo.

O Sal da Terra, por Luiz Zanin

Crítica | O Sal da Terra
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Blog Cinema, cultura & afins | Luiz Zanin | O Estado de São Paulo | 19.março.2009

 Jornal O Estado de S. Paulo | Caderno 2 | 19/3/09
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Luiz Zanin
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Em O Sal da Terra, o diretor paranaense Eloi Pires Ferreira pretende fazer um filme religioso – talvez no sentido amplo do termo, apesar da referência católica ser a mais forte. É uma ideia em princípio boa, a do padre caminhoneiro e sua igreja ambulante, perambulando pelas estradas e levando conforto aos profissionais do volante.

As ações concentram-se em dois personagens, o padre Miguel (Edson Rocha) e o caminhoneiro Romeu (Enéas Lour). Cabe a Romeu encarnar os dramas da profissão – a ausência prolongada de casa, os perigos da estrada, as tentações do caminho, um perigo espreitando a cada curva. Miguel, ele próprio, vive um drama pessoal mas procura levar a palavra ao seu rebanho.

Tudo é apegado à realidade, pois de fato existe uma Pastoral Rodoviária, a vida dos caminhoneiros é aquela mesma e a estética segue o caminho realista. Um elemento intrigante, um andarilho, coloca nota dissonante nessa trama. E o todo é construído sob a forma ritual de uma missa. Essas propostas superpostas não parecem se articular muito bem.

Pelo menos é a impressão que se tem desse filme correto, mas que poderia ter ousado mais. Um padre mais tocado pelo desacerto do mundo e pelo desconcerto diante de si mesmo traria uma força que, aí sim, poderia ser iluminadora. Ambicionando voar pela transcendência, O Sal da Terra é apenas edificante e não chega a tirar os pés do chão.

(Caderno 2, 19/3/09)

O Sal da Terra, por Luiz Carlos Merten

Crítica – O Sal da Terra
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Blog do Luiz Carlos Merten | O Estado de S. Paulo | 15.março.2009

Luiz Carlos Merten

Estou de volta ao Arteplex, onde assisti ontem a ‘O Sal da Terra’. Vou postar rapidinho porque não tenho muito tempo. Daqui a pouco começa a sessão de ‘O Visitante’ e eu cá estou para (re)ver o ótimo filme de Tom McCarthy com Richard Jenkins e Hiam Abbass, a mais bela coroa (com todo respeito) do cinema atual. Quero dizer duas ou três coisas sobre ‘O Sal da Terra’. Em primeiro lugar, não sabia que existia um European Spiritual Film Festival, mas ele não apenas existe como – nos informa o cartaz de ‘O Sal da Terra’ – foi vencido pelo filme de Elói Pires Ferreira. Não sei nem quem é Elói. Muito prazer. Éramos poucos, ontem, na sessão das 18h30. Quando entrei na sala, éramos uma senhora e eu. Quando o filme começou, havia entrado um grupo de seis pessoas, mais um gato pingado. Menos de dez espectadores, no total. Quantidade não tem muito – ou nada – a ver com qualidade e quero dizer que gostei do filme, por maiores restrições que possa fazer. A história do padre caminhoneiro, tratada ficcionalmente, permitiria, quem sabe, um recorte mais denso e profundo, mas confesso que a sinceridade e honestidade do padre me tocaram e o ator que faz o papel, Édson Rocha, é muito bom. Engraçado como, na mesma semana, dois padres me tocaram. O do filme brasileiro e o ‘irlandês’ do filme de Clint Eastwood, ‘Gran Torino’. Mal comparando, gostei bem mais de ‘O Sal da Terra’ do que de ‘O Menino da Porteira’, naquilo que eles têm de comum, que é um recorte sobre o Brasil interiorano (e tanto o religioso quanto o vaqueiro vivem na estrada, sem criar raízes). Já disse que ‘O Menino’ não me acrescentou muita coisa, para não dizer que não acrescentou nada, e o filme do padre me deixou com algumas perguntas sobre uma pastoral rodoviária, sobre a exclusão social neste Brasilzão e sobre o sentido das participação social e comunitária, em oposição àqueles que se mantêm à margem. O filme começa e termina com o andarilho, a quem o padre estende a mão, no fim, mas ele não quer participar (nem comprometer-se). É mais ou menos como se o filme perguntasse – e você, e nós? Como eu não consigo pensar o filme isoladamente e vivo lançando pontes – devia ter sido engenheiro, quem sabe -, ‘O Sal da Terra’ me fez pensar na espiritualidade e no sacrifício do filme de Clint (pretendo voltar ao assunto) e também no isolamento do professor de ‘O Visitante’. Para minha surpresa, ‘O Sal da Terra’ tem o que me pareceu uma raridade – o ‘incidente’ com o caminhão que resulta no atropelamento é bem filmado – e olhem que cenas assim tendem a ser ruins no cinema e na TV brasileiros -, mas o que mais gostei foi da trilha, que começa com o ‘Kyrie’, da ‘Misa Criolla’ de Ariel Ramirez, prossegue com um Vivaldi espetacular e inclui alguns sertanejos que, para o meu gosto pessoal, bateram mais do que os do ‘Menino da Porteira’. Vou parar de falar mal do filme de Jeremias Moreira porque senão vai parecer que é implicância. Não é. Não vou dizer também que ‘O Sal da Terra’ é bom, mas gostei de ver o filme.

1 Comentário

15/03/200922:36

Enviado por: Mauro Santos

Caro Merten,
Sou de Curitiba e vi o “Sal da Terra” ontem. Concordo com tudo o que você disse, mas é claro que o fato de eu ser daqui fez com que o filme me tocasse um pouco mais, porque não é com muita freqüencia que vemos um filme paranaense em circuito nacional. A maioria dos atores são nossos conhecidos principalmente do teatro local, mas a atuação deles no filme foi realmente muito boa. Enfim, como você disse, não um grande filme, mas feito com cuidado e com respeito ao espectador!

Publicação Original: Blog do Luiz Carlos Merten

Semana Ituana de Educação segue até o dia 10

————————- Imprensa – Evento de Educação – Marcos Cordiolli

O programa prevê a capacitação dos professores

No período de 1º a 10 de fevereiro acontece a Semana Ituana de Educação, com participação do corpo docente da Secretaria de Educação de Itu. Confira a programação:

01/02 – Vila Vicentina, das 8h às 12h.

Abertura Ensino Fundamental: “Ser professor em nossos dias”. Professor Marco Antonio Ferraz;

05/02 – Vila Vicentina, das 7h30 às 11h30.

Abertura Ensino Infantil e EJA: “Ser professor em nossos dias”.

Professor Marco Antonio Ferraz;

06/02 – Vila Vicentina, das 7h30 às 11h30 e das 13h às 17h.

Encontro: Otimização da Utilização dos Cadernos de Ensino, CEAC 1º Bimestre.

Professora Claudete Pereira.

06/02 – Emef Convenção de Itu, das 7h às 12h e das 13h às 18h

Projeto de Formação de Leitores e Mediadores de Leitura “Balaio de Histórias”, Formação de Leitores, A Cor da Letra.

06/02 – Auditório do CAM (Centro Administrativo Municipal), às 19h.

Palestra EJA, A função social do EJA e o papel do educador, professor Marcos Cordiolli.

07/02 – Vila Vicentina, das 7h30 às 11h30 e das 13h às 17h.

Encontro: Otimização da utilização dos Cadernos de Ensino, CEAC 1º Bimestre, professora Claudete Pereira.

07/02 – Emef Convenção de Itu, das 7h às 12h e das 13h às 18h

Projeto de Formação de Leitores e Mediadores de Leitura “Balaio de Histórias”, Formação de Leitores, A Cor da Letra.

08/02 – Vila Vicentina, das 7h30 às 11h30 e das 13h às 17h.

Encontro: Otimização da utilização dos Cadernos de Ensino, CEAC 1º Bimestre, professora Claudete Pereira.

08/02 – Emef Convenção de Itu, das 7h às 12h e das 13h às 18h

Projeto de Formação de Leitores e Mediadores de Leitura “Balaio de Histórias”, Formação de Leitores, A Cor de Letra.

09/02 – Emef Convenção de Itu, das 7h às 12h e das 13h às 18h

Projeto de Formação de Leitores e Mediadores de Leitura “Balaio de Histórias”, Formação de Leitores, A Cor da Letra.

10/02 – Confraternização

As aulas de Ensino de Jovens e Adultos terão início no dia 7 de fevereiro. Já os alunos das Emeis (Escolas Municipais de Educação Infantil) e das Emefs (Escolas Municipais de Ensino Fundamental) voltarão às atividades em 12 de fevereiro.

Original: Jornal de Itu.

Na quinta semana de exibição, temporada de “Sal da Terra” surpreende diretor

Imprensa | O Sal da Terra
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O Diário | 27/10/2008

A cidade de Maringá detém a maior bilheteria e a mais longa temporada de exibição do filme ¿Sal da Terra¿, de Elói Pires Ferreira. Na sexta-feira, o filme entrou na quinta semana em cartaz na Cidade.

O filme está em cartaz na sala 3, do Cinesystem Cidade. A sessão é às 18h20. Às terças-feiras, tem promoção de preço único a R$ 3,50.

A estréia foi durante a Semana do Cinema Nacional, em setembro. Segundo a direção do Cinesystem, o filme permanece em cartaz pela boa média de público e por ser uma produção independente, o que torna mais fácil a negociação do que seria com uma grande distribuidora.

O filme é paranaense conta a história de Padre Miguel (Édson Rocha), um religioso que percorre as estradas do Brasil em um caminhão-capela. A obra, que custou R$ 1,2 milhão, é um retrato póetico do universo das estradas e descreve a imagem que o diretor chamou de ¿universo estradeiro¿ diante da fé.

A história viaja em dois mundos, o da dureza da estrada e o da religiosidade do povo brasileiro que o padre encontra pelo caminho. A união deles faz parte do imaginário do brasileiro e, talvez por isso, tenha encantado o público em Maringá.

O diretor considera a obra ecumênica, mesmo tendo um padre como personagem principal. A trilha sonora tem músicas cristãs, hebraicas, ortodoxas e até muçulmanas, tudo para ampliar o universo de fé que faz o pano de fundo das aventuras do padre e seu caminhão.

Paraná

Segundo o diretor, a opção de realizar o projeto no Paraná se justificou principalmente pela diversidade da colonização e das paisagens, que reproduzem a miscigenação e exuberância de diversas regiões do País.

¿O Paraná é um grande cenário ao ar livre e para nós foi excelente realizar esta produção aqui porque facilitou o orçamento e a logística¿, conta Ferreira.

O diretor acredita que parte da familiaridade do público de Maringá com o filme está na forma como são retratados as personagens. Nas histórias que se entrelaçam em torno do andarilho, do padre e do caminhoneiro, as três personagens principais da trama, há pessoas comuns, gente com todos os sotaques, um povo simples e de fé.

O desempenho de Sal da Terra no interior superou até mesmo a bilheteria da capital paranaense. Destinado a todos os públicos, o filme espera repetir o sucesso que teve em Maringá em outras cidades do Paraná.

Em um Estado que sofre de ¿timidez política¿, segundo Elói Ferreira, um filme local ter um desempenho de destaque na bilheteria é uma grande vitória.

Futuro

Para Elói Ferreira, a qualidade do talento paranaense e dos profissionais que migram para o Sul em busca de novas oportunidades de trabalho e desenvolvimento de projetos são garantias de um futuro promissor do cinema no Estado.

O diretor se mantém otimista inclusive em relação à crise mundial, que, para ele, não vai impedir novas produções.

¿A indústria audiovisual é estratégica, gera muitos empregos e nosso governo reconhece isto. Além disso, falta de dinheiro nunca impediu nossa produção. Em Curitiba, por exemplo, se produz cinema desde 1907¿, destaca.

A partir da experiência da audiência de Maringá, o diretor acredita que um novo público está se formando e, em breve, o cinema deve recuperar a platéia que anda sumindo das salas de exibição, principalmente nos filmes nacionais.

Publicação Original: O Diário.

 

 

“O Sal da Terra” leva sotaque paranaense para as telas do cinema

Imprensa – O Sal da Terra
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O Diário. 02/10/2008.

Logo nos primeiros minutos de “O Sal da Terra”, um dos dois sobreviventes da Semana do Cinema Nacional a permanecerem em cartaz em Maringá (o outro é o bossa-novístico “Os Desafinados”), os cenários que aparecem na tela se tornam familiares para quem costuma viajar pelo Paraná.

O filme pode ser visto na sala três, do Cinesystem, no Shopping Cidade. São duas sessões: às 15h20 e Pas 19h40.

“O Sal da Terra” é um road-movie por excelência e foi rodado basicamente no Paraná. No máximo, ultrapassou alguns quilômetros na fronteira com São Paulo.

A maior parte do filme acompanha as viagens de Padre Miguel (Édson Rocha), um padre integra a pastoral rodoviária e passa a vida na estrada morando e celebrando missas na carroceria de um caminhão.

Apesar de ser centrado na história do padre, não é um filme proselitista ou religioso. Traz diversas aventuras de quem vive diariamente as estradas.

¿São pequenas crônicas somadas e que conduzem e preparam para o encontro dos três personagens centrais: o padre, o caminhoneiro e o andarilho, que sintetizam o filme e nossa caminhada¿, diz o diretor Elói Pires Ferreira.

Durante ¿O Sal da Terra¿, é interessante reparar que o sotaque nordestino, paulista ou carioca, tão comuns na televisão ou no cinema, são substituídos pelo paranaense, com destaque para o curitibano Rocha. A grande maioria do elenco do filme é formada por atores do Paraná.

“Não me interessa se o ator é mais ou menos famoso, mas sim a qualidade do elenco. Temos no Paraná pessoas muito talentosas e uma formação teatral consistente”, alega Pires Ferreira.

Apesar da qualidade técnica e estética de “O Sal da Terra”, a trajetória do filme se assemelha muito à do andarilho que percorre as estradas de forma lenta e solitária. O filme custou R$ 1,2 milhão, mas não teve recursos previstos para distribuição.

Mesmo assim, “O Sal da Terra” foi lançado em Curitiba no dia 25 de abril, em um momento ruim, porém, pois coincidia com o início da seqüência do lançamento dos grandes blockbusters norte-americanos.

“A finalização foi um processo difícil e eu não via a hora de lançar para o público”, explica Pires Ferreira.

Para a distribuição de ¿O Sal da Terra¿, o diretor criou uma pequena distribuidora com outros cineastas. O filme já foi exibido em Cascavel, Maringá e Curitiba, mas ainda com poucas cópias. São apenas cinco, quando o ideal seria, no mínimo, dez cópias do filme em 35 mm.

A partir deste mês, começam as negociações para lançar o filme em São Paulo e no Rio de Janeiro.

“A receptividade por parte de quem vê o filme é muito boa, mas muita gente não se dá a chance de ver o filme por falta de mídia e por achar que tem um caráter religioso pelo personagem principal ser um padre”, destaca.

“Apesar dos obstáculos, acreditamos nesse trabalho de formiguinha e temos esperança que, a partir do Rio e de São Paulo, o filme possa sair mais forte”.

O Sal da Terra¿ também deverá ser inscrito em diversos festivais nacionais e internacionais, um circuito que eles poderiam aproveitar para promover o filme, como aconteceu com “Estômago”, já exibido em Maringá.

Publicação Original: O Diário

V Semana do CInema Nacional no Cinesystem Maringá

Site Programa Credencial | 4.09.2008

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O Cinesystem Cinemas Maringá promoverá a 5ª edição da SEMANA DO CINEMA NACIONAL. Este ano a mostra ocorrerá do dia 26 de setembro a 02 de outubro (apenas uma semana). Para agradar a todos os gostos, serão exibidos vários filmes brasileiros do circuito comercial e do circuito alternativo. Além disso, todos os dias terá sorteio de um jantar no Deville e ao final da mostra, uma estadia superior. No domingo 28/10, terá som ao vivo no foyer. Quem acompanha o mundo da sétima arte sabe que se trata de uma grande oportunidade para conferir títulos como O Engenho de Zé Lins , documentário sobre José Lins do Rego, ou mesmo “Os Desafinados , longa de ficção sobre a efervescência da Bossa Nova. A mostra já está em sua 5ª edição e este ano conta com algumas novidades. Na programação está previsto o longa Sal da Terra , do diretor paranaense Eloi Pires. O filme foi produzido e filmado no nosso estado. Um exemplar cada vez mais raro da produção cinematográfica paranaense. Outra novidade são as co-produções nacionais. O título original El Baño Del Papa já dá indícios de O Banheiro do Papa falado em castelhano, trata-se de uma co-produção entre Brasil e Uruguai. Além deste, há também Estômago uma parceria Brasil e Itália, falado em português. Na Semana do Cinema Nacional os ingressos estão com valores promocionais. Consulte o valor das entradas no site w w w . c i n e s y s t e m . c o m . b r

Publicação Original: Programa Credencial

Interior curitibano em filme de produção local

Imprensa – O Sal da Terra
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Gazeta do Povo | Caderno G | Cinema local | 23/04/2008 | 14:15 | Angela Antunes

Estréia do longa “O Sal da Terra”, do diretor curitibano Elói Pires Ferreira, é nesta quarta-feira (23)

A produção local de longas-metragens ganhou um grande impulso neste último mês. Em abril, dois filmes de diretores paranaenses entraram no circuito das salas de cinema da cidade – “Estômago”, do curitibano Marcos Jorge, e agora “O Sal da Terra”, do também curitibano Elói Pires Ferreira. O primeiro título já está em cartaz há algumas semanas na capital e no interior, e agora é a vez do longa que, embrionado há cerca de 10 anos, finalmente estréia para o público curitibano.

As filmagens começaram há quatro anos, e o projeto ficou parado por cerca de dois anos por conta da falta de recursos. Retomado no ano passado, o longa estréia em sessão especial aberta ao público nesta quarta-feira (23), no Canal da Música.

“O Sal da Terra” é um filme que conta a história das aventuras de um padre-caminhoneiro, que atende toda a população pelos lugares em que passa. (Clique para saber mais sobre o enredo do filme) O diretor Ferreira conta que a idéia, a princípio era percorrer não só o Paraná, mas também outros estados do Brasil. No entanto, os problemas com orçamento e dificuldade de realização impediram que o conceito se concretizasse. A produção “exigiu uma logística pesada”, como diz o diretor.

Depois da estréia especial nesta quarta, o filme entra em cartaz nesta sexta-feira em outras salas do Paraná, nas salas de cinema do Shopping Crystal, Cine Água Verde, Cineplus Campo Largo, Cineplus Jardim das Américas e Cineplus Xaxim.

Confira a programação de cinema no Guias e Roteiros. Os horários do filme “O Sal da Terra” vão estar disponíveis a partir desta sexta-feira (25).

Serviço: Lançamento ao público do filme “O Sal da Terra”. Quarta-feira (23), às 20h. Canal da Música (R. Júlio Perneta, 695 – Mercês).

Publicação Original: Gazeta do Povo.

 

Seminário da CUT debate propostas de desenvolvimento para o Paraná

———————————–Imprensa – Evento de Debate – Marcos Cordiolli

19/03/2007

Debater e definir estratégias sobre o desenvolvimento do Estado. Sob este objetivo, a CUT-PR realiza de 22 a 24 de março, no auditório da Biblioteca Pública do Paraná (Rua Cândido Lopes, nº 133, Centro), em Curitiba, o seminário “O desenvolvimento do Paraná e o Papel da CUT”. O evento reunirá palestrantes de diversas áreas, como educação, planejamento, economia e sociologia, para abordar temas ligados à construção de uma proposta de crescimento contínuo e solidário.

A abertura da atividade acontece na próxima quinta-feira (22), às 14 horas, com exposição do secretário de política sindical e econômica da Organização Interamericana de Trabalhadores (ORIT), Rafael Freire, no painel “O Mercosul e o desenvolvimento do Brasil”. Na seqüência, o secretário geral da CUT Nacional, Quintino Severo, abordará o tema “A CUT e o desenvolvimento do Brasil”.

No segundo dia da programação, destaque para a palestra do secretário de estado do planejamento, Ênio Verri, sobre panorama do desenvolvimento econômico do Paraná, e do pesquisador do departamento de economia da Universidade Estadual de Maringá (UEM), professor Jaime Graciano Trintin, acerca de sugestões de propostas para o desenvolvimento do Paraná. Nesse dia também haverá painel sobre as perspectivas das negociações salariais de 2007, com Sandro Silva, economista do Dieese, e também sobre a educação como instrumento de emancipação do trabalhador, com Marcos Cordiolli, professor de pedagogia da UniBrasil.

No encerramento do seminário o debate parte para campo sociológico, com exposição do doutorando André Langer sobre “a produção imaterial e o trabalho”. O painel “o avanço tecnológico e os trabalhadores”, com o superintendente da Fundação da UFPR para o Desenvolvimento da Ciência, da Tecnologia e da Cultura (Funpar) finaliza a atividade.

As inscrições para o evento devem ser feitas junto à Secretaria Geral da CUT-PR, pelo telefone (41) 3232-4649, com Adriana ou Deuseli.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA

22/03/2007 (Quinta-feira)

14h00 – O Mercosul e o desenvolvimento do Brasil

Exposição: Rafael Freire, secretário de Política Social e Econômica da Organização Regional Interamericana de Trabalhadores (ORIT)

15h00 – A CUT e o desenvolvimento do Brasil

Exposição: Quintino Severo, secretário geral da CUT Nacional.

16h00 – Debate

17h00 – Encerramento

23/03/2007 (Sexta-feira)

09h00 – O Panorama do desenvolvimento econômico do Paraná

Exposição: Ênio Verri, secretário de estado do planejamento

10h00 – Sugestões para a construção de uma proposta de desenvolvimento para o Paraná

Exposição: Jaime Graciano Trintin, professor e pesquisador do departamento de economia da Universidade Estadual de Maringá

11h00 – Debate

12h00 – Intervalo

13h30 – A educação como instrumento de emancipação do trabalhador

Exposição : Marcos Cordiolli, professor de pedagogia da UniBrasil

14h30 – Perspectivas das negociações salariais para 2007

Exposição: Sandro Silva, economista do Dieese

15h30 – Debate

16h00 – Encerramento

24/03/2007 (Sábado)

09h00 – A produção imaterial e o trabalho

Exposição: André Langer, doutorando em sociologia pela Unisinos

10h00 – O avanço tecnológico e os trabalhadores

Exposição: Paulo Afonso Bracarense, superintendente da Fundação da UFPR para o Desenvolvimento da Ciência, da Tecnologia e da Cultura (FUNPAR)

11h00 – Debate

12h00 – Encerramento

Origem: CUT Brasil

Trabalho em Progresso, na Estreita Galeria de Fotografia.

————————————Imprensa – Eventos de Cultura – Marcos Cordiolli

Trabalho em Progresso, na Estreita Galeria de Fotografia.

de 16/3 a 04/4 · Curitiba, PR
Juliana Ribas

1

Melissa Crocetti· Curitiba, PR, 12/3/2007 · 52 · 1, site Overmundo

A exposição Trabalho em Progresso, que conta com o trabalho de oito autores e é resultado dos cursos de fotografia autoral e documental do Núcleo de Estudos de Fotografia do último semestre, abre dia 16 de março, sexta-feira, às 19 horas. A idéia é criar um canal de comunicação e debate para que os ensaios em andamento possam receber feedback. Os fotógrafos que participam da exposição são: Nicole Lima, Simone Maurina, Kiko Fontoura, Juliana Ribas, Daniellah Duraes, Marcos Cordiolli, Renata Peterlini e Rosana Félix. A exposição fica até dia 30 de abril. A Estreita fica na rua Conselheiro Araújo, 315. (mais informações abaixo).

Se a fotografia é um instrumento de comunicação, é importante fazer uso desta função. A mostra coletiva de trabalhos em progresso é a maneira que o Núcleo de Estudos da Fotografia encontrou para se relacionar com a comunidade. Nos grupos de trabalho há muito esforço para a construção de um material que seja coerente e não uma produção autista, ensimesmada. O olhar crítico do público deve servir para que cada trabalho avance. Milla Jung, coordenadora do NEF, diz: “É interessante ver o processo de trabalho em diversas manifestações artísticas porque assim consigo acompanhar o autor e suas questões. Parece-me bastante humano este tipo de possibilidade” .

onde fica
Serviço:
Estreita Galeria de Fotografia
Rua Conselheiro Araújo, 315
Fone: 41 3262 1362
www.nucleofotografia.com.br
www.cidadesvisiveis.com.br
nef@netpar.com.br
quando ir
16/3/2007 a 04/4/2007
quanto custa
entrada franca
website
www.nucleofotografia.com.br
Fonte: http://www.overmundo.com.br/agenda/trabalho-em-progresso-na-estreita-galeria-de-fotografia

Amop: Educação traça estratégias para 2006

————————————–Imprensa – Evento de Educação – Marcos Cordiolli

Amop: Educação traça estratégias para 2006

Secretários municipais de Educação e seus coordenadores de equipe das prefeituras da região oeste participam na próxima quinta-feira, dia 1º de dezembro, a partir das 8h30, de uma reunião na sede da Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (Amop) para avaliar o ano que está acabando e fazer projeções para 2006. A Amop fica na rua Pernambuco, 1936, centro de Cascavel.
Depois do intervalo do meio-dia haverá palestra com o professor Marcos Cordiolli, de Curitiba. Ele vai abordar os seguintes tópicos: Ciclos e seriação, Promoção automática, A extensão do Ensino Fundamental para nove anos, Problemas da Universalização da educação: formação para professores, formas de aprendizagem e proposta pedagógica para a diversidade e Os processos de reestruturação curricular e do projeto político-pedagógico.
De acordo com a assessora pedagógica do Departamento de Educação da Amop, professora Emma Gnoatto, a participação de todos é imprescindível, face a necessidade de tomada de decisões importantes para o planejamento do próximo ano e pela continuidade da participação coletiva na construção curricular.

Fonte: O Paraná.

Ética e Estética em discussão no ACT

——————————Imprensa – Eventos de Cultura – Marcos Cordiolli

02/09/2005 – Atualizado em 19/07/2008 às 16:01:36

Ética e Estética em discussão no ACT

Jornalista Externo

A relação entre “Ética e Estética” será o tema de discussão da próxima edição do projeto “Encontrosnecessários”, voltado ao debate de assuntos relacionados à cultura, que acontece no sábado (dia 3 de setembro) às 16h, no ACT – Ateliê de Criação Teatral. A ética contaminando a estética, e vice-versa, farão parte dos assuntos debatidos.

Mantendo a tradição de reunir profissionais de diversas áreas para refletir a partir de um tema em comum, o encontro conta nesta edição com a artista plástica Carla Vendrami Malucelli, a figurinista Amabilis de Jesus da Silva, o historiador Marcos Cordiolli e a advogada Viviane Burger Balarotti como mediadora, além da coordenadora do ACT Nena Inoue. O encontro tem entrada franca.

O projeto “Encontrosnecessários” já teve 12 edições. Esta será a terceira em 2005, retomando uma agenda de um evento mensal. Os encontros acontecem sempre no primeiro sábado de cada mês. Mantém a característica de partir de um tema inicial para culminar em uma discussão mais ampla, que pode e deve ganhar vida própria.

“Ética e Estética”

Como é tradição no projeto, cada convidado traz experiências e pontos de vista diferentes sobre o tema. A artista Carla Vendrami pretende abordar inicialmente a politização da arte e, por outro lado, a estetização da política. Vai ilustrar suas idéias com referências de artistas como Cildo Meireles, Hans Haacke, Ilya Kabakov, Gerard Richter e Vito Acconci. A Arte Conceitual e os papéis dos artistas nos campos social e político também serão discutidos.

Marcos Cordiolli, historiador, vai levar a ética ao debate em três frentes: perspectiva histórica, política e educacional. Vai propor a discussão sobre a possível relação entre ética e estética nos processos de formação e o posicionamento ético do artista e sua produção. Buscará, em particular, avaliar o papel destas questões no âmbito escolar.

A presença da figurinista de Amabilis de Jesus, por sua vez, aproxima o encontro do teatro, levantando termos como teatro engajado, teatro didático e a ruptura com a contemplação (ilusão). As artes cênicas como forma de educação e formação cultural também será levado em conta pela sua participação.

Serviço
Projetos “Encontrosnecessários”
Sábado, dia 3 de setembro às 16h
Tema: Ética e Estética
Participantes:
Carla Vendrami
Marcos Cordiolli
Amabilis de Jesus
Viviane Burger Balarotti (mediadora)
Local: ACT – Ateliê de Criação Teatral
Rua Paulo Graeser Sobrinho, 305 – São Francisco
HORÁRIO: 16H
Informações: (41) 3338-0450
ENTRADA FRANCA
www.act.art.br
Produção: Nena Inoue / Michelle Siqueira
Realização: ACT

Original: http://www.parana-online.com.br/editoria/almanaque/news/137471/?noticia=ETICA+E+ESTETICA+EM+DISCUSSAO+NO+ACT

Livre Manifestação Cultural

———————————-Blog – Eventos de Cultura – Marcos Cordiolli

Livre Manifestação Cultural

The mirror Cassiano Pires contato: www.fotolog.com/lausac

Fui a uma interessante palestra no Ateliê de Criação Teatral, em Curitiba, 03/09/05 com o seguinte tema “Ética e Estética”, a relação entre ética e estética, a ética contaminando a estética, e vice-versa. O tema foi desenvolvido em muitos aspectos: A artista plástica Carla Vendrami abordou a politização da arte e, por outro lado, a estetização da política. Ilustrou suas idéias com referências de artistas como Cildo Meireles, Hans Haacke, Ilya Kabakov, Gerard Richter e Vito Acconci. Também fez parte de sua intervenção a Arte Conceitual e os papéis dos artistas nos campos social e político. Marcos Cordiolli, historiador, levou a ética ao debate em três frentes: perspectiva histórica, política e educacional. Discute a possível relação entre ética e estética nos processos de formação e posicionamento ético do artista e sua produção. Buscou, em particular, avaliar o papel destas questões no âmbito escolar. A figurinista Amabilis de Jesus aproximou o tema mais especificamente ao teatro, levantando termos como teatro engajado, teatro didático e a ruptura com a contemplação (ilusão). O teatro como forma de educação e formação cultural também foi levado em conta pela sua participação. Aberto ao público a palavra, muito se questionou: a masturbação no palco da cantora Madonna com o crucifixo; música de heave metal que incitou o suicídio de adolescentes; peça de teatro em que os atores espancavam uma senhora de idade, também atriz da peça; fotógrafo que fotografou o próprio suicídio. A pergunta final do encontro foi: Até que ponto o artista pode ir? Quais os limites da “livre manifestação artística”? Asseguro que a livre manisfetação deve ser defendida! A Declaração Universal dos Direitos Humanos dispõe: Art. 27, 1. Toda pessoa tem o direito a participar livremente da vida cultural da comunidade, a gozar das artes e a participar no progresso científico e dos benefícios que dele resultem. Liberdade foi definida magistralmente por Einstein, que transcrevo ipsis verbis: “SOBRE A LIBERDADE Por Albert Einstein Sei que é inútil tentar discutir os juízos de valores fundamentais. Se alguém aprova como meta, por exemplo, a eliminação da espécie humana da face da Terra, não se pode refutar esse ponto de vista em bases racionais. Se houver porém concordância quanto a certas metas e valores, é possível discutir racionalmente os meios pelos quais esses objetivos podem ser atingidos. Indiquemos, portanto, duas metas com que certamente estarão de acordo quase todos os que lêem estas linhas. 1. Os bens instrumentais que servem para preservar a vida e a saúde de todos os seres humanos devem ser produzidos mediante o menor esforço possível de todos. 2. A satisfação de necessidades físicas é por certo a precondição indispensável de uma existência satisfatória, mas em si mesma não é suficiente. Para se realizar, os homens precisam ter também a possibilidade de desenvolver suas capacidades intelectuais artísticas sem limites restritivos, segundo suas características e aptidões pessoais. A primeira dessas duas metas exige a promoção de todo conhecimento referente às leis da natureza e dos processos sociais, isto é, a promoção de todo esforço científico. Pois o empreendimento científico é um todo natural, cujas partes se sustentam mutuamente de uma maneira que certamente ninguém pode prever. Entretanto, o progresso da ciência pressupõe a possibilidade de comunicação irrestrita de rodos os resultados e julgamentos – liberdade de expressão e ensino em todos os campos do esforço intelectual. Por liberdade, entendo condições sociais, tais que, a expressão de opiniões e afirmações sobre questões gerais e particulares do conhecimento não envolvam perigos ou graves desvantagens para seu autor. Essa liberdade de comunicação é indispensável para o desenvolvimento e a ampliação do conhecimento científico, aspecto de grande importância prática. Em primeiro lugar, ela deve ser assegurada por lei. Mas as leis por si mesmas não podem assegurar a liberdade de expressão; para que todo homem possa expor suas idéias sem ser punido, deve haver um espírito de tolerância em toda a população. Tal ideal de liberdade externa jamais poderá ser plenamente atingido, mas deve ser incansavelmente perseguido para que o pensamento científico e o pensamento filosófico, e criativo em geral, possam avançar tanto quanto possível. Para que a segunda meta, isto é, a possibilidade de desenvolvimento espiritual de todos os indivíduos, possa ser assegurada, é necessário um segundo tipo de liberdade externa. O homem não deve ser obrigado a trabalhar para suprir as necessidades da vida numa intensidade tal que não lhe restem tempo nem forças para as atividades pessoais. Sem este segundo tipo de liberdade externa, a liberdade de expressão é inútil para ele. Avanços na tecnologia tornariam possível esse tipo de liberdade, se o problema de uma divisão justa do trabalho fosse resolvido. O desenvolvimento da ciência e das atividades criativas do espírito em geral exige ainda outro tipo de liberdade, que pode ser caracterizado como liberdade interna. Trata-se daquela liberdade de espírito que consiste na independência do pensamento em face das restrições de preconceitos autoritários e sociais, bem como, da “rotinização” e do hábito irrefletidos em geral. Essa liberdade interna é um raro dom da natureza e uma valiosa meta para o indivíduo. No entanto, a comunidade pode fazer muito para favorecer essa conquista, pelo menos, deixando de interferir no desenvolvimento. As escolas, por exemplo, podem interferir no desenvolvimento da liberdade interna mediante influências autoritárias e a imposição de cargas espirituais aos jovens excessivas; por outro lado, as escolas podem favorecer essa liberdade, incentivando o pensamento independente. Só quando a liberdade externa e interna são constantes e conscienciosamente perseguidas há possibilidade de desenvolvimento e aperfeiçoamento espiritual e, portanto, de aprimorar a vida externa e interna do homem.”

Blog Cultura Legal mantido por Priscila Santos

Postado por PRISCILA SANTOS às 3:41 PM

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